William Bonner relembra início da carreira em entrevista a projeto de memória da ECA-USP

Já está disponível o vídeo da entrevista de William Bonner para o projeto “Memórias Ecanas”, iniciativa da Escola de Comunicações e Artes da USP (ECA-USP), realizada em parceria com o Museu da Pessoa. No depoimento, o jornalista revisita sua formação na instituição e compartilha reflexões sobre os primeiros passos na carreira.
Conduzida por Paulo Nassar, diretor-presidente da Aberje e professor titular da ECA-USP, ao lado de Lucas Lara, do Museu da Pessoa, a entrevista integra o acervo do projeto “Memórias Ecanas”, que registra histórias de ex-alunos e professores da Escola. A participação de Bonner ocorre no ano em que a ECA-USP completa 60 anos.
Ao relembrar sua trajetória, Bonner destaca o interesse precoce pela comunicação. “Embora eu fosse muito tímido, eu adorava a área de comunicação. Então, eu gostava de criar propagandas de produtos que não existiam”, afirma. No vídeo, ele também aborda o período de preparação para o vestibular, marcado por dúvidas sobre o futuro e pela influência familiar na escolha profissional.
O jornalista conta que prestou quatro vestibulares – FUVEST, PUC, FAAP e ESPM – e foi aprovado em todos, optando pela ECA-USP. Durante a graduação, teve contato com diferentes linguagens e experiências práticas, com destaque para a passagem pela Rádio USP, onde iniciou atividades de locução e produção.
Bonner também relembra os desafios do início da carreira, como a necessidade de conciliar estudo e trabalho e os deslocamentos pela cidade de São Paulo. O período, segundo ele, foi decisivo para a consolidação de sua trajetória na comunicação.
Memórias Ecanas
Criado em 2006 por Paulo Nassar, o projeto “Memórias Ecanas” é uma série de entrevistas em vídeo realizada por estudantes do curso de Relações Públicas da ECA-USP, sob supervisão de Paulo Nassar, na disciplina de Novas Narrativas. Nela, os alunos desenvolvem “um letramento ligado principalmente aos temas da Narrativa, da História e da Memória”, segundo Nassar. Para ele , a iniciativa produz um “grande mapa humano” da Escola e oferece “pistas relacionadas à identidade, imagem e reputação da Escola e das pessoas que a constituem”, ampliando o conhecimento sobre sua história para além dos registros oficiais.
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