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22 de abril de 2026

Ações de associadas da Aberje integram clima, equidade e inovação no Brasil

ESG ganha escala em iniciativas de desenvolvimento sustentável, diversidade e soluções baseadas na natureza
Mario Bucci
Jéssica Resende, coordenadora de fábrica da Bracell, na unidade de Lençóis Paulista (SP) (foto: Acervo Bracell)
 
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A agenda ESG tem se consolidado como eixo estruturante da atuação empresarial no Brasil, com iniciativas que combinam impacto ambiental, inclusão social e inovação tecnológica em diferentes setores da economia. Projetos recentes conduzidos por Anglo American, BNDES, Bracell e Shell – todas associadas à Aberje – ilustram como estratégias integradas vêm sendo aplicadas na prática, articulando desenvolvimento econômico, enfrentamento às mudanças climáticas e fortalecimento de comunidades.

No campo da ação climática, o programa Sertão Vivo, do BNDES, tem sido apontado como referência internacional por sua abordagem integrada entre mitigação, adaptação e inclusão produtiva. Desenvolvido em parceria com o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA/ONU) e com apoio do Green Climate Fund (GCF), o programa reúne investimentos da ordem de R$1 bilhão e deve beneficiar cerca de 250 mil famílias no semiárido brasileiro, com foco em estados do Nordeste.

Foto: Cacio Murilo de Vasconcelos/Getty Images

“A transição climática precisa ser também uma transição social. O Sertão Vivo mostra que é possível enfrentar as mudanças do clima gerando renda, segurança alimentar e oportunidades para quem mais precisa. Estamos falando de transformar a realidade de milhares de famílias no semiárido com soluções sustentáveis e estruturantes”, afirma a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello.

“A iniciativa combina assistência técnica, acesso à água e apoio à produção para fortalecer a resiliência das famílias e dos territórios. É uma atuação integrada, que chega na ponta e ajuda a estruturar um novo modelo de desenvolvimento para o semiárido, mais sustentável e inclusivo”, destaca a superintendente da Área de Desenvolvimento Social e Gestão Pública do BNDES, Ana Cristina Costa.

A experiência brasileira também foi ressaltada pela ONU como evidência prática da viabilidade de modelos que integram dimensões ambientais e sociais. “Ao enfrentar simultaneamente a adaptação climática, o acesso à água e os meios de subsistência rurais, o projeto Sertão Vivo evidencia o valor da abordagem territorial, enraizada nas realidades locais e impulsionada por parcerias. Nosso objetivo com esse trabalho é levar o financiamento da transição justa de um arcabouço teórico para uma realidade operacional nos setores bancário e de seguros — e o BNDES está nos ajudando a abrir esse caminho”, ressalta Eric Usher, Chefe da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI).

Também com foco em soluções baseadas na natureza, a Shell Brasil anunciou, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), a criação do Centro de Inovação Biotecnológica para Recuperação de Áreas Degradadas (Cibrad), sediado em Manaus. Com investimento inicial de R$18,7 milhões, o centro será dedicado ao desenvolvimento de tecnologias voltadas à restauração florestal e à conservação de recursos genéticos na Amazônia.

A proposta integra pesquisa científica, inovação tecnológica e articulação com startups e empresas, conectando diferentes atores para impulsionar cadeias produtivas sustentáveis e o mercado de carbono. “A criação do Cibrad reforça como a inovação aberta é essencial para avançarmos em soluções concretas para desafios complexos, como a recuperação de áreas degradadas na Amazônia. A iniciativa nasce de uma parceria prévia entre Shell e Inpa, iniciada em 2022, quando se formou a rede de instituições e pesquisadores que vão atuar no referido centro”, afirmou Alexandre Breda, gerente de Tecnologia e Inovação da Shell Brasil.

O centro reúne projetos que abrangem instituições dos nove estados da Amazônia Legal e iniciativas voltadas ao melhoramento genético, à conservação de espécies e à aceleração de plantios florestais. Para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o projeto representa um marco para a agenda ambiental. “Mais do que um centro de pesquisa, o Cibrad nasce como um espaço de convergência entre ciência, inovação e compromisso com o futuro da Amazônia”, destacou Dorival dos Santos, secretário da Subsecretaria da Amazônia do MCTI.

O Cibrad reúne um consórcio de projetos que abrangem instituições de pesquisa dos nove estados da Amazônia Legal. Entre as iniciativas estão o NanoRad’s 2.0, que aplica abordagens bio e nanotecnológicas para acelerar plantios florestais, e o Amazon GeneBank, dedicado ao apoio a programas de melhoramento genético e à conservação de sementes e microrganismos da Amazônia Legal.

As pesquisas abrangem dez espécies florestais amazônicas de elevado potencial para restauração, como castanheira, andiroba, cumaru, mogno, copaíba e seringueira. Além dos projetos conduzidos no âmbito do Inpa, o Cibrad também conecta iniciativas desenvolvidas em parceria com startups como Krilltech e Bioflore, ampliando o potencial de aplicação prática das pesquisas e fortalecendo o ecossistema de inovação voltado à restauração florestal na Amazônia.

