Alberto Fernández reforçou as tarefas sanitárias dos militares, não deu a eles um papel na segurança

Após o presidente argentino, Alberto Fernández, anunciar, em 14 de abril, um endurecimento nas medidas de combate à covid-19 no país, começou a circular nas redes e em meios de comunicação que a Argentina havia ordenado que as Forças Armadas fizessem cumprir essa decisão. Até mesmo o presidente Jair Bolsonaro reproduziu essas versões. Mas, na verdade, o anúncio de Fernández reforça as tarefas de cuidado sanitário que os militares já exerciam desde o início da pandemia e não prevê sua participação em operações de segurança interna. Além disso, é incorreto o período de toque de recolher viralizado.
Leia aqui matéria completa feita pela Agência de Notícias AFP, parceira da Aberje
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