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28 de agosto de 2018

A nova masculinidade e os homens brasileiros

Rodrigo Cogo
 
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Homem não chora, não pode manifestar sentimentos, não deve demonstrar medo, fraqueza, vulnerabilidade ou qualquer comportamento tido como “feminino”, vivendo sob a ameaça oculta de manchar a sua reputação. Essa visão, construída há décadas pela sociedade patriarcal, é atualmente chamada de masculinidade tóxica, um termo que muitas pessoas desconhecem, mas que ganhará cada vez mais força junto com outras pautas relacionadas à igualdade de gênero e diversidade.

As buscas por “masculinidade tóxica” são um fenômeno recente que ainda não traz números expressivos no Brasil. Porém, em alguns países como Estados Unidos, Canadá, Austrália e Reino Unido, o interesse pelo termo cresce ano após ano.

E o que as estatísticas mostram sobre a masculinidade tóxica? Seus efeitos colaterais. Para o sociólogo americano Michael Kimmel, fundador e diretor do Centro de Estudos dos Homens e das Masculinidades da Universidade Stony Brook (NY), esse ideal de masculinidade imposto está diretamente ligado à dificuldade masculina em falar de sentimentos e aos indicadores de suicídio serem muito mais altos entre homens do que entre mulheres.

O documentário “The Mask You Live In”, de 2015, mergulha fundo no assunto e mostra como os padrões vigentes de masculinidade afetam os meninos americanos desde cedo. No filme, o psicólogo e pesquisador americano, William Pollack, defende que “a maneira como os garotos são criados faz com que eles aprendam a esconder sentimentos – como sua vulnerabilidade e empatia naturais – por trás de uma máscara de masculinidade”. Esses efeitos aprisionam os homens, limitando o espaço para que descubram quem são e expressem sua personalidade real.

 

 

Mais da metade dos homens já foi chamada de ‘gay’ ou ‘afeminado’ por ter expressado algum sentimento. Num contexto social onde essas designações assumem (mesmo não tendo) um peso pejorativo – justamente por contrariarem os “ideais da masculinidade” – isso gera ainda mais opressão e sentimento de inadequação.

A Nova Masculinidade está nascendo com o propósito de abranger todas as formas de ser homem, aceitando e acolhendo masculinidades possíveis, livres de estereótipos opressores. Esse movimento garante condições mais igualitárias e saudáveis, onde os homens têm espaço para serem mais humanos e se expressarem sem a ameaça de colocar qualquer coisa em risco, seja sua imagem, seja seu bem estar psicológico.

Veja mais sobre este estudo no BrandLab do Google.

Os artigos aqui apresentados não necessariamente refletem a opinião da Aberje e seu conteúdo é de exclusiva responsabilidade do autor.

Rodrigo Cogo

Rodrigo Cogo é formado em Relações Públicas pela Universidade Federal de Santa Maria, especialista em Gestão Estratégica da Comunicação Organizacional e Mestre em Ciências da Comunicação, com estudos voltados para a Memória Empresarial e Storytelling, ambos pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Atuou na Aberje por 14 anos, passando pelas áreas de Conteúdo, Marketing e Desenvolvimento Associativo e tendo sido professor em cursos livres e in company e no MBA. Atualmente, é Gerente de Projetos Integrados e Engajamento de Comunidades da entidade, além de diretor do Sinapse Curadoria para Decisões Inteligentes. É autor do livro "Storytelling: as narrativas da memória na estratégia da comunicação", lançado pela Aberje Editorial.

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