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26 de abril de 2023

Cultura Ágil revoluciona a forma de fazer gestão de pessoas na Ticket

Objetivo da marca é impactar o ambiente organizacional com uma abordagem que otimiza relações e tempo de processos
Assessoria de Imprensa Aberje
Felipe Gomes
 
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Com origem na área de tecnologia, quando empresas revolucionaram sua forma de organizar e executar as tarefas a partir do “Manifesto Ágil do Desenvolvimento de Software”, com o objetivo de reduzir a autocracia, o controle e a burocracia nos projetos de TI, a Cultura Ágil vem sendo cada vez mais introduzida em outros setores das empresas. A Ticket, marca da Edenred Brasil de benefícios ao trabalhador, transformou a forma de gerir recursos humanos em tal maneira para impactar toda a companhia, promovendo uma mudança de mindset capaz de modelar comportamentos e atitudes de todo o público interno.

A área nasceu originalmente no time de tecnologia da Ticket, em 2021, com estrutura de trabalho e definição de times e papéis no contexto de produto e processo. Após alcançar o discernimento projetado, a marca avançou em práticas voltadas, principalmente, para o autogerenciamento e liderança. “O Ágil é uma abordagem eficaz na transformação do ambiente corporativo, principalmente quando o assunto é inovação e melhoria contínua. Ao mesmo tempo, o foco nas pessoas e na forma como elas se relacionam é fundamental para todo o processo, e, por isso, a conexão e veracidade entre o RH e a área de Agilidade nunca fez tanto sentido”, comenta Felipe Gomes, Diretor-Geral da Ticket. De acordo com o executivo, o desafio de desenvolver agilidade na cultura da empresa tem início no treinamento e conscientização focados no mindset, levando os profissionais à constatação de que podem acreditar na eficácia da abordagem – que foi o que aconteceu na Ticket. Os primeiros treinamentos presenciais realizados com os times de recursos humanos e finanças alcançaram 95% de satisfação máxima e, além disso, hoje, todos os colaboradores do Grupo contam com um treinamento exclusivo na EDU (Edenred Digital University).

A ideia surgiu com a iniciativa “#AgilidadeNaEmpresaToda”, implementado em março de 2022, que tende a mobilizar todas as áreas da empresa para trabalharem dentro da cultura de agilidade. Na prática, a área conta com a atuação dos agiles coaches como consultivos, que são orientados por dados para identificar pontos de gargalo e de melhoria nos processos. Eles conduzem os colaboradores por uma jornada que começa no entendimento e absorção do mindset ágil e termina no uso efetivo de práticas ágeis no dia a dia. Em resumo, ajudam as pessoas a se tornarem mais produtivas, repensando processos e formas de executar as atividades. O objetivo é reduzir o time to market, que significa acelerar o desenvolvimento de produtos e serviços, melhorar a experiência do cliente e, consequentemente, entregar mais resultados, em um cenário em que as empresas precisam lançar as coisas com velocidade.

O desempenho dos times reflete o resultado do trabalho. Felipe Gomes conta que eles entregam mais rápido e se adaptam de forma mais célere às mudanças. “Ainda estamos no início dessa jornada de transformação e a iniciativa de Agilidade na Empresa Toda é a prova que contamos com pessoas realmente energizadas e participando do processo. É importante que o RH construa processos efetivos e ágeis para que a liderança fomente cada vez mais essa cultura”, finaliza o Diretor-Geral.

A abordagem ágil

Na prática, a abordagem se traduz em um conjunto de atitudes que sustentam um ambiente de trabalho ágil: servir o time, colaboração e facilitação, melhoria contínua, ciclos de aprendizagem, orgulho na propriedade, foco na entrega de valor e capacidade de adaptação à mudança.

Apesar de times ágeis se mostrarem mais capazes de inovar, os métodos tradicionais não devem ser totalmente substituídos. “Cada situação deve ser avaliada de forma apartada. Se as ferramentas clássicas funcionam em determinados perfis de equipes e projetos, eles podem ser mantidos ou combinados com métodos ágeis”, explica Gomes.

Muitos gestores ainda estão se adaptando à cultura de agilidade e observando os primeiros resultados de sua aplicação na companhia. De acordo com o executivo, essa adequação é fundamental, uma vez que o exemplo precisa vir da liderança. Os gestores devem ser os primeiros a colocar a cultura em prática e, dessa forma, apoiar as equipes na incorporação da agilidade no dia a dia.  “Para que os colaboradores trabalhem com confiança, é preciso que a cultura seja incentivada pelos gestores e esse é um trabalho contínuo”, comenta.

Ainda de acordo com o Diretor-Geral da Ticket, apesar de as vantagens já observadas e comprovadas, os métodos ágeis precisam ser aplicados de forma correta para que os resultados obtidos sejam positivos, como qualquer outra ferramenta de gestão. “Quando bem utilizadas, as ferramentas têm o poder de transformar um problema sensível em uma situação mais gerenciável”, alerta.

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