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BB completa 211 anos e debate a inovação no mundo da comunicação

Rede Aberje

Neste mês, o Banco do Brasil completou 211 anos de história. Criado em 12 de outubro de 1808, fez e faz parte da história do país e, consequentemente, da história da comunicação corporativa brasileira também. Associada da Aberje, já venceu inúmeras edições do Prêmio Aberje e busca sempre inovar.

Durante todos esses anos de história, alguns fatos são marcantes e valem ser destacados. Em 1866, o Banco do Brasil deixa de emitir moeda, atribuição que fica a cargo da Casa da Moeda, e se torna o principal captador de depósitos e fornecedor de empréstimos do Brasil. O Banco começa a descontar títulos e a fornecer empréstimos garantidos por hipotecas. As mudanças na economia brasileira não passam desapercebidas. Ao lado da forte expansão da economia cafeeira, o Brasil começa a dar seus tímidos passos no caminho da industrialização. A Abolição da escravatura provoca mudanças profundas na economia. Os escravos seriam substituídos por trabalhadores assalariados, aumentando muito a circulação de dinheiro e a necessidade de moeda. Com isso, o Banco apoia a Abolição ao começar a financiar a substituição da mão de obra escrava pelos imigrantes europeus e a produção agropecuária. Uma importante página da nossa história. Ela foi o começo de um movimento que culminaria com a Proclamação da República. 1906, por exemplo, foi o ano da listagem pública das ações do BB na bolsa de valores. Exatamente 100 anos depois, o BB foi o primeiro banco a ingressar no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo.

Em 1960, ocorreu a transferência da sede do Banco do Rio para Brasília no dia da inauguração da nova capital do País. Foi na segunda metade do século XX que o Banco ganhou uma vitalidade com novas frentes para o mercado. Foram funcionários do BB que criaram o produto consórcio no mundo. E também na mesma época foi criado o Cheque Ouro. Com inovações como essas, veio a expansão do varejo, em um período em que as mulheres passaram a ingressar para o BB e logo se destacaram. Isso tudo garantiu ao Banco uma posição forte para se apresentar também ao mundo como o primeiro Banco brasileiro com presença no exterior. Desenvolvimento do crédito agrícola e do comércio exterior, investimento em marketing esportivo (hoje, também com a estratégia no e-sports, com patrocínio inclusive à BGS, que fez sucesso em SP nesta semamana que passou) marcam a história da instituição bancária.

Em 1985, foi criada a Fundação BB, que até hoje é um importante instrumento de transformação social do país. Um ano depois, em 1986, o Governo Federal autorizou o Banco a atuar em todos os segmentos de mercado, iniciando nossa evolução como conglomerado financeiro. Já 1989 foi o ano que marcou a inauguração do primeiro CCBB, no Rio de Janeiro. Já são 30 anos de apoio à cultura do país, hoje com quatro Centros. Além de Rio, também em Brasília, São Paulo e Belo Horizonte. Em 1987, o BB diversifica o varejo e lança o Ourocard, primeiro cartão de múltiplo uso do mercado brasileiro e que hoje traz inúmeros benefícios em shows e eventos esportivos, além de vantagens negociais e parcerias que só o Ourocard tem. Em 1994, com a introdução do Real, o BB realizou a maior troca física de moeda já realizada no mundo, substituindo todo o meio circulante no Brasil.

Em 1999, veio o primeiro mobile banking do País e, no ano seguinte, lançamos nosso portal na internet. Já em 2017, o BB foi certificado pela B3 no Programa Destaque em Governança das Estatais. Em 2018, lançamos nossas transações via WhatsApp, intensificamos desenvolvimentos de chatbot e também a nossa atuação mercadológica por dados.

Já em 2019, o Banco obteve importantes conquistas mundiais, como com o Datacenter que recebeu certificado internacional e é referência para empresas de todo o mundo. Ainda neste ano, BB foi reconhecido como o banco mais sustentável do mundo no ranking Global 100 e também voltamos a integrar a carteira World do DJSI. Mas é no campo da comunicação – especialidade da Aberje – que trazemos o foco, com a integração da comunicação pela empresa e sobre o uso de inteligência de dados para realização de negócios.

NEGÓCIOS – Na era do big data, um grande volume de informações é gerado por segundo na internet. O BB também usa esses dados para gerar negócios na estratégia de uso de mesa de performance na operação de mídia com foco na realização de negócios. A estratégia conta com ferramentas de análise de dados, como Google Analytics e Firebase (plataformas analíticas para desktop e mobile), para realizar abordagens em mídia digital de forma assertiva e personalizada.

A estratégia conta com gestão integrada, com equipe matricial com 39 profissionais de diversas áreas do BB e da agência de publicidade WMcCann para a efetividade de negócios e dinamismo na tomada de decisões nas ações de comunicação. Em 2019, já foram realizadas 43 campanhas via mesa de performance com quase 2,7 mil anúncios integrados com campanhas de publicidade tradicionais. Os resultados de abertura de contas de microempreendedores individuais (MEI) gerados já representam 42% de todas as contas deste tipo abertas pelo Banco. Os produtos de abertura de Conta Fácil para pessoa física e solicitação de cartão de crédito para não correntistas também são destaques: ambos já representam, aproximadamente, 30% na participação do resultado destes produtos no Banco. Além disso, ainda há compartilhamento de inteligência com a mesa de performance da BB Seguros, já em operação e também gerando negócios para o conglomerado.

Para o diretor de Marketing e Comunicação do BB, Alexandre Alves, as operações de Marketing precisam ser cada vez mais dinâmicas, integradas e em tempo real. “É preciso medir, analisar, otimizar e repetir esse ciclo. Tudo isso com agilidade e assertividade. Por isso, o Banco se apoia em análise de dados para uma atuação consistente e gerando resultados para a empresa”. Para ele, é preciso evoluir sempre na experiência do cliente e em sua jornada de contratação a partir do uso de inteligência de dados. “A operação com diversas áreas do Banco trabalhando juntas indica que a atuação em processos ágeis e com cultura de testes a aprendizados contribui para o atingimento de bons resultados que complementam a atuação da Rede do Banco”. A configuração das campanhas ocorre a todo momento, buscando melhorias contínuas para uma melhor performance negocial a cada abordagem.

A gerente executiva de Marketing Digital do BB, Paula Sayão, conta que a estratégia se baseia no uso de metodologia de trabalho ágil, característica das empresas startups que permite que todas áreas se tornem mais eficientes, estando 100% orientadas para a geração de negócios. “Isso significa mais eficiência no volume de recursos investidos, além de uma comunicação mais certeira, chegando no momento certo e na hora certa para o consumidor que esteja demonstrando propensão a consumo de produtos bancários”, explica Paula. “Tudo isso de um jeito bastante integrado entre as áreas do BB que lidam diretamente com clientes, produtos, tecnologia e apoio das agências de publicidade para potencializar negócios em cartões, crédito, investimentos e abertura de contas”, complementa a executiva, reforçando o papel de todo o time do Banco para o sucesso dos negócios.