Revista Rumos pergunta: Qual a dimensão da crise?
17 de janeiro de 2017
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“A primeira capa do ano de 2016 trazia um olhar otimista, tentando identificar como recolocar as engrenagens do país de volta nos trilhos; mas eis que o ano mostra-se teimoso, não nos permite sonhar alto, nos deixando perplexos com a realidade. A crise não passou, mas é preciso continuar a caminhar, é preciso olhar à frente, tentar avançar e buscar as soluções para os problemas vividos”. Assim começa o editorial da revista Rumos, assinado por Thais Sena Schettino e Jader Moraes.

Publicada pela ABDE (Associação Brasileira de Desenvolvimento), que reúne as principais Instituições Financeiras de Desenvolvimento – tais como o BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, SEBRAE, bem como bancos de desenvolvimento e agências de fomento estaduais –, a revista Rumos debate desde 1976 sobre o desenvolvimento econômico e social do país e as formas de financiá-lo.

A edição 290 (Novembro/Dezembro 2016) convidou especialistas de variados campos de atuação, como ciência política, economia, direito e comunicação, para refletir sobre o tamanho da crise. Paulo Nassar, diretor-presidente da Aberje e professor livre-docente da Escola de Comunicações e Artes da USP, foi o convidado para falar no campo da comunicação. Ele assina o artigo “Sem sujeitos e predicados, sobram adjetivos”.

“No país, a boa direita política e comportamental perdeu a capacidade de ouvir a boa esquerda. E vice-versa. Estamos dominados pela narrativa dos extremos. Se surgisse um Churchill por aqui, provavelmente ele seria chamado pela turba digital de velho gordo e bêbado, e sem consenso entre nossos conservadores e trabalhistas perderíamos a grande guerra, que já tem 12 milhões de desempregados”, afirma Nassar.

A publicação na íntegra encontra-se disponível neste link.

Revista Rumos 290

 
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