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22 de outubro de 2018

The Millenial Survey 2018 Deloitte: eles estão menos leais às empresas

Rodrigo Cogo
 
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Um ano marcado por diversas mudanças geopolíticas e sociais, leva os millennials e a Geração Z a privilegiar empresas que contribuam de forma positiva para a sociedade, de acordo com o Millennial Survey 2018 da Deloitte. Embora reconheçam que alguns líderes estão a começar a olhar para as questões sociais, os millennials estão mais céticos em relação à motivação e à ética das empresas. As conclusões são reveladas num estudo que envolveu 10 455 millennials de 36 países e 1 850 jovens da Geração Z de seis países.

 

 

Embora as duas últimas edições do estudo revelassem um maior nível de confiança dos millennials em relação à motivação e à ética das empresas, em 2018 há uma inversão radical. A percepção desta geração em relação ao mundo dos negócios atingiu o nível mais baixo dos últimos quatro anos. Hoje, menos de metade dos millennials acredita que as empresas se comportam de forma ética (48% face a 65% em 2017) e que os líderes empresariais estão empenhados em criar um impacto positivo na sociedade (47% face a 62% em 2017).

Tal como foi realçado nas últimas seis edições, os millennials – e agora a Geração Z –acreditam que as empresas têm um papel mais amplo na sociedade e, na sua maioria, consideram que o sucesso do negócio deve ser medido para além do desempenho financeiro. Os inquiridos acreditam que as prioridades das empresas devem ser a criação de emprego, a inovação, a melhoria das condições de vida e das carreiras dos colaboradores e a criação de um impacto positivo na sociedade e no meio ambiente. No entanto, quando questionados sobre as prioridades das organizações onde trabalham, revelam que estão focadas em gerar lucro, aumentar a eficiência e produzir ou vender bens e serviços – as três áreas que, para eles, deveriam ter o menor foco. Embora reconheçam que as empresas têm de obter lucro para concretizar as suas prioridades, os millennials acreditam que deve ser feito um maior esforço para equilibrar o desempenho financeiro e as questões sociais.

Déficit de confiança gera oportunidade para líderes empresariais – Apesar de os millennials verem as empresas de forma mais negativa, a sua confiança nos líderes políticos é ainda menor. Quando questionados sobre o desempenho de determinados líderes – incluindo líderes de Organizações Não Governamentais/ Sem Fins Lucrativos, líderes empresariais, líderes religiosos e líderes políticos – apenas 19% dos millennials acredita que os políticos estão a ter um impacto positivo (71% considera negativo).

Por outro lado, 44% dos millennials acredita que os líderes empresariais estão a ter um impacto positivo e acredita na sua capacidade de contribuir para uma mudança positiva da sociedade. Três quartos dos millennials acredita que as empresas multinacionais podem ajudar a resolver os desafios econômicos, ambientais e sociais. Estes resultados mostram que os millennials acreditam que as empresas se devem envolver na melhoria da sociedade, além de criar empregos e gerar lucros.

Diversidade, inclusão e flexibilidade são a chave para a retenção – Os níveis de lealdade recuaram para o ponto onde estavam há dois anos. De acordo com o estudo, 43% dos millennials tenciona deixar o seu local de trabalho dentro de dois anos (face 38% em 2017) e apenas 28% espera ficar mais de cinco anos (face 31% em 2017). Entre os millennials que consideram deixar o seu trabalho nos próximos dois anos, 62% considera a “gig economy” como uma alternativa ao emprego a tempo inteiro. A lealdade é ainda menor entre os inquiridos da Geração Z, com 61% a afirmar que tenciona deixar o seu emprego atual dentro de dois anos.

Tanto os millennials como a Geração Z valorizam fatores como a tolerância, inclusão, respeito e diversidade. Do ponto de vista das empresas, a remuneração e a cultura são os fatores que mais atraem estas gerações, no entanto, estas devem focar-se na diversidade, inclusão e flexibilidade, que podem ser a chave para a sua retenção. Os inquiridos que trabalham em empresas com equipas de trabalho diversificadas e geridas por seniores têm uma maior propensão para ficar cinco ou mais anos na mesma empresa. Entre estes, 55% afirma que agora o seu local de trabalho é mais flexível do que há três anos.

Acesse aqui ao Millennial Survey 2018.

Os artigos aqui apresentados não necessariamente refletem a opinião da Aberje e seu conteúdo é de exclusiva responsabilidade do autor.

Rodrigo Cogo

Rodrigo Cogo é formado em Relações Públicas pela Universidade Federal de Santa Maria, especialista em Gestão Estratégica da Comunicação Organizacional e Mestre em Ciências da Comunicação, com estudos voltados para a Memória Empresarial e Storytelling, ambos pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Atuou na Aberje por 14 anos, passando pelas áreas de Conteúdo, Marketing e Desenvolvimento Associativo e tendo sido professor em cursos livres e in company e no MBA. Atualmente, é Gerente de Projetos Integrados e Engajamento de Comunidades da entidade, além de diretor do Sinapse Curadoria para Decisões Inteligentes. É autor do livro "Storytelling: as narrativas da memória na estratégia da comunicação", lançado pela Aberje Editorial.

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