PATROCINADORES

Ícone do topo
olá, faça seu login ou cadastre-se
  • Sobre
    • Quem Somos
    • Equipe
    • Nossas Associadas
    • Nossa História
    • International Aberje Award
    • Estatuto
    • Relatórios
  • Conteúdos
    • Notícias
    • Artigos e colunas
    • Blogs
    • Editora Aberje
    • Pesquisas
    • CEAEC Centro de Estudos Aplicados
    • Revista CE
    • Revista Valor Setorial
    • Podcasts
    • Vídeos
    • Newsletter BRpr
  • Eventos
    • Conecta CI
    • Labs de Comunicação
  • Trends
    • Trends RJ
    • Trends SP
    • Trends MG
  • Escola
  • Reconhecimento
    • 20 Comunicadores para Seguir
    • Prêmio
  • Benefícios
    • Comitês Aberje
    • Centro de Memória e Referência
    • Guia de fornecedores
  • Fale Conosco
  • Associe-se
Ícone do topo
olá, faça seu login ou cadastre-se
  • Sobre
    • Quem Somos
    • Nossa história
    • Estatuto
    • Relatórios
    • Equipe
    • Nossas Associadas
  • Associe-se
  • Notícias
  • Opinião
    • Artigos e colunas
    • Blogs
  • Vagas e Carreira
  • Associadas
    • Nossas Associadas
    • Comitês Aberje
    • Benchmarking
    • Centro de Memória e Referência
  • Eventos
    • Aberje Trends
  • Escola Aberje
  • Prêmios
    • Prêmio Aberje
    • Prêmio Universitário Aberje
    • International Aberje Award
  • Labs de Comunicação
  • Conteúdos
    • Editora
    • Revista CE
    • Revista Valor Setorial
    • Pesquisas
    • Materiais de consulta
    • Podcasts
    • Vídeos
  • Aliança Aberje de Combate às Fake News
  • Newsletter BRpr
  • Fale Conosco
  • Relatórios
10 de fevereiro de 2016

A importância da comunicação nas organizações

Paulo Nassar
 
  • COMPARTILHAR:

O crescente interesse das organizações em aprimorar aquilo que os especialistas chamam de compliance -termo em inglês que expressa a sintonia das empresas e instituições com as leis e as regras- constitui boa oportunidade para medir a importância que empresas e governos vêm dando aos profissionais de comunicação.

E, nesse particular, o que fica evidente é que o caminho a percorrer é dos mais longos, sobretudo porque o território do compliance permanece fechado àqueles que lidam com o diálogo e com o simbólico de empresas e instituições, não com as normas. O direito, por exemplo, deveria se articular com atributos que valorizam as marcas, tais como a reputação, a confiança, a percepção e a governança.

Pesquisa recente da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) sobre o Panorama de Ética e Transparências nas organizações mostra que a maioria das empresas pesquisadas (77%) tem comitês formais de compliance, entretanto a área de comunicação participa em apenas 44% deles.

Controlam os comitês as áreas jurídicas (80%) seguidas dos recursos humanos (74%) e a auditoria interna (63%). Ou seja, a despeito dos impactos da Lava Jato e da ascensão das leis anticorrupção, os controles internos permanecem normativos, sem atentar para o fato de que a construção de empresas limpas passa incontornavelmente pelos processos, pelas práticas e pelos profissionais de comunicação.

O compliance nasce nos EUA da virada do século 20. Nos idos de 1906, ganha força a fiscalização nas empresas e, com isso, passa-se a ter crescente cuidado com procedimentos e registros. A seguir, as práticas de fiscalização de boa conduta se multiplicam, até que nos anos 1980 emerge a governança corporativa.

Nada disso impediu que os escândalos corporativos se sucedessem. A verdade é que as corporações deixaram de ser inatingíveis, tal como acontecia no século 16. Assim, a ética, pouco a pouco, foi sendo transformada em lei. Tanto na América, como na Europa. Para as grandes empresas, a sociedade deixou de ser algo parecido como um irmão inferior. Foi um grande salto, uma evolução sem paralelo.

