Aberje e Brivia trazem insights do Web Summit, o maior evento de transformação digital do mundo
14 de março de 2022
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Colaboração, comunicação digital e disrupção foram alguns temas tratados na live que apresentou o relatório da Missão Web Summit, organizado pela Brivia, em parceria com a Aberje

A Aberje e a associada Brivia participaram do Web Summit – Tendências em transformação digital – maior evento de transformação digital do mundo, na edição de Lisboa, em novembro de 2021. O encontro em Portugal – que reuniu cerca de 40 mil pessoas – trouxe discussões sobre como a tecnologia transforma a maneira como as pessoas se relacionam, consomem, percebem valor e como atendem às suas expectativas. 

Uma conferência desta magnitude apresenta uma quantidade imensa de conteúdos. Desse modo, a Brivia organizou a “Missão Web Summit 2021”, em parceria com a Aberje, com o objetivo de elaborar trilhas de conteúdos focadas nos desafios corporativos de brasileiros. Essa iniciativa gerou um relatório completo sobre o que foi discutido em Lisboa a respeito do papel da comunicação nas maiores tendências de comunicação digital, apresentado em uma live realizada no dia 10 de março. O evento online contou com a participação de Diogo Garcia, sócio-diretor na área de Emerging Giants & Venture Capital da KPMG Brasil; Murilo Jovtei, head de Negócios Digitais na Arezzo&Co; Guilherme Bello, head of Strategy na Brivia; e Lilian Chwartzmann, Key Account Director na Brivia como mediadora.

Na oportunidade, Guilherme Bello contou como a Brivia e a Aberje se prepararam para a Missão e comentou os principais destaques do Web Summit 2021. “O evento é gigantesco, com mais de 700 palestras programadas ocorrendo simultaneamente. Estávamos com um grupo de especialistas em dados, tecnologia e criação para entender como iríamos cobrir o máximo do evento. Organizamos um mapa de palestras, e focamos em alguns pontos”, explicou.

Tecnologias já consolidadas

Em seguida, Lilian Chwartzmann iniciou o debate perguntando quais foram as novidades do evento que naturalmente impactam nos negócios. Diogo Garcia frisou que o que chamou sua atenção foi a adoção de novas tecnologias. “Muitos falam que a pandemia acelerou a transformação digital, mas achei interessante que esse momento de pandemia trouxe uma aceleração de projetos de transformação digital de todas as naturezas possíveis”, avaliou. 

“Outro ponto muito interessante foi a questão do volume de capital disponível para investimentos em projetos de tecnologia. As startups estão, de fato, no radar dos investidores”, disse Garcia. “A questão da colaboração também me chamou a atenção. De nada adianta termos tecnologias disponíveis, termos capital disponível se a gente não trabalha numa rede de colaboração. Esse soft skill foi uma coisa que eu fiquei muito impressionado porque eu também sou líder de comunidades de startups e a premissa é sempre colaborar. E como eu consigo colaborar, de forma mais objetiva, com o meu ecossistema? Unindo players, corporações, startups, academia, universidades, pesquisadores, para que a gente consiga, não só elevar o patamar de inovação, como também criar soluções que atendam os clientes que passaram por uma jornada também de aprendizado durante a pandemia”, concluiu.

O mais interessante do evento, na visão de Murilo Jovtei, é que é possível construir uma trilha ‘hiper customizada’. “Para mim, foi bastante interessante, porque eu consegui fazer uma referência com o Web Summit de 2019 versus o de 2021. O evento não trouxe grandes tecnologias ou disrupções, mas sim um combinado de diversas tecnologias e temas que vêm evoluindo ao longo dos últimos anos que têm permitido novas aplicações e uma grande aceleração”, colocou. 

Bello diz concordar com a leitura que Jovtei fez do evento, de consolidação de algumas coisas. “Também estive no evento de 2019 e muitas palestras tratavam de temas que já foram incorporados no negócio agora em 2021, uma coisa de consolidação tecnológica  mesmo. Não teve nenhuma grande disrupção; talvez a maior tenha sido o tema do Metaverso e por isso segue gerando uma hype até agora”, acentuou. “Foi, de fato, um evento que mostrou as coisas já aplicadas na vida real e vai faltar mão-de-obra. O mundo acordou. A competição entre as empresas é mais a nível global, mas o acesso aos talentos é global também”, complementou.

“Já faltam profissionais e líderes de inovação conectados com todo o ecossistema e a gente precisa resolver esse problema o mais breve possível; a gente já começa a contratar profissionais de outros lugares do mundo. Além dessa ‘guerra de talentos’ que já existe no Vale do Silício, principalmente, a gente vai ter isso no Brasil”, complementou Diogo.

Assista ao evento na íntegra no canal do Youtube da Aberje:

 

 
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