Aprendizados valiosos do Comitê de Comunicação Digital com Empregados
Que a pandemia propiciou mudanças sem precedentes é inquestionável. De uma semana para a outra e por muitos meses (bem mais do que imaginávamos), práticas e canais estabelecidos precisaram ser reformulados e ressignificados, em meio a grandes transformações nas rotinas, à sobrecarga de informação e trabalho e ao medo e incerteza.
Em meio a tudo isso, foi valioso compartilharmos reflexões, casos, perspectivas e caminhos no Comitê de Comunicação Digital com Empregados.
Primeiro, para compreender que a realidade das organizações é diversa, complexa e nem sempre tão digital como nós, comunicadores, supomos. Por isso mesmo, mais do que focar nos canais em si e pautar-se pelo anywhere office, é preciso entender a experiência das pessoas e de que forma as práticas e as mensagens realmente tocam e fazem sentido para elas. Assim, evitamos ser mais uma fonte de infoxicação e concentramos esforços para criar ações e conteúdos que conectam.
Segundo, para nos inspirarmos em empresas que recorrem a:
- people analytics para criar ações estratégicas de comunicação;
- métricas consistentes que vão além da mensuração da satisfação de profissionais;
- programas de influenciadores internos que descentralizam e democratizam a produção e disseminação de informações;
- canais e formatos cada vez mais dialogados e humanizados para aproximar quem está longe e não distanciar quem está perto.
Terceiro, para nos vulnerabilizarmos e falarmos sobre os muitos desafios que a comunicação vem enfrentando, assim como todas as áreas da organizações. E um deles continua sendo como engajar profissionais e como contar com a liderança para propagar e vivenciar essa humanização e descentralização tão necessária.
Destaco esses três pontos, na tentativa de sintetizar a riqueza das trocas nos dez encontros do comitê, que sempre terminaram com gosto de quero mais, com perguntas por serem feitas e bons insights para transformar em ações. Obrigada a cada pessoa que gentilmente apresentou sua experiência, compartilhou seus saberes e suas dúvidas.
Seguimos em frente, buscando trilhar caminhos por humanização, descentralização e uma não divisão entre comunicação “digital” e “não digital”, porque vivemos num mundo ultraconectado, ainda que em instâncias e com canais diferentes em cada realidade organizacional.
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