Parceria entre Yara e projeto Campo Favela beneficiará cerca de 16,3 mil famílias e 5 mil pequenos agricultores de diferentes regiões do País
16 de novembro de 2020
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Cestas contendo frutas, verduras e legumes serão doadas aos moradores de comunidades carentes que vivem em regiões onde a empresa possui operações

 

A Yara ampliou as ações para mitigar os impactos da crise econômica decorrente do coronavírus (COVID-19) nas famílias mais necessitadas que residem próximas das suas principais unidades no País. A empresa vai atuar em conjunto com o projeto Campo Favela, iniciativa criada por professores do Insper que leva frutas, verduras e legumes dos pequenos produtores agrícolas às associações locais e aos moradores em vulnerabilidade no Brasil. Será realizada a entrega de cestas de alimentos às comunidades de Candeias (BA), Canoas (RS), Catalão (GO), Cruz Alta (RS), Cubatão (SP), Porto Alegre (RS), Rio Grande (RS), São Paulo (SP), Serra do Salitre (MG) e Uberaba (MG). A previsão é que cerca de 16.300 famílias sejam beneficiadas com a entrega dessas cestas, cada uma contendo 9 quilos de alimentos saudáveis. As frutas, verduras e legumes presentes em cada kit são resultados da produção de pequenos agricultores locais que atuam nas mesmas regiões das cidades beneficiadas.

“As ações voltadas ao combate ao desperdício e que proporcionam ao mesmo tempo uma alimentação de qualidade a quem mais precisa neste momento tão difícil é o objetivo  desta parceria que une, de forma direta, agricultores e famílias carentes no acesso e na distribuição gratuita de alimentos saudáveis”, afirma Lucied Marques, diretora Comercial e de Negócios da Yara Brasil.

Para fazer com que aproximadamente um total de 150 mil quilos de alimentos saudáveis cheguem às mesas de muitas famílias que residem nessas dez cidades, foi necessário contar com a expertise do projeto Campo e Favela. Em média, serão duas entregas quinzenais para cada família carente. O projeto prioriza a compra da produção de pequenos agricultores, gerando renda para agricultura familiar que vinha, em muitos casos, tendo que desperdiçar sua produção porque não tinha para quem comercializar em decorrência da pandemia. Estão envolvidos, direta ou indiretamente, nesta ação da Yara cerca de cinco mil produtores rurais que integram cooperativas nos estados da Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo.

“A Yara foi uma pioneira no setor agrícola no apoio ao nosso objetivo. A entrada da empresa no projeto aconteceu em uma fase crítica, na qual a verba de muitos dos apoiadores já estava se esgotando e precisávamos de novos parceiros para expandir e dar continuidade ao projeto”, explica Lars Sanches, criador do Campo Favela. “Com a participação da empresa, está sendo possível expandir o projeto para outras regiões, tocar ainda mais famílias e fazer a diferença na vida de muitas pessoas”, destaca.

Além da ajuda momentânea, o Campo Favela pretende estimular nas comunidades atendidas a compra direta de alimentos do produtor regional. Tudo para que as famílias possam ter acesso a frutas, legumes e verduras fresquinhos, de boa qualidade e com preço justo. Estudos promovidos pelo Insper comprovam que os moradores de favelas pagam mais caro pelos alimentos em geral devido ao custo dos atravessadores. Ao comprovarem este problema, os professores decidiram criar o Campo Favela que é um projeto social que visa ajudar pequenos agricultores e moradores de comunidades no atual cenário da COVID-19, criando um modelo de negócios sustentável no período pós-pandemia.

Ação semelhante começou em São Paulo no início da pandemia

Após a implantação de medidas restritivas à população por causa do novo coronavírus (COVID-19), a Yara se uniu com a ONG Grupo de Mulheres do Brasil e com os produtores rurais de hortifruti que atuam no Cinturão Verde de São Paulo para a entrega gratuita de sete toneladas de hortifrutis a milhares de famílias carentes em todo o Estado de São Paulo. Em aproximadamente seis meses, a empresa contou com o apoio na distribuição do Rotary Club Cubatão, do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, da CUFA (Central Única das Favelas) e do Sesc. Em paralelo, garantiu o sustento de 15 agricultores e suas famílias que moram na região de Mogi das Cruzes (SP).

 
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