Comunicação Interna digital na Saúde ajuda colaboradores e negócio
05 de agosto de 2021
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Conteúdo criado a partir de materiais publicados originalmente no Blog Dialog entre junho e julho de 2021

Quando olhamos para o setor de Saúde, notamos muitas características próprias: desde as mais diferentes funções (ligadas à Saúde e à parte administrativa), passando pelos diversos níveis hierárquicos, até variações de locais de trabalho e turnos.

Dessa diversidade de perspectivas surge a necessidade de que todos os colaboradores estejam alinhados com o que está acontecendo dentro da empresa e engajados com a cultura corporativa. Um trabalho bem-feito pela Comunicação Interna no setor da Saúde torna-se determinante para alcançar esse resultado.

Pesquisas direcionam para esse caminho positivo. Um estudo da Advisory Board feito nos EUA mostra que a cada aumento de 1% no engajamento dos funcionários, a avaliação geral do hospital sobe 0,33%. Além disso, os engajados têm 3 vezes mais chances do que os descomprometidos de obter as melhores notas de desempenho.

A análise ainda considerou a rotatividade: funcionários não engajados têm 2 vezes mais chances do que funcionários engajados de deixar a organização 12 meses após uma pesquisa de engajamento.

Indo um pouco além, a Gallup afirma que o engajamento dos enfermeiros é a variante número um na mortalidade hospitalar, ultrapassando fatores como a tecnologia. Isso significa que falha na Comunicação Interna pode afetar até mesmo os pacientes.

No programa quinzenal de entrevistas do Dialog, chamado Dialog Talks, aprofundamos o tema com a ajuda de profissionais do mercado: Thauany Franco, analista de Comunicação Interna na Central Nacional Unimed, e Fátima Petronieri, líder de comunicação corporativa na agência Dale.

Você pode assistir o programa na íntegra clicando no play abaixo.

Dialog Talks #6 – Comunicação interna no setor da saúde (Fátima Petronieri e Thauany Franco)

Qual é o grande desafio da Comunicação Interna no setor de Saúde?

Chegar ao colaborador, essa é a resposta. Parece estranho, mas não é. Voltando ao pensamento de que os diferentes profissionais dentro desse setor possuem variadas rotinas, chegar até eles pode não ser uma tarefa fácil para cooperativas, hospitais e clínicas.

Com a Fátima Petronieri tive a certeza de que o setor da saúde é muito específico e complexo e que um dos desafios na CI para o segmento é o engajamento e a comunicação com os médicos, pois eles às vezes têm uma jornada dupla ou tripla. E acabam sem muito tempo de saber o que está acontecendo na empresa.

Já com a Thauany Franco entendi como é necessário e desafiador informar constantemente o colaborador em pilares como auditorias e regulamentações da ANS (Agência Nacional de Saúde).

Apostar em uma estratégia com múltiplos canais é uma alternativa, mas não é a melhor se também considerarmos o gasto com tempo para atualizar diversas frentes e o investimento financeiro para mantê-las.

Pensando nisso, uma rede social corporativa é um excelente caminho para o sucesso. Instalada por meio de um aplicativo, ela pode ser acessada em qualquer turno e ambiente de trabalho, chegar ao colaborador sem distinção de cargo ou rotina, ser atualizada em tempo real e ainda ter recursos próprios e personalizados de engajamento.

Para o profissional de comunicação também é ótimo, pois é possível centralizar as informações em um só canal, otimizar o tempo de trabalho para dedicar esforços em outros projetos e analisar periodicamente o desempenho das ações de comunicação interna.

E por aí, quais são os desafios da sua Comunicação Interna? Converse comigo, tenho muito interesse no assunto!

 
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