Shell lança campanha para eliminar a diferença entre homens e mulheres no ambiente de trabalho
09 de julho de 2018
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Imagine-se cursando a faculdade dos seus sonhos e ouvir de colegas: “você não quer ser engenheira, isso é trabalho para homem”. Ou então, depois de anos de trabalho duro para conseguir uma promoção, entreouvir pelos corredores da empresa onde trabalha: “ela só conseguiu aquela posição por ser mulher”. Esses dois exemplos reais retratam apenas uma parte dos comentários inadequados que mulheres engenheiras em todo o mundo já ouviram ao longo de sua vida acadêmica e profissional. Buscando eliminar este abismo de gêneros dentro da indústria, a Shell – associado da Aberje – lançou globalmente a campanha “Closing the Gender Gap” (ou Acabando com a desigualdade de gêneros, em tradução livre).

De acordo com o Fórum Econômico Mundial de 2018, as mulheres representam 20% dos graduandos em engenharia, mas são apenas 11% da força de trabalho na área. A Shell também recorreu a uma pesquisa que aponta que mulheres podem ser frequentemente pressionadas a saírem dos campos de engenharia e de tecnologia em função de estereótipos, preconceito e microdesigualdades.

Dentro da empresa, a diversidade e inclusão já são parte de um compromisso sólido com os funcionários, por isso, a Shell entende que é muito importante falar com quem ainda não está no mercado de trabalho. A campanha é voltada basicamente para meninas e jovens que ainda se sentem intimidadas a seguir o caminho da engenharia, mas espera levantar o debate sobre este tema em outras companhias. “Se queremos atrair mais mulheres para cargos que historicamente são ocupados majoritariamente por homens, precisamos garantir que as condições de trabalho sejam iguais e que não haverá qualquer tipo de discriminação. Na Shell já funciona assim, mas com essa campanha queremos dar voz a mais mulheres em todo o mundo e fora da nossa organização”, afirma André Araujo, presidente da Shell Brasil.

 

 

 

Comprometimento – Nos últimos cinco anos, globalmente a Shell aumentou a representação feminina em sua Diretoria de 8% para 33%. Além disso, a representação de mulheres em posições de liderança sênior cresceu de 16% em 2012 para 22% em 2017. “Reconhecemos que ainda há um longo caminho a ser percorrido, mas queremos ser os primeiros da fila na batalha pelo fim deste tabu”, finaliza Araujo.

 
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