Dossiê da Revista Comunicação Empresarial: Bem-estar é governança
31 de maio de 2022
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A preocupação com a saúde psicológica dos colaboradores tem levado as empresas a investir em programas para preparar lideranças e engajar funcionários

O problema da saúde mental tem crescido dentro das organizações. Em especial, a incidência da Síndrome de Burnout, ou estafa profissional. Em janeiro deste ano, ela foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma doença ocupacional, um “estresse crônico associado ao local de trabalho que não foi adequadamente administrado”. Este é um dos temas da seção Dossiê da edição 109 da Revista CE.

A matéria Bem-estar é governança destaca que o que antes era visto apenas como um sintoma particular de exaustão emocional e baixo senso de realização passou a ser também responsabilidade direta das empresas, que precisam ter programas para conter a fadiga laboral de seus funcionários. Lidar com a Síndrome de Burnout, assim como com qualquer outro distúrbio mental, portanto, é hoje uma questão central de governança.

A reportagem traz ações e programas bem-sucedidos de empresas como LATAM, Unilever, Intel, Coca-Cola, Edenred, entre outras. “O burnout não é um fator novo. Está aí há muitos anos, mas se intensificou nos últimos tempos. Houve, porém, uma mudança de filosofia no tratamento dos colaboradores. Antes a mão de obra era considerada um recurso da empresa. Hoje começa a ser vista como um ser humano – que não é recurso de ninguém. E, como ser humano, é preciso ouvi-lo, saber o que está no seu coração”, diz Adriano Zanni, diretor de Engajamento e Comunicação com Empregados da Trama Reputale, agência de comunicação e marketing digital.

Leia a matéria na íntegra aqui

 
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