Aberje divulga estudo Orçamento da Comunicação Empresarial 2025-2026

A Aberje disponibilizou para seus associados o estudo “Orçamento da Comunicação Empresarial 2025-2026”, desenvolvido pelo Centro de Estudos e Análises Econômicas Aplicadas à Comunicação da Aberje (CEAEC) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com apoio do Valor PRO. O material reúne estimativas sobre os recursos destinados à comunicação empresarial no Brasil e oferece referências para o planejamento estratégico, a gestão orçamentária e a análise da evolução dos investimentos na área. O estudo “Orçamento da Comunicação Empresarial 2025-2026” está disponível exclusivamente para associados da Aberje.
O lançamento da edição foi anunciado na última quinta-feira (14) por Hamilton dos Santos, diretor-executivo da Aberje, durante o Aberje Trends RJ, realizado no auditório da Escola de Comunicação, Mídia e Informação da FGV (FGV ECMI).
Realizado desde 2022, o levantamento acompanha o comportamento dos orçamentos corporativos voltados à comunicação, incluindo custos com equipes próprias. A edição 2025-2026 consolida dados coletados entre dezembro de 2025 e março de 2026 junto a 129 empresas e organizações que atuam no país, permitindo observar movimentos de retração, estabilidade e revisão de despesas em um cenário de maior pressão financeira sobre as áreas de comunicação.
O estudo estima em R$29,9 bilhões o valor total destinado às atividades de comunicação empresarial no Brasil em 2025. Para 2026, a projeção é de R$30 bilhões, o que representa uma variação nominal de 0,5%.
“Os dados sugerem que a comunicação empresarial brasileira entrou em uma fase de maior disciplina orçamentária, na qual a preservação de recursos depende cada vez mais da capacidade de demonstrar impacto, eficiência e contribuição estratégica”, explica Leonardo Müller, economista-chefe da Aberje.
A leitura da série histórica aponta para a reversão do ciclo de expansão observado entre 2021 e 2023. Segundo a análise consolidada no levantamento, o setor passa a registrar dois anos consecutivos de queda nominal e três anos de retração em termos reais, movimento associado a um ambiente corporativo mais cauteloso em relação à alocação de recursos e a novos investimentos.
Além das estimativas nacionais, o material apresenta projeções estatísticas sobre o orçamento médio de comunicação em diferentes faixas de faturamento empresarial. A proposta é ampliar a capacidade de benchmarking das organizações e contribuir para análises comparativas sobre estrutura de investimento, prioridades e tendências da atividade no país.
Ao consolidar indicadores econômicos específicos da comunicação empresarial, o estudo também reforça a importância da mensuração da atividade em um contexto de crescente cobrança por eficiência, capacidade analítica e alinhamento entre reputação, estratégia e resultados de negócio. Esses dados permitem observar como as organizações vêm reposicionando suas estruturas de comunicação diante de ciclos de restrição orçamentária e transformação dos ambientes corporativos e informacionais.
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