No Brasil, as primeiras páginas de um novo momento vêm sendo escritas com as prisões da Lava Jato e com a legislação anticorrupção, além da natural reação da sociedade ao que soe como irregular.

Contudo, as organizações parecem continuar sem saber responder a questões como: Quem muda comportamento nas empresas? Será que a cultura normativa, do medo e do pavor, resolve alguma coisa? Comitês de
compliance podem existir sem comunicadores?

Penso que o bom trabalho de comunicação pode mudar a cultura e capinar o cipoal das linguagens técnicas -entre elas o juridiquês- que impedem a compreensão de temas que geram controvérsias e inúmeros pontos de vista.

Se as organizações desejam ser éticas e transparentes, se querem combater, no nascedouro, a corrupção, se pretendem liderar pelo diálogo, precisam se comunicar bem, interna e externamente. Por isso o comunicador é presença obrigatória no comitê de compliance. Os bons resultados certamente virão.

Uma vez nos comitês, os comunicadores poderiam começar por questionar o nome compliance, que entre nós soa como uma barreira cultural. Esse é, sem dúvida, um primeiro passo para a interiorização da amplitude dos impasses pelas próprias organizações.

Os artigos aqui apresentados não necessariamente refletem a opinião da Aberje e seu conteúdo é de exclusiva responsabilidade do autor.

Paulo Nassar

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje); professor titular da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP); doutor e mestre pela ECA-USP. É coordenador do Grupo de Estudos de Novas Narrativas (GENN), da ECA-USP e pesquisados no campo da interface entre Comunicação e Antropologia. Docente de mestrado e doutorado (PPGCOM ECA-USP) desde 2006, onde ministra, juntamento com o Prof. Dr. Luiz Alberto de Farias, a disciplina stricto sensu “Memórias Rituais, Narrativas da Experiência”. Pesquisador da British Academy (University of Liverpool) – 2016-2017. Entre outras premiações, recebeu o Atlas Award, concedido pela Public Relations Society of America (PRSA, Estados Unidos), por contribuições às práticas de relações públicas, e o prêmio Comunicador do Ano (Trajetória de Vida), concedido pela FundaCom (Espanha). É coautor dos livros: Communicating Causes: Strategic Public Relations for the Non-profit Sector (Routledge, Reino Unido, 2018); The Handbook of Financial Communication and Investor Relation (Wiley-Blackwell, Nova Jersey, 2018); O que É Comunicação Empresarial (Brasiliense, 1995); e Narrativas Mediáticas e Comunicação – Construção da Memória como Processo de Identidade Organizacional (Coimbra University Press, Portugal, 2018).

  • COMPARTILHAR:

ARTIGOS E COLUNAS

  • Paulo NassarRituais, experiência e criação – contra a dispersão, a forma
  • Ciça VallerioSaúde mental nas empresas começa pela forma de comunicar
  • Paulo NassarRituais, Conselhos e Deuses

Destaques

  • Mackenzie recebe aula magna de Paulo Nassar sobre rituais, experiência e criação
  • Coerência entre discurso e prática fortalece reputação nas organizações
  • Aberje apoia projeto que reforça segurança jurídica das organizações da sociedade civil

Notícias do Mercado

  • Empresas priorizam pessoas, tecnologia e eficiência em 2026, aponta ANK Reputation
  • Veracel aposta em engajamento interno para fortalecer cultura de segurança
  • Alfapress firma parceria com Dialog e amplia atuação em comunicação interna

BLOGS

A Aberje é uma organização profissional e científica sem fins lucrativos e apartidária. Tem como principal objetivo fortalecer o papel da comunicação nas empresas e instituições, oferecer formação e desenvolvimento de carreira aos profissionais da área, além de produzir e disseminar conhecimentos em comunicação.

ENDEREÇO
Rua Amália De Noronha, 151, 6º Andar – Pinheiros, São Paulo/SP
CEP 05410-010

CONTATO
(11) 5627-9090
(11) 95166-0658
fale@aberje.com.br