General Motors inicia produção de máscaras e doa 100 mil unidades
08 de maio de 2020
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A General Motors, empresa associada da Aberje, segue buscando maneiras de contribuir no combate à Covid-19 no Brasil e no mundo.

Para ajudar na desaceleração do contágio e se preparar para um retorno gradual e seguro da sua produção, a empresa está investindo na produção de máscaras de proteção que está alocada na área de montagem de protótipos do Complexo Industrial de São Caetano do Sul.”Nós estamos explorando todas as possibilidades de ajuda e nos mobilizando rapidamente para efetivarmos as ações em diversas frentes. A fabricação de máscaras é um ponto fundamental nessa luta e será ainda mais importante quando retomarmos a nossa produção. Fabricar as máscaras com tecnologia 100% nacional é uma maneira de também fomentar a economia brasileira, sem concorrer com o setor de saúde na aquisição deste importante item”, explica Luiz Carlos Peres, vice-presidente de Manufatura da GM América do Sul.

Esta é uma iniciativa global que já está em operação nos EUA e China. No Brasil, a GM adquiriu equipamentos nacionais para fabricação de máscaras de proteção do tipo três camadas. Em parceria com um fornecedor local, a montadora realizou um processo intenso de engenharia e logística para utilizar apenas a tecnologia nacional disponível e, assim, fomentar a economia local neste momento de crise.

A produção será destinada para empregados que trabalham nas operações da empresa na região quando do retorno das atividades.”A produção de máscaras é uma das diversas medidas que estamos tomando na preparação para a retomada da nossa produção, mas também é mais uma forma de contribuirmos com a prevenção à disseminação do novo coronavírus. Por isso, estamos doando um lote inicial de 100 mil unidades para famílias em situação de vulnerabilidade social através do Instituto GM”, afirma Peres.

RESPIRADORES – Atuando junto às autoridades, a GM está liderando esforços conjuntos com o ministério da Economia, SENAI, Abeclin (Associação Brasileira de Engenharia Clínica) e outras empresas no conserto de todos os respiradores que não estão funcionando no Brasil.

A ação tem o intuito de aumentar o número de aparelhos disponíveis para atender pacientes graves infectados pelo vírus Covid-19. Foram mapeados mais de 3.000 respiradores que não estão em operação. Este número pode ser ainda maior.

O objetivo é consertar 100% dos aparelhos fazendo a logística de buscar nos hospitais, levar até uma fábrica mais próxima, consertar com a mão de obra técnica voluntária treinada pelo SENAI e, depois de funcionando, o equipamento retorna para o hospital de origem para ser usado no combate ao Covid-19.

 
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