Astellas atua em pesquisa e desenvolvimento de tratamentos inovadores e é mais nova associada da Aberje
20 de agosto de 2020
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A Astellas, sediada em Tóquio, Japão, é uma empresa dedicada a melhorar a saúde da população mundial por meio de produtos farmacêuticos inovadores e seguros.  A companhia surgiu em 2005, fruto da fusão histórica da terceira e da quinta maiores companhias farmacêuticas no Japão, a Yamanouchi (fundada em 1923) e a Fujisawa (fundada em 1894). No Brasil, a organização iniciou a sua atuação em 2009 e, desde então, tem focado o seu trabalho, nas áreas de urologia, oncologia, imunologia e doenças Infecciosas.

A companhia está presente em mais de 40 países no mundo, conta com cerca de 16.000 funcionários, sendo quase 200 no Brasil. Sua atuação se destaca pelo seu foco em áreas que concretizam a visão da Astellas de transformar ciência inovadora em valor para os pacientes. A unidade brasileira acaba de associar-se à Aberje.

 

 

Esse racional é composto por um tripé de áreas de foco, formado por:

  1. Biologia da doença;
  2. Modalidades e tecnologias versáteis;
  3. Doenças e condições com altas necessidades não atendidas, nas quais os dois outros componentes possam ter atuação.

Prova de seu compromisso com a inovação com foco no paciente é a inclusão do Brasil, em 2019, entre os mercados participantes do Prêmio Astellas Oncologia C³ Prize, desafio global anual que busca ideias inovadoras que possam gerar uma mudança significativa na atenção e cuidado com o paciente com câncer.

No mundo, a companhia trabalha com fortes valores e crenças fundamentados na criatividade, ética, foco no cliente e no mercado. Isso se traduz no Brasil por meio de premiações que a empresa conquistou nos últimos anos. Em 2019, a Astellas foi reconhecida pelo Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos do Estado de São Paulo (Sindusfarma) e o Instituto Ipsos como a empresa com a melhor imagem corporativa e melhor presença no segmento de área terapêutica de urologia. A pesquisa contou com a participação de 650 médicos de diversas especialidades, incluindo 30 urologistas. Desde 2013 a empresa também vem sendo certificada anualmente pelo Instituto Great Place to Work®  entre as melhores empresas para trabalhar no Brasil. Em 2020, foi reconhecida como uma das melhores empresas para trabalhar pelo ranking GPTW Mulher, iniciativa do instituto que premia as companhias que estimulam a liderança feminina e a igualdade entre gêneros.

A Astellas incluiu entre as categorias de seu código de ética um pilar voltado à diversidade. Com o objetivo de tornar a companhia um local mais inclusivo para negros, mulheres e membros da comunidade LGBTQI+, funcionários são convidados a participar frequentemente de discussões sobre diversidade e inclusão no grupo de trabalho intitulado “Alliadxs”.

A Astellas também tem como foco apoiar associações de pacientes a partir de investimentos em projetos. Em 2020, a companhia pretende investir ainda mais nessas instituições e espera cooperar com cerca de 10 novos projetos, sem contar a ação social realizada anualmente com populações em situação de vulnerabilidade social, o “Changing Tomorrow Day”.

No portfólio de produtos disponibilizados no Brasil, estão medicamentos voltados para a área urológica, para condições como a hiperplasia prostática benigna (HPB), sintomas do trato urinário inferior (LUTS, sigla em inglês) e bexiga hiperativa. A companhia também tem avançado no País com tratamentos oncológicos e onco-hematológicos inovadores, como terapia para o câncer de próstata avançado e a terapia-alvo para a leucemia mieloide aguda. Em seu pipeline de lançamentos para a próxima década estão tratamentos focados em anticorpos monoclonais, imuno-oncológicos, terapias gênicas, terapias celulares, entre outras terapias para o tratamento do câncer e de outras doenças com necessidades não atendidas.

COMUNICAÇÃO – A comunicação corporativa da Astellas possui uma estrutura regional, sendo três no Brasil, que conta com a liderança de Marcella Barbosa, gerente sênior de comunicação, e da equipe formada por Mariana Pedroni, analista sênior de comunicação, e Michelle Teixeira, estagiária de comunicação. A organização da equipe nesse sentido, se dá para que haja uma frequente troca de conhecimentos e otimização das atividades de comunicação corporativa entre os mercados nos quais a companhia atua. “A Comunicação já exercia um papel fundamental na estratégia de negócios das empresas, mas agora nesse novo cenário, percebemos uma maior valorização da área na conexão entre a empresa e seus diferentes stakeholders, sejam internos ou externos, na busca por um maior engajamento em relação à marca e sua causa”, afirma Marcella. Neste ano, com sua chegada ao time, o objetivo é estruturar uma equipe de comunicação no Brasil que mantenha um alto grau de alinhamento regional e que possua maior independência para que seja possível ampliar os trabalhos de comunicação externa e interna no País.

 
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