Biodiversidade, eficiência e impacto social

A integração entre crescimento econômico e conservação ambiental também aparece na estratégia da Bracell, que apresentou avanços em sua agenda ESG no Relatório de Sustentabilidade 2025. Entre os principais resultados, destaca-se a proteção de 301 mil hectares de vegetação nativa por meio do Compromisso Um-Para-Um, iniciativa que estabelece a conservação de um hectare de floresta para cada hectare de eucalipto plantado.

A companhia também avançou na agenda climática, com a remoção de 3,4 milhões de toneladas de CO₂e da atmosfera e a redução de 47% nas emissões por tonelada de produto desde 2020. O uso de soluções baseadas na natureza, como o controle biológico nas florestas, contribuiu para reduzir em 80% a aplicação de defensivos químicos, enquanto 90% da energia utilizada em 2025 teve origem renovável.

Segundo a empresa, os resultados refletem a consolidação da sustentabilidade como eixo central do modelo de negócio. “Dois anos após o lançamento do nosso plano de metas Bracell 2030, os resultados mostram que estamos no caminho certo para transformar nossos compromissos em entregas concretas. Avançamos de forma consistente em temas importantes, como biodiversidade e impacto social, com uma agenda que integra crescimento e conservação. Para a Bracell, sustentabilidade não é uma frente paralela, mas a base do nosso modelo de negócio e da forma como geramos valor no longo prazo”, afirma Márcio Nappo, vice-presidente de Sustentabilidade da companhia.

No campo social, a empresa ampliou investimentos por meio do Bracell Social, com R$9,9 milhões destinados a projetos que impactaram mais de 159 mil pessoas em iniciativas de educação, geração de renda e bem-estar. O relatório também aponta aumento de 10% na renda de famílias participantes desses programas, reforçando a conexão entre estratégia empresarial e desenvolvimento local.

Diversidade, inovação e territórios inclusivos

A dimensão social da agenda ESG também se expressa no fortalecimento de políticas de diversidade, equidade e inclusão, como evidenciado pela atuação da Anglo American no setor mineral. Durante a Diversibram 2026, realizada no dia 14 de abril, lideranças da empresa destacaram o tema como elemento estratégico para segurança, inovação e sustentabilidade no longo prazo.

Ana Sanches, presidente da Anglo American no Brasil, durante a Diversibram 2026 (foto: Divulgação Ibram)

Na abertura, Ana Sanches, presidente da Anglo American no Brasil, enfatizou o papel da liderança na implementação efetiva dessas agendas. “Precisamos sair do discurso e ir para a prática. Todas as pautas relevantes dentro de uma empresa têm que começar pela liderança, não apenas na fala, mas nas atitudes. Temos que relembrar o peso da nossa caneta, das nossas decisões e como realmente podemos influenciar e transformar”, afirmou.

A relação entre tecnologia e inclusão também foi abordada como vetor de transformação operacional. Para a diretora de TI Américas da companhia, Siham Hassan, soluções tecnológicas podem ampliar a acessibilidade e reduzir riscos nas operações. Já o diretor de Pessoas e Organização, Geovanni Vieira, destacou a importância de ambientes diversos para atração de talentos e adaptação às novas dinâmicas do trabalho.

O debate também incluiu a dimensão territorial da agenda ESG, com foco na relação entre empresas, comunidades e cadeia de valor. “A verdadeira diversidade está nas comunidades. Como indústria, precisamos ter a capacidade de nos conectar e abrir espaço para uma transformação que vise territórios mais fortes e inclusos”, afirmou Ana Cunha, diretora de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Anglo American.

A agenda também avança em outros setores industriais. A Bracell encerrou 2025 com 27,7% de mulheres em cargos de liderança nas unidades de celulose, o equivalente a 113 profissionais, consolidando a evolução de sua estratégia de equidade de gênero em um setor historicamente masculino. A meta da companhia é alcançar 30% de mulheres em posições de liderança até 2030, como parte do Compromisso Bracell 2030.

“A promoção da equidade de gênero é um compromisso estratégico da Bracell e parte essencial da nossa agenda de desenvolvimento sustentável. O avanço da presença de mulheres em posições de liderança, inclusive nas operações industriais, reflete um trabalho consistente de formação, inclusão e valorização de talentos, alinhado à nossa visão de longo prazo”, afirma Márcio Nappo, da Bracell.

Inserida em uma estratégia mais ampla de impacto social, a promoção da igualdade de oportunidades para mulheres integra o pilar Empoderando Vidas do Bracell 2030, que busca capacitar pessoas e comunidades por meio de iniciativas voltadas ao empreendedorismo feminino, à geração de renda e à educação, ampliando o alcance da agenda de equidade para além das operações internas.

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