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O Sindicom (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes) está em andamento com a ação Combustível Legal, com o objetivo de promover uma ampla discussão sobre as atividades ilícitas que assolam o setor de combustíveis e prejudicam a sustentabilidade do negócio e a sociedade como um todo.

Entre as principais atividades ilegais estão a inadimplência e a sonegação fiscal e a adulteração do conteúdo e da quantidade dos produtos vendidos ao consumidor. No último ano, foram consumidos mais de 130 bilhões de litros de combustíveis em todo o País. A estimativa é que, anualmente, cerca de R$ 2 bilhões deixam de ser arrecadados no Brasil por devedores contumazes no setor de combustíveis. Esses agentes usam a inadimplência como modelo de negócio e geralmente recorrem a uma indústria de liminares para manter suas empresas em operação. “Além de prejudicar os consuimidores, com produtos de baixa qualidade, esses agentes também lesam a sociedade ao desviar recursos que deveriam ser investidos em educação, saúde, segurança e bem estar social”, afirma o presidente do Sindicom, Leonardo Gadotti.

Além de veicular anúncios em jornais e revistas, lançar um site e páginas nas redes sociais, o Combustível Legal quer incentivar o debate em diferentes fóruns e contribuir com as autoridades na busca de meios que permitam coibir as práticas ilegais. Entre as empresas distribuidoras de combustíveis e lubrificantes que se uniram na iniciativa estão associados da Aberje como Ale, Cosan, Ipiranga, Petrobras Distribuidora, Raízen e Shell Lubrificantes.