PATROCINADORES

Ícone do topo

login / cadastro

  • Sobre
    • Quem Somos
    • Equipe
    • Nossas Associadas
    • Nossa História
    • International Aberje Award
    • Estatuto
    • Relatórios
  • Conteúdos
    • Notícias
    • Artigos e colunas
    • Blogs
    • Editora Aberje
    • Pesquisas
    • CEAEC Centro de Estudos Aplicados
    • Revista CE
    • Revista Valor Setorial
    • Podcasts
    • Vídeos
    • Newsletter BRpr
  • Eventos
    • Conecta CI
    • Labs de Comunicação
  • Trends
    • Trends RJ
    • Trends SP
    • Trends MG
  • Escola
  • Prêmio
  • Benefícios
    • Comitês Aberje
    • Centro de Memória e Referência
    • Guia de fornecedores
  • Fale Conosco
  • Associe-se
Ícone do topo

login / cadastro

  • Sobre
    • Quem Somos
    • Nossa história
    • Estatuto
    • Relatórios
    • Equipe
    • Nossas Associadas
  • Associe-se
  • Notícias
  • Opinião
    • Artigos e colunas
    • Blogs
  • Vagas e Carreira
  • Associadas
    • Nossas Associadas
    • Comitês Aberje
    • Benchmarking
    • Centro de Memória e Referência
  • Eventos
    • Aberje Trends
  • Escola Aberje
  • Prêmios
    • Prêmio Aberje
    • Prêmio Universitário Aberje
    • International Aberje Award
  • Labs de Comunicação
  • Conteúdos
    • Editora
    • Revista CE
    • Revista Valor Setorial
    • Pesquisas
    • Materiais de consulta
    • Podcasts
    • Vídeos
  • Aliança Aberje de Combate às Fake News
  • Newsletter BRpr
  • Fale Conosco
  • Relatórios
20 de julho de 2016

Breve história da diversidade nas organizações – parte II

Ricardo Sales
 
  • COMPARTILHAR:

somos

No post anterior, vimos que as políticas de diversidade nas organizações tiveram origem nas reivindicações de movimentos sociais que ocuparam as ruas,  sobretudo, dos Estados Unidos e Europa, nos anos 1960.

Elas foram uma resposta às ações afirmativas que determinavam cotas para negros e mulheres em algumas empresas – aquelas que faziam negócios com o governo norte-americano, por exemplo.

No Brasil, o contexto político dificultava a organização em torno de questões sociais, mas o cenário começou a mudar na segunda metade dos anos 1970, com o enfraquecimento da Ditadura Militar.

Foi naquele período, por exemplo, que o movimento LGBT começou a se organizar no País. Dois fatos foram especialmente relevantes para a articulação política do grupo: a criação do jornal Lampião da Esquina, editado pelo escritor Aguinaldo Silva, e as manifestações do Grupo Somos, que reuniam algumas dezenas de pessoas na USP. Numa época em que o armário era o lugar mais seguro para manter a própria sexualidade, falar sobre o tema abertamente era para poucos.

O Lampião, porém, denunciava a homofobia e usava uma linguagem leve para falar de assuntos sérios.  O Somos também era combativo e criticava, inclusive, o preconceito aos homossexuais no ambiente de trabalho.

Na mesma época, nos EUA, as políticas de diversidade ganhavam mais espaço. Grandes organizações passaram a instituir práticas inclusivas de contratação, e  mecanismos de punição para quem não respeitava as diferenças no mundo corporativo. Além disso, as mudanças nos modelos de produção nos anos 1970, principalmente a transição para uma economia de serviços, aumentaram a presença das mulheres nas empresas.

As organizações brasileiras, porém, ainda eram muito voltadas para seu próprio território, e as práticas de administração estrangeiras demoravam a chegar por aqui.  A redemocratização, nos anos 1980, apontou uma mudança de cenário, como veremos nos próximos dias, na terceira parte desta série.

Os artigos aqui apresentados não necessariamente refletem a opinião da Aberje e seu conteúdo é de exclusiva responsabilidade do autor.

Ricardo Sales

Ricardo Sales é consultor de diversidade, pesquisador e conselheiro consultivo. É formado pela USP, onde também realizou mestrado sobre diversidade mas organizações. Atua para algumas das maiores empresas do país. É conselheiro do Comitê de Diversidade do Itaú. Foi eleito pela Out&Equal um dos brasileiros mais influentes no assunto diversidade nas organizações e ganhou o Prêmio Aberje de Comunicação, em 2019. Foi bolsista do Departamento de Estado do Governo dos EUA e da Human Rights Campaign, sendo reconhecido como uma liderança mundial no tema diversidade. É também palestrante, professor da Fundação Dom Cabral e da Escola Aberje de Comunicação, colunista da revista Você SA e do Estadão, além de membro-fundador do grupo de estudos em diversidade e interculturalidade da ECA/USP.

  • COMPARTILHAR:

ARTIGOS E COLUNAS

  • Paulo Nassar“A arte de perder”, de Elisabeth Bishop, e a raridade da experiência
  • Mônica BrissacA economia da atenção e o valor da voz dos líderes
  • Carlos ParenteVocê quer ser relevante nestes tempos “acelerados”? Pense na sua comunicação. Faça-a florescer!

Destaques

  • Visita do Instituto Poiesis à Aberje aborda comunicação, IA e nova fase institucional
  • Masterclass do MBA Aberje-FGV destaca comunicação estratégica em aula com Leandro Modé
  • Coalizão Empresarial contra a Desinformação é lançada em São Paulo com foco em governança e ação coletiva

Notícias do Mercado

  • Estadão lança prêmio para reconhecer destaques do turismo brasileiro
  • InfoMoney anuncia Rodrigo Flores para liderar o portal
  • PR³ Itaú debate desafios da comunicação em cenário de polarização e desconfiança

BLOGS

A Aberje é uma organização profissional e científica sem fins lucrativos e apartidária. Tem como principal objetivo fortalecer o papel da comunicação nas empresas e instituições, oferecer formação e desenvolvimento de carreira aos profissionais da área, além de produzir e disseminar conhecimentos em comunicação.

ENDEREÇO
Rua Amália De Noronha, 151, 6º Andar – Pinheiros, São Paulo/SP
CEP 05410-010

CONTATO
(11) 5627-9090
(11) 95166-0658
fale@aberje.com.br