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16 de janeiro de 2024

Autenticidade alucinante: AI e crise climática

Marcos Santos

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Essa é a época em que geralmente são divulgadas as palavras ou expressões que tiveram maior destaque durante o ano que passou. Editoras dos principais dicionários do mundo elegem a sua “palavra do ano” com base em buscas realizadas e votações abertas ao público. Consultorias também realizam pesquisas e contam com a ajuda de especialistas para eleger esses termos. Vamos a eles:

Por voto popular, a editora que publica o prestigiado dicionário inglês Oxford anunciou que a palavra do ano em 2023 foi “rizz”. A expressão foi bastante utilizada por jovens no ambiente digital e pode ser livremente traduzida como “flertar bem” ou então, como o dicionário a definiu: “estilo, charme ou atratividade, ou a capacidade de atrair um(a) parceiro(a) romântico ou sexual”. O termo vem de uma forma abreviada da palavra carisma (charisma), em inglês, retirada da parte central do vocábulo.

Enquanto isso, o tradicional dicionário Cambridge elegeu como palavra do ano “hallucinate” (alucinar). Mas a escolha não se deu pela definição original da palavra, que é quando ocorre uma alucinação, ou seja, “alguém parece ver, sentir, ouvir ou cheirar algo que não existe em decorrência de uma doença ou uso de drogas”. O verbo teve seu significado ampliado com o avanço da IA e passou a incorporar o que ocorre “quando uma ferramenta de IA alucina, produz informação falsa”. A publicação afirma que “as alucinações da IA nos lembram que os humanos ainda precisam agregar sua capacidade de pensamento crítico para a utilização destas ferramentas e que a experiência humana é indiscutivelmente importante para criar informações confiáveis e atualizadas nas quais os grande modelos de linguagem possam ser treinados”.

Já o norte-americano Merriam-Webster examinou os termos mais pesquisados para eleger “authentic” (autêntico) como a palavra de 2023. As buscas pelo termo tiveram um aumento significativo no período, impulsionadas por temas relacionados a IA, celebridades, identidade e mídias sociais. “Vimos em 2023 uma espécie de crise de identidade e percebemos que, quando questionamos a autenticidade, a valorizamos ainda mais”, afirmou Peter Sokolowski, um dos representantes da pesquisa.

O dicionário Collins endossou as duas famosas letrinhas “AI” ou “IA”, em português, como a palavra do ano. A publicação inglesa define inteligência artificial como um “modelo de funções mentais humanas realizado por programas de computador” e a considera a próxima grande revolução tecnológica por conta de seu rápido desenvolvimento, motivo pelo qual foi tão comentada no ano que passou.

No Brasil, uma das expressões do ano foi “mudanças climáticas”, citada por 37% dos entrevistados mapeados pela consultoria CAUSE em parceria com o Instituto de Pesquisa IDEIA. O termo vencedor foi o mais lembrado entre os 1.557 respondentes do estudo, dentre uma lista de sete palavras finalistas previamente definidas por especialistas. As palavras “resiliência” (14%) e “conflito” (12%) ocuparam a segunda e terceira posições do ranking, seguido por “inteligência artificial” (10%).

Nenhuma novidade que inteligência artificial ou expressões relacionadas a esta tecnologia tenham obtido grande notoriedade na mídia e na consciência popular em virtude dos inúmeros avanços e das amplas discussões sobre o tema em 2023. Este realmente foi o ano da ascensão e popularização mundial da IA generativa como a próxima revolução tecnológica que promete mudar a forma como vivemos. Quanto a esta afirmação, apenas “o tempo dirá”.

O que espero é que neste novo ano avancem profundamente os debates em torno de aspectos regulatórios da IA generativa. Apenas o seu uso ético e responsável garantirá os benefícios esperados pela humanidade, entre os quais está o apoio a causas fundamentais para a conservação do planeta para as atuais e futuras gerações.

Concordo com os 37% de brasileiros que responderam à pesquisa da CAUSE indicando que “mudanças climáticas” foi o termo (e tema) mais importante de 2023, e entendo que também o será em 2024.

Os artigos aqui apresentados não necessariamente refletem a opinião da Aberje e seu conteúdo é de exclusiva responsabilidade do autor.

Marcos Santos

Marcos Santos é Diretor de Marketing e Demand-Generation da Unisys para América Latina, responsável pelo planejamento e execução das iniciativas de brand awareness e geração de demanda na região. Antes de ingressar na Unisys em 2012, Marcos desempenhou funções seniores em agências de Relações Públicas, como Sing Comunicação, Fundamento Grupo de Comunicação e Andreoli MSL. Graduado em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo, Marcos possui MBA em Gestão da Comunicação Corporativa pela Aberje, curso de extensão (pós-graduação) em Análise de ROI em Programas de Marketing e Comunicação pela USP e completou o Programa MicroMaster em Digital Leadership pela Universidade de Boston.

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