PATROCINADORES

Ícone do topo

login / cadastro

  • Sobre
    • Quem Somos
    • Equipe
    • Nossas Associadas
    • Nossa História
    • International Aberje Award
    • Estatuto
    • Relatórios
  • Conteúdos
    • Notícias
    • Artigos e colunas
    • Blogs
    • Editora Aberje
    • Pesquisas
    • CEAEC Centro de Estudos Aplicados
    • Revista CE
    • Revista Valor Setorial
    • Podcasts
    • Vídeos
    • Newsletter BRpr
  • Eventos
    • Aberje Trends
    • Labs de Comunicação
  • Conecta CI
  • Escola
  • Prêmio
  • Benefícios
    • Comitês Aberje
    • Centro de Memória e Referência
    • Guia de fornecedores
  • Fale Conosco
  • Associe-se
Ícone do topo

login / cadastro

  • Sobre
    • Quem Somos
    • Nossa história
    • Estatuto
    • Relatórios
    • Equipe
    • Nossas Associadas
  • Associe-se
  • Notícias
  • Opinião
    • Artigos e colunas
    • Blogs
  • Vagas e Carreira
  • Associadas
    • Nossas Associadas
    • Comitês Aberje
    • Benchmarking
    • Centro de Memória e Referência
  • Eventos
    • Aberje Trends
  • Escola Aberje
  • Prêmios
    • Prêmio Aberje
    • Prêmio Universitário Aberje
    • International Aberje Award
  • Labs de Comunicação
  • Conteúdos
    • Editora
    • Revista CE
    • Revista Valor Setorial
    • Pesquisas
    • Materiais de consulta
    • Podcasts
    • Vídeos
  • Aliança Aberje de Combate às Fake News
  • Newsletter BRpr
  • Fale Conosco
  • Relatórios

19 de julho de 2016

Pokémon Go aumenta mais a ilusão que a realidade

Luís Antônio Giron
 
  • COMPARTILHAR:

O jogo para celulares Pokémon Go é um sucesso monstruoso de comunicação (em uma semana, a empresa japonesa Nintendo aumentou seu valor etc.). A peculiaridade é que ele não se baseia apenas no lançamento de um produto. Na verdade (e o que é verdade agora mesmo?), o game redimensiona o estatuto da realidade e provoca no usuário tanto uma coreografia e um treinamento no espaço concreto como uma reflexão sobre a existência em vários campos de significação que cruzam, misturam e tornam difusas as realidades e tecnologias física e virtual.

A arena da nova ontologia está montada. Nova York foi invadida há uma semana por Pokémons. Os jogadores se reúnem em ‘gyms’ e ‘pokéstops’ nos locais mais inóspitos para treinar equipes e eliminar seres virtuais que se proliferam por meio do GPS. Os vetores dos espaços e virtuais e reais, públicos e privados, se misturam. Tudo muito divertido.

Mas a questão é se a tecnologia de realidade aumentada aprofunda a percepção do real ou se ela o distorce, para exacerbar a ilusão. Trata-se de uma máquina de viver no plano real em quase total desligamento com a realidade. A partir de então, o jogador pode conviver com fantasias e monstros de bolso (Pokémon é a abreviatura de “pocket monsters”), espaços físicos e coordenadas de GPS. Os monstrinhos são programados para aparecer no radar. Apesar de digitais, eles interferem no mundo físico e exigem a participação em carne e osso dos seres humanos. Tanto que vários acidentes e problemas têm acontecido, mesmo, nas ruas das cidades onde o jogo está sendo disputado.

No teste deste mundo online-offline regido pelas redes sociais, os usuários não têm conseguido equilibrar os princípios do prazer e da realidade, a satisfação imediata de um desejo (capturar um monstro) e a constatação de que nada daquilo é real ou totalmente recompensador. No fundo, a realidade aumentada não passa da ilusão que cega.

Os artigos aqui apresentados não necessariamente refletem a opinião da Aberje e seu conteúdo é de exclusiva responsabilidade do autor.

Luís Antônio Giron

Jornalista e escritor, Doutor em Comunicações e Artes e Mestre em Musicologia pela Escola de Comunicação e Artes da USP. Trabalhou como editor e repórter especial nas seguintes publicações: Folha de S. Paulo, Veja, O Estado de S. Paulo, Gazeta Mercantil e Época. Como gerente de Multimídia da Fundação Padre Anchieta, reorganizou o portal cmais. Produziu e redigiu documentários e programas na TV Cultura. Livros publicados: Ensaio de Ponto (romance, Editora 34, 1998), Mário Reis, o fino do samba (biografia, 2001), Até nunca mais por enquanto (contos, Record, 2004), Minoridade crítica: folhetinistas diletantes nos jornais da corte (Edusp/Ediouro, 2004), Teatro de Gonçalves Dias (Martins Fontes, 2005) e Crônicas Reunidas de Gonçalves Dias (Academia Brasileira de Letras, 2013).

  • COMPARTILHAR:

ARTIGOS E COLUNAS

  • Elizeo KarkoskiEntre o ser e o parecer: reflexões a partir de “Comunicação e Governança”
  • Leonardo MüllerPor que precisamos de corretores da confiança. Uma interpretação econômica do Edelman Trust Barometer 2026
  • Denise MelloEntreter ou morrer: por que as marcas precisam reaprender a falar com as pessoas

Destaques

  • Em entrevista a O Globo, diretor-executivo da Aberje fala sobre seu novo livro
  • Tendências da Comunicação Interna 2026 destaca o papel da IA, influenciadores e liderança
  • Professor da Universidad de los Andes vence International Aberje Award na IPRRC 2026

Notícias do Mercado

  • EDP lança campanha para reforçar posicionamento de marca no mercado de energia
  • Rede Comunicação anuncia nova liderança e reposicionamento estratégico
  • Confiança se torna mais localizada e reforça o papel da reputação corporativa, aponta Edelman Trust Barometer 2026

BLOGS

A Aberje é uma organização profissional e científica sem fins lucrativos e apartidária. Tem como principal objetivo fortalecer o papel da comunicação nas empresas e instituições, oferecer formação e desenvolvimento de carreira aos profissionais da área, além de produzir e disseminar conhecimentos em comunicação.

ENDEREÇO
Rua Amália De Noronha, 151, 6º Andar – Pinheiros, São Paulo/SP
CEP 05410-010

CONTATO
(11) 5627-9090
(11) 95166-0658
fale@aberje.com.br