25 de agosto de 2022

Gerdau Summit é a primeira indústria do aço a se tornar Empresa B no mundo

Certificação da joint venture voltada ao fornecimento de peças para a geração de energia eólica reforça compromisso da Gerdau com a construção de um futuro ainda mais sustentável

A Gerdau anuncia, hoje (19), a certificação da Gerdau Summit, sua joint venture com a japonesas Sumitomo Corporation e Japan Steel Works voltada ao fornecimento de peças para a geração de energia eólica, como uma Empresa B. Dessa forma, a Gerdau Summit passa a ser a primeira indústria do aço a se tornar uma Empresa B no mundo. A certificação reflete o compromisso da Gerdau junto ao programa B Movement Builders e sua ambição de certificar todas as suas operações nos nove países em que está presente nas Américas até 2025. Como parte da sua agenda de sustentabilidade, a certificação reconhece que a companhia segue boas práticas de sustentabilidade e que conecta, de forma efetiva, o negócio com o seu propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro, deixando um legado na sociedade.

“A certificação da Gerdau Summit como Empresa B reafirma um compromisso de 121 anos da Gerdau com sua jornada de sustentabilidade e sua busca em ser parte das soluções aos desafios e dilemas da sociedade, promovendo um impacto positivo nas regiões em que está presente”, afirma Gustavo Werneck, diretor-presidente (CEO) da Gerdau e presidente do Conselho de Administração da Gerdau Summit. “Estamos muito orgulhosos de fazer parte do Movimento Global de Empresas B e de gerar ainda mais valor para os nossos stakeholders, e destaco que esse reconhecimento só foi possível devido aos esforços e comprometimento dos colaboradores e colaboradoras da Gerdau, clientes e fornecedores.”

“O processo de avaliação de impacto é independente e abrangente, passando por diversos aspectos do negócio, e todas as empresas do movimento são submetidas às mesmas análises rigorosas. A certificação da Gerdau Summit é mais uma prova de que é possível para grandes empresas gerar lucro e trazer um impacto positivo para o mundo, atendendo aos mais altos padrões. Parabenizamos a empresa por sua certificação e contamos com seu poder de influenciar todo o setor e sua cadeia de fornecedores nessa jornada de sustentabilidade”, diz Rodrigo Santini, Diretor Executivo do Sistema B Brasil.

A Gerdau Summit agora se une a um movimento internacional de 5.371 empresas com propósitos que atendem aos altos padrões de responsabilidade social e ambiental e transparência da certificação como Empresa B. A certificação como Empresa B é rigorosa, dada por uma organização internacional Independente, sem fins lucrativos – o B Lab, representado no Brasil pelo Sistema B -, que consegue verificar de forma tangível e mensurável como a Gerdau Summit tem trabalhado na construção de um ambiente de negócios ainda mais sustentável, diverso e inclusivo. A certificação utiliza a ferramenta on-line e exclusiva, a Avaliação de Impacto B (BIA), que permite analisar e acompanhar a evolução da performance da empresa de acordo com os mais altos padrões de desempenho e impacto positivo reconhecidos pelo mercado. A análise é realizada em cinco áreas: Governança, Trabalhadores, Clientes, Comunidade e Meio Ambiente.

“Na Gerdau Summit, estamos sempre buscando nos superar todos os dias, como reflexo de uma cultura ágil e inovadora. As práticas de sustentabilidade, nas dimensões social, ambiental e governança, estão no centro das nossas tomadas de decisão”, afirma Michele Robert, CEO da Gerdau Summit.
Fatos principais Gerdau Summit — Certificação Empresa B

  • A Gerdau Summit obteve 96,6 pontos na Avaliação de Impacto B, sendo que um mínimo de 80 pontos é necessário para “receber a certificação”de Empresa B;
  • Para se certificar como uma Empresa B, as organizações devem atender a altos padrões em cinco áreas de impacto: Governança, Colaboradores, Comunidade, Meio Ambiente e Clientes. As pontuações da Gerdau Summit estão publicadas de forma transparente no site da bcorporation e Gerdau.
  • Michele Robert tornou-se a primeira mulher a liderar uma operação de negócio na Gerdau ao assumir como CEO da Gerdau Summit em novembro de 2020.
  • Metas ESG (mulheres em posição de liderança e redução de emissões de gases de efeito estufa) atreladas à remuneração de longo prazo das lideranças;
  • A Gerdau Summit utiliza 75% de sucata metálica proveniente da reciclagem em seu processo produtivo, o que impulsiona a economia circular, a logística reversa e reduz a extração de recursos naturais;
  • Mais de 90% da água é recirculada nos processos produtivos;
  • A empresa oferece produtos inovadores que auxiliam no desenvolvimento da indústria eólica;
  • Atualização do Estatuto Social da empresa com cláusulas B, que determinam que a atividade social será realizada de forma a considerar os efeitos econômicos, sociais, ambientais e jurídicos de curto e longo prazo em relação aos stakeholders.

Desde 2020, a Gerdau está conectada ao movimento de Empresas B como parte do programa B Movement Builders, coalizão que une empresas multinacionais de capital aberto que visam transformar a economia global para contribuir com a valorização de longo prazo de todos os seus públicos. O grupo é supervisionado pelo Conselho Consultivo Independente do B Lab e tem como diretrizes apoiar o Movimento B e colaborar com outras empresas e stakeholders que invistam nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, entre outros deveres.

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