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04 de março de 2026

Quando tudo é prioridade, não há reputação

Maria Claudia Bacci
 
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Estratégia a serviço do negócio é, em essência, a arte de escolher e de sustentar escolhas quando a pressão por “fazer mais” aumenta. Só que parece existir um ponto cego comum nas organizações: a agenda cheia passa a ser confundida com direção. A cada nova demanda, uma nova frente. A cada novo canal, uma nova promessa. E, quando tudo parece importante ao mesmo tempo, a comunicação e o marketing tornam-se um sistema eficiente de atendimento interno, não um motor de construção de valor externo.

Nesse contexto, a discussão sobre orçamento aparece com intensidade e frequência quase inevitáveis, como se a falta de verba fosse a explicação final. O Gartner registrou que 59% dos líderes de marketing B2B ainda afirmam não ter orçamento suficiente para executar a própria estratégia. Um dado que não fala exclusivamente sobre dinheiro, mas que denuncia um problema anterior: quando a estratégia não está clara, nenhum orçamento parece suficiente, porque não existe uma régua para dizer “isso entra” e “isso não entra”.

Sem direcionamento, a empresa até pode fazer muito, mas dificilmente será reconhecida por algo específico. E, claro, sem reconhecimento consistente, sem reputação. Reputação não nasce de volume, mas de coerência. E a coerência exige renúncia de, muitas vezes, recusar a pauta “boa”, o canal “do momento ”, a iniciativa “irresistível”, mas desalinhada da narrativa que o negócio precisa defender.

Precisamos deixar mais claro o que cabe ao planejamento e o que é a estratégia em si. Enquanto o primeiro define os caminhos, o outro, sustenta as decisões. E, sustentar, quase sempre, significa atravessar um período em que a renúncia parece perda — quando, na prática, é ganho de consistência. A consistência, sim, vira confiança: aquela confiança silenciosa que encurta ciclos, reduz fricção comercial, protege a marca e dá lastro para manter preço sem depender de justificativas desnecessárias.

Comunicação estratégica, nesse cenário, é criar entendimento antes mesmo da demanda, construir prova antes de construir promessa, formar memória antes de pedir conversão. E isso é, no fim, reputação: um ativo que se acumula quando discurso e ação param de competir e passam a se confirmar.

A provocação que eu deixo aqui é: qual decisão reputacional estamos dispostos a sustentar com coerência, mesmo quando o trimestre apertar?

Os artigos aqui apresentados não necessariamente refletem a opinião da Aberje e seu conteúdo é de exclusiva responsabilidade do autor.

Maria Claudia Bacci

Maria Claudia Bacci é sócia fundadora da bowler, agência boutique e consultoria que pensa na comunicação sempre a serviço do negócio para construir reputação. Alia a veia empreendedora à experiência executiva como diretora de grandes empresas nacionais e multinacionais, por 14 anos, como BankBoston, Cielo e Apprimus (joint-venture da Sadia, Accor e Martins). ​Por mais de 10 anos foi sócia-diretora de uma das maiores agências de comunicação do país. Esteve à frente de cases reconhecidos em comunicação estratégica para várias organizações, tais como Governo Rio (premiado em Cannes), Copa do Mundo em 2014, Dasa, ​Ambev, Microsoft, Roche, Febraban​, Nespresso, entre outros.

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