Sanofi patrocina exposição interativa sobre dengue em SP
16 de outubro de 2017
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Em parceria com a farmacêutica Sanofi – empresa associada da Aberje, o Museu da Vida da Fiocruz e o Sesc São Paulo mantêm até 15 de dezembro de 2017 a exposição interativa gratuita Aedes: que mosquito é esse?, sobre o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. A atração tem concepção, organização e montagem do Museu da Vida, e classificação livre.

A exposição passeia pelo complexo universo do inseto, usando tecnologia avançada e material multimídia. A iniciativa é apoiada pela Rede Dengue, Zika e Chikungunya da Fiocruz – que coordena diversas ações integradas para o controle do Aedes na instituição. Para o diretor da Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, Paulo Elian, “a exposição apresenta a complexidade científica e social dos problemas sanitários de maneira clara e em linguagem direta. É o conhecimento a serviço da vida e da saúde da população”.

De maneira clara e consistente, a exposição representa o compromisso da Sanofi com a Educação para a Saúde.  “Acreditamos na educação como elemento chave para que a população tome consciência e cuide de sua saúde e de todos no seu entorno. Juntos, podemos mudar o cenário das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti no Brasil”, comenta Hubert Guarino, diretor geral da Sanofi Pasteur no Brasil.

Com o intuito de sensibilizar o público para a importância de seu papel como protagonista na promoção de práticas saudáveis, e alinhado ao conceito de Promoção de Saúde, o Sesc traz esta exposição com o propósito de provocar reflexões acerca dos fatores de risco para doenças, para além da visão biológica, entendendo os sujeitos em sua integralidade, e respeitando o contexto social onde estão inseridos.  A Instituição trabalha com o objetivo de endossar valores que permitam desencadear processos de diálogo, crítica e possível transformação social, por meio da educação, premissa presente em todos os Programas.

Diversas atividades interativas estão à disposição do público, entre elas o “Quintal Interativo”, em que é possível observar, com lupas, o ciclo de vida do Aedes aegypti e as fases ovo, larva, pupa e alada (adulto). A ideia é convidar o visitante a encontrar potenciais criadouros do vetor, como pneus, caixas d’água destampadas e garrafas armazenadas de maneira incorreta.  O jogo no estilo point-and-click promete mexer com o público e se tornar uma das grandes sensações.

O jogo “Detetive da Dengue” apresenta cenários com possíveis criadouros – o participante deve identificá-los e tocá-los para eliminar a ameaça. Quem encontrar e bloquear mais focos, ganha a partida e acumula pontos na passagem à próxima fase, com nova missão. Brincando, o visitante pode usar um aplicativo no celular para achar criadouros do inseto em locais distribuídos ao longo da exposição.

 
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