Aberje ‚Äď Associa√ß√£o Brasileira de Comunica√ß√£o Empresarial

O principal centro de referência na produção e disseminação de conhecimento e práticas de comunicação empresarial.

 

Quem Somos

A Aberje √© uma organiza√ß√£o profissional e cient√≠fica sem fins lucrativos e apartid√°ria. Tem como principal objetivo fortalecer o papel da comunica√ß√£o nas empresas e institui√ß√Ķes, oferecer forma√ß√£o e desenvolvimento de carreira aos profissionais da √°rea, al√©m de produzir e disseminar conhecimentos em comunica√ß√£o.

Fundada em 1967, a associa√ß√£o desenvolve pesquisas, estudos estrat√©gicos e publica√ß√Ķes para a Comunica√ß√£o, oferece cursos e eventos de capacita√ß√£o, promove trocas de conhecimentos entre os associados e reconhece as melhores pr√°ticas e profissionais da √°rea.

A atua√ß√£o da Aberje ultrapassa os limites do territ√≥rio brasileiro com participa√ß√Ķes ou presen√ßa nos boards de institui√ß√Ķes internacionais como a Fundacom, Global Alliance for Public Relations and Communication Managment e Arthur W. Page Society, posicionando-se como um think tank da Comunica√ß√£o Empresarial Brasileira.

 

MISSÃO

Produzir conhecimento e compartilhar as melhores pr√°ticas para fortalecer a Comunica√ß√£o das empresas e institui√ß√Ķes e refor√ßar o papel estrat√©gico e cidad√£o do comunicador.

VISÃO

Ser um Think Tank de referência global em Comunicação e Relacionamento.

 

Princípio fundamental

‚ÄúNos pa√≠ses democr√°ticos, a ci√™ncia da associa√ß√£o √© a ci√™ncia-m√£e; o progresso de todas as outras depende dos progressos desta.‚ÄĚ
Alexis de Tocqueville, Democracia na América

Associativismo

A uni√£o de esfor√ßos em prol de uma ideia comum √© a base de qualquer associa√ß√£o, que ser√° democr√°tica sempre que seus participantes se vejam como iguais. Esse √© o caso de associa√ß√Ķes profissionais e cient√≠ficas, como a Aberje, caracterizada por proporcionar oconv√≠vio entre pares que competem no mercado, mas que ao mesmo tempo compartilham pr√°ticas, cren√ßas e experi√™ncias comuns. Ela se torna assim um local privilegiado e seguro para um aprendizado m√ļtuo e reflex√£o sobre a fun√ß√£o social de sua profiss√£o, de refor√ßar o papel estrat√©gico e cidad√£o do comunicador. Ali, empresas, profissionais e acad√™micos descobrem que seus interesses particulares tamb√©m s√£o interesses da sociedade como um todo. √Č isso o que legitima esses interesses.

A associa√ß√£o institucionaliza a busca por esse ideal comum, formando novos comunicadores ou aperfei√ßoando os conhecimentos daquele j√° estabelecidos, pesquisando e trazendo novos conte√ļdos, disseminando boas pr√°ticas e comportamentos. Trata-se de comparar e selecionar as pr√°ticas mais significativas, destacando aquelas que merecem se tornar modelos, premiar os melhores exemplos e trajet√≥rias, em uma palavra, de transformar boas ideias e pr√°ticas em ideais.

Para evitar que a associação se feche em si mesma, é indispensável que ela busque, incessantemente, aprofundar os vínculos com profissionais e empresas, ao mesmo tempo em que dialoga com o restante da sociedade, nacional e internacionalmente. Apresentando e disseminando esses interesses e valores comuns, ao mesmo tempo em que escuta os interesses e valores dos demais atores sociais, absorvendo e filtrando suas demandas em relação à comunicação empresarial.

