Modelo de negócios automotivo mudará radicalmente, diz KPMG
29 de setembro de 2021
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O atual modelo de negócios da indústria automotiva, baseado em produzir e vender veículos, vai mudar radicalmente no Brasil nos próximos dez anos. Além disso, as montadoras passarão a gerar mais receitas com a prestação de serviços e menos com a venda de veículos na próxima década. Essas são algumas das conclusões da “Pesquisa Mobilidade 2021”, conduzida por KPMG, SAE Brasil e AutoData com 942 respondentes, de diversas faixas etárias. Os resultados, apresentados ao longo de 5 capítulos, têm como foco o cenário pós-pandemia, apresentam diversas análises comparativas de executivos e consumidores sobre pautas relevantes para o setor e comentários de diversos presidentes da indústria automotiva.

“A pesquisa revelou ainda que a oferta de serviços de assinatura é bem vista por uma parte expressiva dos entrevistados. Além disso, uma parcela dos consumidores não conhece este tipo de serviço, então esta é uma boa oportunidade de negócio para a indústria. Trata-se de uma modalidade interessante também para quem ainda não têm carro ou deseja experimentar novas marcas, modelos ou tecnologias”, afirma Ricardo Bacellar, Líder do setor de Industrial Markets e Automotivo da KPMG no Brasil.

Entre os demais assuntos abordados na pesquisa, estão modelos elétricos híbridos (HEV), interesse dos entrevistados por carros novos, necessidades e preferências do consumidor, e importância da venda de veículos pela internet. O conteúdo também reúne dados sobre possíveis parcerias entre montadoras e operadoras de celular para oferta de serviços de conectividade, aspectos de segurança e relevância do preço na decisão de compra.

A “Pesquisa Mobilidade 2021” reúne dados, considerações e observações obtidas em 48 questões, divididas em cinco macro temas, respondidas entre maio e junho deste ano. Todas as regiões do País participaram, sendo a maioria do Sudeste. As faixas etárias foram bem distribuídas e, em termos de nível educacional, a maior parte é pós-graduado. No grupo dos executivos, a maior parte ocupa postos de comando, como presidente/CEO e diretoria, e atua em montadoras. Em suas empresas, o principal perfil de faturamento ficou em mais de R$ 1 bilhão no ano passado.

O conteúdo está disponível na íntegra no link – https://home.kpmg/content/dam/kpmg/br/pdf/2021/09/pesquisa-automotiva-2021-f.pdf

 
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