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15 de setembro de 2023

Pilares ESG precisam se manter de pé

Talvez seja mais proveitoso começar a pensar na questão considerando o que essa sigla representa
Paulo Nassar
Hamilton dos Santos

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Publicado originalmente no O Globo, em 6 de setembro

Têm sido frequentes vaticínios alertando sobre o declínio e, talvez, o colapso do ESG (Environmental, Social and Governance). Antes de tentar prever o futuro, talvez seja mais proveitoso começar a pensar na questão considerando o que essa sigla representa e o que com ela se perderia. É inequívoco que a disseminação e difusão do ESG constituem um avanço civilizatório. Baseado na tentativa de construção de uma métrica para as práticas de meio ambiente, responsabilidade social e governança transparente, o ESG abre a possibilidade de apurar a geração de valor de práticas ligadas a esses pilares para os negócios e para a sociedade, fornecendo importantes subsídios às escolhas feitas por investidores.

Vale perguntar, em primeiro lugar, de onde vêm os rumores de crise. Ora, parece que o ESG vem sendo amplamente pressionado por circunstâncias atípicas que, na expressão eloquente de um recente relatório da Thomson Reuters, pode ser descrita como uma “tempestade quase perfeita”. Não bastassem os problemas ocasionados pelos anos de pandemia, empresas e Estados nacionais têm tido de lidar com os impactos econômicos da guerra entre Rússia e Ucrânia. Entre esses, cabe destacar o aumento nos preços da energia e a necessidade de reforçar a segurança do setor, sobretudo na Europa, pois eles vêm pressionando negativamente as metas de redução de carbono. Ainda no que tange à pressão sobre as metas ambientais, é de lamentar a prática de empresas que evitam divulgar informações sobre suas práticas de sustentabilidade para evitar críticas.

O greenhushing, como é chamada, tem efeitos nocivos, pois, falando de modo simples e sendo benevolente, qualquer adulto sabe que não falar nos problemas não os faz desaparecer. Se o cumprimento de metas de meio ambiente é tarefa difícil, é preciso rediscuti-las. Isso para não falar no greenwashing, tentativa de passar uma imagem fake de preocupação com sustentabilidade ambiental, que parece dar a impressão de que o ESG não passa de mais uma moda do mundo dos negócios. Trata-se, no entanto, de simples trapaça.

Noutra frente, igualmente importante, é preciso lembrar que o ESG foi capturado pelo debate político americano. A “guerra cultural” que se trava nos EUA gerou um ambiente tão tóxico que o CEO da BlackRock, Larry Fink, afirmou recentemente que não usará mais a sigla ESG porque ela está “totalmente armada” tanto pela extrema esquerda quanto pela extrema direita. Mas o próprio Fink demonstrou que a força do ESG ainda se faz presente ao afirmar, em seguida, que, apesar de abandonar a nomenclatura, continua a defender as ideias por detrás da sigla e a considerá-las como parâmetros para identificar ativos altamente rentáveis, orientando assim as escolhas de investidores.

A observação de Fink traduz algo que é da maior importância. O termo ESG esteve em voga, alavancado principalmente por atores de primeira grandeza do setor financeiro, como a própria BlackRock. Entretanto a própria voga e a superexposição do modelo parecem ter suscitado uma espécie de saturação e desgaste da palavra. Algo assim parece ocorrer no mercado de capitais americano, em que os fundos ESG vêm dando lugar a fundos temáticos, baseados nos mesmos princípios e metodologias, apenas sob outra nomenclatura. Não parece exagero afirmar que a sigla ESG esteja se tornando mais uma vítima da era da hiperinformação. O uso excessivo acaba por depauperar os vocábulos de sua significação plena.

Se tudo isso sugere um declínio da agenda ESG na mídia e em certos setores da sociedade, não parece que esse efeito negativo da hiperexposição deva influenciar a agenda e as decisões das empresas e de seus investidores. Apesar do contexto adverso, felizmente a importância da métrica estabelecida pelo ESG no mundo empresarial brasileiro parece continuar forte. De acordo com levantamento da Aberje, em 2021, 95% das empresas tinham o ESG entre suas cinco maiores prioridades. Essa resiliência não deve causar espanto. Afinal, é bom lembrar que as ideias do ESG já estavam presentes antes de seu surgimento, e não desaparecerão se a sigla desaparecer. Que caia o jargão, se isso não for evitável, mas que os pilares ESG continuem de pé.

Os artigos aqui apresentados não necessariamente refletem a opinião da Aberje e seu conteúdo é de exclusiva responsabilidade do autor.

Paulo Nassar

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje); professor titular da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP); doutor e mestre pela ECA-USP. É coordenador do Grupo de Estudos de Novas Narrativas (GENN), da ECA-USP e pesquisados no campo da interface entre Comunicação e Antropologia. Docente de mestrado e doutorado (PPGCOM ECA-USP) desde 2006, onde ministra, juntamento com o Prof. Dr. Luiz Alberto de Farias, a disciplina stricto sensu “Memórias Rituais, Narrativas da Experiência”. Pesquisador da British Academy (University of Liverpool) – 2016-2017. Entre outras premiações, recebeu o Atlas Award, concedido pela Public Relations Society of America (PRSA, Estados Unidos), por contribuições às práticas de relações públicas, e o prêmio Comunicador do Ano (Trajetória de Vida), concedido pela FundaCom (Espanha). É coautor dos livros: Communicating Causes: Strategic Public Relations for the Non-profit Sector (Routledge, Reino Unido, 2018); The Handbook of Financial Communication and Investor Relation (Wiley-Blackwell, Nova Jersey, 2018); O que É Comunicação Empresarial (Brasiliense, 1995); e Narrativas Mediáticas e Comunicação – Construção da Memória como Processo de Identidade Organizacional (Coimbra University Press, Portugal, 2018).

Hamilton dos Santos

Jornalista, mestre e doutor em Filosofia, ambos pela Universidade de São Paulo (USP). Também é formado em Administração de Empresas pela Stanford Global Business School. Tem experiência em diversas redações dos principais veículos de comunicação do Brasil e como diretor de Recursos Humanos da Editora Abril, onde trabalhou por 20 anos. Atualmente é diretor executivo da Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, representa a instituição na Global Alliance For Public Relations and Communication Management e é membro da Page Society, do Conselho da Poiésis e um dos líderes do movimento “Tem Mais Gente Lendo”.

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