 

VALORES

√Čtica

Em sentido amplo, a √©tica √© o estudo do modo como convivemos em sociedade. √Č desej√°vel que esse conv√≠vio ocorra de acordo a certas balizas e regras, algumas das quais s√£o institucionalizados na forma de leis e regulamentos. As demais, por n√£o estarem escritas, dependem do comportamento individual. Da√≠ surge um segundo sentido, mais restrito, do termo: √©tico √© aquele que se comporta, individualmente ou representando uma organiza√ß√£o, de acordo com essas balizas e regras n√£o escritas, algu√©m cujo comportamento √© regulado por esses crit√©rios da boa convivialidade e pelo apre√ßo ao outro. A √©tica como integridade. A comunica√ß√£o desempenha um papel essencial no cultivo da convivialidade, do respeito e do decoro: √© apenas quando s√£o discutidos que essas balizas e regras se tornam conhecidas e podem ser analisadas, corrigidas e, por fim, assumidas como princ√≠pios e valores √©ticos. Assim, a Aberje elegeu a √©tica como um de seus quatro valores fundamentais n√£o por ser ela mesma um valor em si, mas justamente por ser o campo da Filosofia autorizado a estudar e a refletir a moral, os pr√≥prios os valores das empresas, institui√ß√Ķes e da sociedade.

Inovação

Uma das caracter√≠sticas mais marcantes da √©poca moderna √© a busca pela novidade, a valoriza√ß√£o da inventividade e da originalidade. Nunca o novo foi almejado de modo t√£o sistem√°tico quanto em nossa √©poca. Inova√ß√£o em produtos, servi√ßos, organiza√ß√Ķes, relacionamentos entre pessoas, entre pessoas e coisas, entre pessoas e a natureza. Mas o novo nunca aparece em um espa√ßo vazio, ele √© sempre novidade em rela√ß√£o a algo. Por isso, a inova√ß√£o √© sempre mais significativa quando dialoga com a hist√≥ria dos indiv√≠duos, das organiza√ß√Ķes e da sociedade, quando ela √© tamb√©m mem√≥ria. Por outro lado, a interface com a natureza e suas limita√ß√Ķes tamb√©m n√£o pode ser esquecida e a inova√ß√£o deve estar inserida no quadro da sustentabilidade.

Pluraridade

O reconhecimento do valor intr√≠nseco da diversidade (√©tnica, cultural, religiosa, sexual, ecol√≥gica, pol√≠tica, et√°ria …) deve ser o ponto de partida. A garantia da coexist√™ncia pac√≠fica de diferentes pessoas e ideias √© condi√ß√£o necess√°ria para uma vida digna. E para isso a mera toler√Ęncia em rela√ß√£o ao diferente n√£o √© mais suficiente, √© preciso aprender com ele, fazer do conv√≠vio aut√™ntico com a diversidade uma fonte de riqueza humana.

Humanismo

A an√°lise cr√≠tica dos interesses, capacidades e potencialidades do ser humano √© indispens√°vel a qualquer empreendimento consequente. Historicamente, a valoriza√ß√£o daquilo que diz respeito ao humano envolveu o incentivo e a defesa da raz√£o, da educa√ß√£o, da ci√™ncia e da arte. Atualmente, momento em que o potencial destrutivo de nossa esp√©cie se evidencia, cabe reconhecer que √© do nosso interesse preservar a natureza, da qual n√£o estamos acima, mas¬† somos parte integrante; e desenvolver, o mais r√°pido poss√≠vel, as condi√ß√Ķes para atingir esse objetivo.

Nossos Pilares

CONTEUŐĀDO

Produzimos e compartilhamos conhecimento da √°rea, promovendo debate das principais quest√Ķes da Comunica√ß√£o Empresarial.

Aberje Editorial

Selo editorial voltado para publicação de livros teóricos e práticos do setor.
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Centro de Memória e Referência

O primeiro acervo voltado para a Comunicação Empresarial da América Latina.
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Pesquisas

Pesquisas sobre a √°rea da comunica√ß√£o em organiza√ß√Ķes e seus profissionais.
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Portal Aberje

Portal digital com conte√ļdo essencial para o comunicador.

Revista CE Comunicação Empresarial

Dossiê semestral que aborda os principais temas que influenciam as empresas e suas estratégias de comunicação.
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