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22 de maio de 2025

Mataram as agências…de novo

Vinícius Ghise
Mark Zuckerberg no podcast de @Cleo Abram (Imagem: Youtube)
 
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Mais uma vez, decretaram o fim das agências de marketing. O “culpado” da vez? A Meta, com o lançamento da proposta batizada de Infinite Creative. A promessa da big tech de Mark Zuckerberg é ambiciosa: automatizar por completo os processos de criação, segmentação, definição de orçamento e otimização de campanhas.

A expectativa é que a empresa invista até US$ 65 bilhões em inteligência artificial até 2026. O plano, segundo a própria Meta, é simplificar radicalmente a operação publicitária: basta conectar uma conta bancária, definir o objetivo da campanha e a IA faz todo o resto.

Não demorou muito para surgirem os anúncios apocalípticos:

  • “O fim das agências chegou”

  • “Zuckerberg decretou a morte das agências de tráfego”

  • “Quem aperta botão está com os dias contados”

Mas a verdade é que a internet adora um velório antecipado. E, como acontece em todo hype, enterraram o corpo errado.

Não estamos testemunhando o fim das agências, e sim o colapso de um modelo específico e já obsoleto de atuação. Agências que se limitam à execução de mídia paga, que vivem exclusivamente do clique, do botão e da entrega operacional , de fato, precisarão se reinventar. Já aquelas que atuam de forma consultiva, orientadas por estratégia, posicionamento e geração de valor para o negócio dos clientes, ganham ainda mais relevância neste novo cenário.

A inteligência artificial, quando bem aplicada, é uma poderosa aliada. No mercado B2C, ela pode facilitar parte do processo criativo. No B2B, em que a confiança se constrói por meio de múltiplas interações em jornadas mais longas e complexas, a IA pode ser um excelente copiloto, mas jamais o piloto principal. Isso porque IA sem estratégia gera apenas volume, e volume sem valor se transforma em irrelevância.

Portanto, o debate não deve ser sobre o fim das agências, mas sobre a transformação do nosso papel. O mercado não precisa de nostalgia nem da defesa de estruturas ultrapassadas. Precisa de empresas e especialistas com capacidade de interpretar dados, conectar soluções e construir estratégias com impacto real.

No fim das contas, se o trabalho gera resultado e resolve um problema real do cliente, a nomenclatura é o que menos importa. Você pode chamar isso de agência, consultoria ou parceiro estratégico. O nome é só um detalhe.

Os artigos aqui apresentados não necessariamente refletem a opinião da Aberje e seu conteúdo é de exclusiva responsabilidade do autor.

Vinícius Ghise

CEO da Global AD, especialista em estratégia digital para marcas B2B, e presidente da Abradi RS (2024-2026). Com mais de 20 anos de experiência, colaborou em estratégias para Gerdau, Engie, Votorantim, Nexa, Vale, CBMM, Zenvia, TicketLog, 4all, Saque e Pague, CIEE-RS, Agiplan, SPC Brasil, Grupo A, Dinamize, DLegend, Oceano B2B, Banco Topázio e Alacero. Jornalista, com MBA em Liderança e Inovação (FGV), é professor no MBA de Marketing da USP/Esalq.

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