Vivo fortalece apoio à arte com iniciativas que promovem diversidade e valorizam artistas negros
03 de maio de 2021
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Com projetos autorais e patrocínios a museus, empresa quer incentivar a reflexão sobre temas sociais e promover conteúdos que fortaleçam artistas negros e suas obras

‘Catarina Cassange’, da artista Panmela Castro, é uma das obras da Enciclopédia Negra, exposição que conta com apoio da marca (Foto: Panmela Castro/Divulgação)

Marca diversa e inclusiva, a Vivo ampliará o incentivo à arte em 2021 com um olhar dedicado, principalmente, para promover a cultura e os artistas negros. A iniciativa envolve novos patrocínios nas artes plásticas, uma temporada especial do Teatro Vivo em Casa e conteúdos exclusivos voltados ao tema na plataforma Vivo Cultura.

Com patrocínio da marca, a exposição Enciclopédia Negra pode ser visitada a partir deste sábado, 1º de maio, na Pinacoteca de São Paulo. A mostra apresenta, pela primeira vez, as 103 obras realizadas por 36 artistas contemporâneos, representando personalidades negras que tiveram suas histórias apagadas ou que nunca tinham sido registradas. Os trabalhos retratam os biografados em livro homônimo, publicado em março pela Companhia das Letras, de autoria dos pesquisadores Flávio Gomes e Lilia M. Schwarcz e do artista Jaime Lauriano.

Já o Teatro Vivo em Casa terá a sua segunda temporada de 2021, em junho, composta por quatro espetáculos, todos interpretados por atrizes e atores negros. “A Vivo acredita na diversidade e promove a pluralidade dentro e fora da empresa, por meio da arte e da adesão à importantes movimentos sociais. Ao valorizarmos a cultura e artistas negros, fomentamos a reflexão e damos destaque a estes talentos”, revela Marina Daineze, diretora de Marca e Comunicação da Vivo.

No @vivo.cultura, também estreia este mês a 2ª temporada de “Nos Caminhos da Arte”, série de audiovisuais ministrados por especialistas que apresentam e propõem a reflexão sobre as obras de grandes artistas, nacionais e internacionais. Na segunda quinzena de julho, vai ao ar “Vivo na Arte”, parceria entre a Vivo e museus patrocinados pela empresa, com conteúdos exclusivos, desenvolvidos com foco no acervo de cada museu. Já em agosto, estreia a galeria virtual de “Novos Talentos Negros nas Artes Plásticas”, que promove a divulgação das obras e o reconhecimento desses artistas, em parceria com o portal Terra e galerias especializadas. As produções são voltadas tanto aos aos seguidores do perfil @vivo.cultura, clientes Vivo Valoriza, como ao público em geral.

De dentro para fora

Por meio do programa Vivo Diversidade, lançado em 2018 e composto por quatro pilares de atuação (Gênero, LGBTI+, Pessoas com Deficiência e Raça), a Vivo mantém o pilar Raça como um de seus principais direcionadores para promover a representatividade negra e da cultura afro no país. A empresa mantém internamente um grupo de afinidade, o Vivo Afro, para debater o tema e propor iniciativas. Em 2020, lançou o projeto “Fábulas da Conexão”, com quatro curtas-metragens que mostram histórias que unem a tecnologia com elementos inspirados no realismo fantástico e narrativas brasileiras. Em abril deste ano, trouxe ao debate o colorismo, termo utilizado para anulação e diferenciação de pessoas, classificando-as do tom mais claro ao tom mais escuro de pele. Com a chamada “Quantos tons cabem nesse debate?” a empresa promoveu debates com colaboradores como forma de informar, gerar reflexão e discussão sobre o tema. Ao mesmo tempo, em parceria com o Instituto Modo Parités, lançou um programa de desenvolvimento de carreira para colaboradores negros, com o objetivo de promover autoconhecimento e desenvolver habilidades profissionais.

A empresa é fortemente engajada em iniciativas que envolvem a temática racial e possui metas para o aumento da representatividade de negros na companhia, incluindo cargos de liderança; 43% das vagas da última edição do Programa de Trainee Vivo foram preenchidas por candidatos negros – a companhia havia destinado no mínimo 30% das oportunidades para esse público. Em 2020, a Vivo ficou em 2º lugar no índice de Igualdade Racial nas Empresas – IIRE, uma iniciativa da Universidade Zumbi dos Palmares que pesquisou 23 empresas sobre ações afirmativas para redução da desigualdade racial. Em 2018, recebeu o prêmio Raça de Criatividade para a Diversidade, com o filme “Penteado.

 
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