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06 de novembro de 2013

Cidades brasileiras na lanterninha em Reputação

Tatiana Maia Lins
 
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Recentemente, o Reputation Institute divulgou o seu ranking sobre a reputação das cidades. Mais uma vez o Brasil não emplacou cidade alguma entre as top 50. Rio de Janeiro, apesar de todo o holofote trazido pelos jogos olímpicos, aparece na 64ª posição, três posições a menos do que em 2011. São Paulo está em 72º lugar, sete posições a menos do que em 2011. Sidney ficou em primeiro lugar na lista, Bagdá no último. Montevidéu é a cidade da América Latina com melhor reputação, aparecendo na 52ª posição.

O estudo mede a confiança geral, admiração, estima e bons sentimentos que o público mantém para com as cidades, bem como percepções em 13 diferentes atributos relativos à administração, economia e interesse que as cidades despertam nas pessoas. Não basta ser um polo turístico, cultural ou econômico, a cidade precisa fazer com que as pessoas se sintam seguras, precisa oferecer qualidade de vida, boas opções gastronômicas, precisa ter um governo que funcione. Fernando Prado, do Reputation Institute, lembra que as pessoas têm imagens de uma cidade em sua mente quando eles estão decidindo ir de férias, para viver ou trabalhar, ou para comprar produtos originados deste local. O modelo mostra que uma cidade que sabe como gerir eficazmente a sua reputação pode atrair mais turistas, maior investimento ou um fluxo maior de talento.

Rio e São Paulo aparecem atrás de cidades como Veneza, quinta posição, Edimburgo (7ª), Praga (30ª), Perth (36ª), Lisboa (40ª), Bali (50ª).  Esta pesquisa, realizada entre janeiro e fevereiro com 22 mil pessoas dos países que formam o G8 (Estados Unidos, Canadá, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Rússia), mostra como a percepção das cidades brasileiras no mundo ainda é tão frágil. Mostra a necessidade das nossas cidades de fazer o dever de casa oferecendo melhores condições para seus residentes, para os turistas que as visitam e para os investidores; de reforçar e estreitar as relações com seus stakeholders, assim como que há ainda muito trabalho de comunicação a ser feito no fortalecimento das imagens de nossas cidades. Não basta que as pessoas saibam que no Brasil há uma cidade chamada Rio de Janeiro ou outra chamada São Paulo. As pessoas precisam de informações que levem a uma imagem positiva sobre as cidades para que a reputação seja boa. Numa época em que a insatisfação dos brasileiros com suas cidades está tão evidente, há um grande espaço para reflexão e mudança.

Vamos arregaçar as mangas e trabalhar!

Em tempo: os esforços com a marca Brasil estão gerando frutos. O Brasil encontra-se na 21ª posição no ranking dos países realizado pela mesma consultoria.

Os artigos aqui apresentados não necessariamente refletem a opinião da Aberje e seu conteúdo é de exclusiva responsabilidade do autor.

Tatiana Maia Lins

Fundadora da consultoria Makemake Reputação, é mentora de lideranças e professora na Escola Aberje, na ESPM, na UnB, na FAAP e na USP. É autora do livro Reputação e Valor Compartilhado - Conversas com CEOs das empresas líderes em ESG, Editora Aberje (2022) e foi retratada em março de 2023 como uma liderança ESG moldando o futuro dos negócios no Brasil pela Women to Watch Brasil.

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