“Ao gosto de qualquer tipo de leitor”, diz Washington Olivetto, sobre o livro Para o bem ou para o mal, de Luiz Fernando Brandão

Lançamento será em São Paulo, dia 20 de agosto no Varanda Empório, Shopping Cidade Jardim
“Nesta minha vida de publicitário, que começou bem cedo, aos 18 anos de idade, tive a oportunidade de conhecer e conviver com os mais diversos tipos de clientes, a maior parte deles bons profissionais, que me possibilitaram inúmeras chances de criar trabalhos que acabaram se tornando conhecidos do grande público. Evidentemente, cada um desses profissionais tinha um tipo de formação, diferentes sonhos e ambições, mas, curiosamente, dois deles, apesar de serem de épocas distintas, eram impressionantemente parecidos entre si: Mário Chamie e Luiz Fernando Brandão. Conheci Mário Chamie no meio dos anos 1970, quando ele dirigia o marketing da italiana Olivetti, e conheci Luiz Fernando Brandão no meio dos anos 2000, quando ele era o responsável pela comunicação da brasileira Aracruz (…)”
Assim, o superpremiado publicitário Washington Olivetto abre o prefácio de “Para o bem ou para o mal”, estreia na ficção do jornalista, tradutor e escritor Luiz Fernando Brandão, que terá uma noite de autógrafos em São Paulo no próximo dia 20 de agosto, a partir das 19 h, no Varanda Empório, Food Hall do shopping Cidade Jardim.
No livro, os destinos e peripécias de três protagonistas se embaralham sutilmente. O primeiro, Diego Velásquez Caravaca, um guru muito bem-sucedido estabelecido em São Paulo, já ajudou muita gente no seu concorrido Centro para a Evolução Universal, mas é também um picareta no concorrido mercado da salvação. O segundo, Robert White Sherman, um gênio das finanças de Wall Street, diretor de um grande banco instalado nas Torres Gêmeas. Por fim, temos Cátia Ferrão, jornalista inteligente e ambiciosa que, após tortuoso início de carreira, acaba se tornando vice-presidente de assuntos corporativos de uma poderosa multinacional do setor agroquímico que tem no Brasil seu maior mercado. Por sorte ou azar, cada um com sua história e sem nunca terem se conhecido, os três acabam indo fazer na Índia um acerto de contas com o destino.
“Sei que Luiz Fernando gosta do raciocínio de que seu livro propõe ‘uma reflexão sobre a relativa fragilidade do julgamento humano, dada nossa absoluta incapacidade de conhecer, em toda a sua dimensão, os efeitos de nossos desejos, palavras e ações no tempo e no espaço, sejam para o bem ou para o mal’. Mas o que mais me encanta neste livro é que essa intenção do autor fica clara para todo e qualquer tipo de leitor, desde os mais relaxados até os mais tensos, desde os mais simplórios até os mais pretensiosos”, provoca Olivetto, na apresentação da obra.
Sobre o autor
O carioca Luiz Fernando Brandão é jornalista, escritor e tradutor. Em paralelo à carreira como executivo de comunicação empresarial, traduziu para o português obras de autores como Edgar Allan Poe, Jack London, Vladimir Nabokov e Tom Wolfe. É autor de Triptik, uma viagem na terra dos gurus e outras bandas (Confraria do Vento, 2017), seu livro de estreia, e tem diversos artigos publicados sobre comunicação. Em 1976, graduou-se instrutor no The Yoga Institute, em Mumbai, na Índia.
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