3M celebra 75 anos de atividades no Brasil e promove evento para clientes e parceiros
27 de agosto de 2021
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Evento online trouxe painelistas que discutiram tendências, inovação e sustentabilidade corporativa

Alberto Serrentino, Linda Murasawa e Carlos Alberto Sardenberg

A celebração dos 75 anos da 3M do Brasil, foi realizada no dia 19 de agosto em formato virtual. Na ocasião, clientes e parceiros de negócios e todas as regiões do país puderam acompanhar ao vivo a transmissão do evento participando de atividades interativas e assistindo ao painel com especialistas que discutiram tendências e conteúdos especiais.

Na abertura do evento, apresentado pela jornalista Joyce Ribeiro, o presidente da 3M do Brasil, Marcelo Oromendia, saudou o público e falou um pouco sobre a maior subsidiária da multinacional no mundo. “Somos uma empresa que aplica Ciência e Tecnologia para desenvolver soluções que melhoram o dia a dia das pessoas. Fomos o primeiro país a atuar fora dos Estados Unidos, em 1946. Desde então, introduzimos inovações que revolucionaram os mercados do Brasil, quase 20 mil itens produzidas em nossas quatro fábricas. Juntos construímos uma marca que é sinônimo de confiança, qualidade e inovação e ética”.

A inovação é elemento estratégico para o futuro de qualquer empresa, especialmente no mundo de hoje, volátil, dinâmico e digital; mas crescimento e tecnologia só fazem sentido se a visão de desenvolvimento sustentável for incluída. É imperativo para as empresas de todos os portes cuidar da cadeia de valor onde estão inseridas, agindo com responsabilidade social e integradas harmoniosamente ao meio ambiente para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e ética, ou seja, para que seja possível alcançar um futuro verdadeiramente sustentável.

A 3M prioriza a inovação e a sustentabilidade há décadas e acredita que pode contribuir para inspirar seus clientes com ideias e experiências e para isso convidou para um painel especialistas reconhecidos por seus conhecimentos nas áreas de economia, ESG e inovação. Participaram o jornalista e comentarista econômico Carlos Alberto Sardenberg; o consultor, autor e palestrante Alberto Serrentino e a suplente do Comitê Gestor do Fundo Nacional de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente, Linda Murasawa.

Ao falar de sustentabilidade, Linda fez um paralelo entre sustentabilidade estratégica e desigualdade social. “Como vamos continuar produzindo tudo o que temos no planeta sendo que dependemos muito de recursos naturais, que são finitos. São 7,5 bilhões de pessoas que têm necessidade de alimentos e de água. Como equilibrar tudo isso? Nenhum produto no mundo é produzido sem água, como garantir uma segurança alimentar, hídrica e energética e como a sociedade vai se manter?”, indagou. “Há que se ter um equilíbrio entre o meio ambiente, o bem-estar das populações e o bem-estar das empresas”.

Sardenberg trouxe a contextualização do cenário econômico atual. “O Brasil ia bem antes da pandemia com uma inflação muito baixa e com uma taxa e juros com níveis historicamente baixos, o que permitiu a retomada do crédito, inclusive da construção civil que é uma alavanca poderosíssima para o crescimento econômico e para a geração de empregos. até sermos atropelados pela pandemia. O problema é que demoramos muito a responder e também na aquisição de vacinas; no curso dessas movimentações, tivemos uma sequência de choques inflacionários que acabou fazendo com que a inflação, que pensávamos seria provisória, se tornasse persistente”.

Por sua vez, Serrentino salientou a importância da transformação digital no mundo corporativo para evoluir neste momento e num cenário tão complexo como foi ressaltado por Sardenberg. “A transformação digital é, sem dúvida, a mudança estrutural mais profunda, intensa e processada num intervalo curto de tempo devido ao ambiente de negócios. Ela é frequentemente confundida, com uma ampliação de vendas digitais ou com uma agenda de incorporação de tecnologias, e ela não é nem uma coisa nem outra. A transformação digital é, essencialmente, uma profunda mudança cultural e organizacional porque significa mudar a maneira como as empresas organizam pessoas, processos e utilizam dados e tecnologias para transformar a relação com os clientes e enfrentar as dores do negócio”. 

 
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