Hotel Santa Teresa Rio da Accor é palco para arte contemporânea
27 de junho de 2018
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O MGallery Art Project apresenta exposições de diferentes artistas, transformando os jardins e outras áreas do hotel em uma verdadeira galeria de arte a céu aberto, com o bônus da vista para a Baía de Guanabara e para o Cristo Redentor. Para essa temporada, o projeto tem novidade: uma parceria com o Jacarandá, uma plataforma de difusão da arte brasileira, e sua curadoria de obras de arte contemporânea para compor o ambiente arquitetônico do hotel Santa Teresa Rio, da Accor – associada da Aberje.

Ao longo de 2018, serão realizadas intervenções dos artistas Arjan Martins, Carlos Vergara, Deborah Engel, Siri e Raul Mourão, todos eles atuantes no bairro histórico de Santa Teresa. “É um grande prazer estar com a plataforma Jacarandá e celebrar as obras de artistas que atuam em Santa Teresa, um bairro que convive com uma comunidade artística pulsante. O MGallery Art Project está de portas abertas para quem quiser respirar essa atmosfera genuinamente carioca”, declara Juan Sander, Gerente Geral do hotel.

A exposição é aberta ao público e ficará no hotel até fevereiro de 2019.

 

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Confira os artistas e em quais meses eles irão expor:

 

Siri (julho/agosto)

Artista inquieto, Siri começou sua carreira como músico profissional em 1996 tocando com grandes nomes da música brasileira como Sivuca, Hermeto Pascoal, Fernanda Abreu, entre outros. Em 2010 sua carreira expande definitivamente para arte sonora, sendo convidado a realizar exposições e performances no Brasil e exterior como Victoria and Albert Museum – Londres, NBK Gallery – Berlim e Portikus – Frankfurt. Suas obras ganham estruturas e formas em vídeos, fotografias, esculturas e principalmente na materialização da sua música, expandindo uma evolução musical do abstrato para o concreto. Em 2017, em sua nova exposição “Habitáveis”, o artista busca desvendar as semelhanças entre os seus microcosmos terrestres e os macrocosmos utópico criando exoplanetas imaginários habitáveis que orbitam em um outro sistema.

 

Carlos Vergara (setembro/outubro)

Nascido na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, Carlos Vergara iniciou sua trajetória nos anos 60, quando a resistência à ditadura militar foi incorporada ao trabalho de jovens artistas. Em 1965, participou da mostra “Opinião 65”, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, um marco na história da arte brasileira. A partir dessa exposição formou-se a “nova figuração brasileira”, movimento que Vergara integrou junto com outros artistas, como Antônio Dias, Rubens Gerchman e Roberto Magalhães, que produziram obras de forte conteúdo político. Desde os anos 80, pinturas e monotipias têm sido o cerne de um percurso de experimentação. Novas técnicas, materiais e pensamentos resultam em obras contemporâneas, caracterizadas pela inovação, mas sem perder a identidade e a certeza de que o campo da pintura pode ser expandido.

 

Deborah Engel (novembro/dezembro)

Engel, nascida na Califórnia, EUA, mudou-se ainda criança para São Paulo, onde viveu e trabalhou até 2003, ano em que se estabeleceu no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha atualmente. A artista expressa-se por meio de fotografias,assemblages e vídeos. Em sua série mais recente – Loco in Loco – cria relevos tridimensionais utilizando-se da mesma imagem, oriundas de registros geralmente feitos de espaços arquitetônicos icônicos, tais como: salas de exposições, teatros, museus.Com sete exposições individuais e 54 coletivas em seu portfólio, as obras de Deborah Engel integram os seguintes acervos institucionais: Fundação Bienal de Arte de Cerveira e Coleção Gilberto Chateaubriand em comodato ao Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; além de importantes coleções particulares no Brasil e no exterior.

 

Arjan Martins (janeiro/fevereiro)

Artista carioca com formação na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, e ganhador de dois prêmios, Arjan participou de várias exposições em grupo, como Arte Brasileira Hoje (MAM, 2005), Novas Aquisições (MAM, 2004) Abre Alas na galeria A Gentil Carioca (2009) e recentemente Do Valongo à Favela (MAR Rio, 2014). Em 2014, realizou sua primeira exposição individual no MAM Rio, Américas, com curadoria de Paulo Sérgio Duarte. No exterior, o artista participou da Bienal de Dakar, em 2006 e da Escultura do Haiti, em 2007. Em 2016, realizou uma exposição individual na A Gentil Carioca intitulada “Et Cetera”. Em 2017, Arjan teve uma exposição individual na Stiftung Brasilea na Suíça.

 
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