Instituto de Ciência e Tecnologia Itaú completa um ano com expansão de pesquisas e parcerias acadêmicas

O Instituto de Ciência e Tecnologia Itaú (ICTi) completou um ano de atuação com iniciativas voltadas à pesquisa aplicada, parcerias acadêmicas e desenvolvimento de soluções tecnológicas ligadas ao setor financeiro. O Itaú Unibanco é mantenedor da Aberje.
Criado para aproximar o banco de universidades, pesquisadores e centros de pesquisa, o instituto reúne atualmente cerca de 195 pesquisadores parceiros e bolsistas externos envolvidos em projetos relacionados a inteligência artificial, ciência de dados, detecção de fraudes e confiabilidade de modelos.
Desde sua criação, o ICTi vem atuando para estimular a pesquisa científica no país, oferecendo condições para que pesquisadores desenvolvam estudos conectados a problemas concretos do mercado financeiro, sem perder o rigor acadêmico. Isso é feito por meio de duas modalidades de parcerias: com universidades brasileiras e internacionais, que já somam 11 instituições, e por meio de parceria com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) para a concessão de bolsas de pesquisas para graduados, mestres e doutores.
“O ICTi representa uma mudança estrutural na forma como pensamos em inovação. Estamos investindo em ciência aplicada, incentivando a pesquisa, produzindo conhecimento de alto nível e contribuindo para o desenvolvimento do ecossistema científico brasileiro. É uma agenda de longo prazo, que combina impacto acadêmico, aplicação prática e geração de valor para a sociedade”, afirma Carlos Eduardo Mazzei, diretor de Tecnologia do Itaú Unibanco.
Segundo o banco, o instituto acumula 19 artigos aceitos e publicados em revistas científicas e congressos internacionais, além de aproximadamente 70 pesquisas em andamento. Entre as parcerias estabelecidas estão colaborações com universidades federais brasileiras, Escola Politécnica da USP, Stanford e MIT.
O ICTi também registrou avanço na área de propriedade intelectual. Em 12 meses, o banco depositou 21 patentes relacionadas principalmente a soluções de inteligência artificial. Em abril de 2026, o instituto obteve sua primeira patente concedida, referente ao framework “Enviesador”, voltado à detecção de vieses em sistemas de recomendação e modelos de IA.
Para os próximos meses, o instituto prevê uma nova etapa de internacionalização, com ampliação da presença em ecossistemas globais de pesquisa e maior aproximação com laboratórios e organizações voltados ao desenvolvimento de tecnologias baseadas em inteligência artificial.
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