Mastercard conecta meninas com o universo da tecnologia na segunda edição do Girls4Tech
16 de novembro de 2017
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A Mastercard, empresa associada da Aberje, traz pela segunda vez no Brasil programa Girls4Tech, cujo objetivo é estimular o interesse de meninas de 9 a 11 anos pelas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática – conhecidas em inglês pela sigla de STEM (science, technology, engineering and math).  A série de atividades será realizada na sexta-feira 17/11, das 09h às 13h30, na Mastercard (Av. das Nações Unidas, 14.171 – Torre Crystal – 19º andar, Santo Amaro, São Paulo).

Ao todo, 25 meninas da ONG Arrastão, localizada na Zona Sul de São Paulo e que trabalha com atividades para promover educação e cultura em crianças e jovens das comunidades locais, participarão da ação, que terá baterias contendo exercícios de convergência digital, algoritmos, criptologia, big data e inteligência local, realizadas por meios de elementos lúdicos que fazem alusão às ações realizadas por profissionais no cotidiano. Posteriormente, haverá uma seção de codificação, simulando uma ação real de programação.  As atividades terão mentoria de colaboradoras da Mastercard. “A Mastercard globalmente promove iniciativas para incentivar a presença feminina no setor de tecnologia. O Girls4Tech é apenas um dos exemplos. O programa tem o objetivo de despertar o interesse pelas ciências e mostrar para as estudantes que é possível ter uma carreira nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática, um universo ainda predominantemente masculino. Nosso objetivo é alcançar globalmente 200.000 garotas até 2020”, declara Sarah Buchwitz, Vice-Presidente de Marketing e Comunicação da Mastercard Brasil e Cone Sul.

As áreas conhecidas como STEM geram capacidade de pesquisar, projetar e inventar soluções que se tornam indispensáveis para sobreviver no Século XXI.  No entanto, o panorama brasileiro e mundial mostra a necessidade de se investir mais em educação infanto-juvenil voltada a ciência. De acordo com o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), que analisa a educação em 65 países no mundo, em 2016 mais da metade dos jovens de 15 anos eram analfabetos funcionais e não tinham competências em áreas como matemática e ciências. No Brasil, 66º colocado da avaliação em matemática e 63º em ciências, 70,2% dos alunos pesquisados estão abaixo do nível 2 em matemática e 56,6% abaixo do nível 2 em ciências, em uma escala que vai até o nível 6.

Idealizado há três anos pela Mastercard, o Girls4Tech reuniu, em 2016, 41 garotas em São Paulo. Até o momento, o programa alcançou mais de 22 mil meninas em 16 países.

 
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