Millennial & Gen Z Survey 2021: Um chamado para ação e responsabilidade

Para essas gerações, a pandemia, as mudanças climáticas e o intenso cenário sócio-político podem ter reforçado as suas paixões e estimulado a busca por mudanças positivas.
A “Millennial & Gen Z Survey 2021”, pesquisa global da Deloitte, explora as opiniões de mais de 14,6 mil millennials (nascidos entre janeiro de 1983 e dezembro de 1994) e 8,2 mil pessoas da geração Z (nascidos entre janeiro de 1995 e dezembro de 2003).
A pesquisa revela que os entrevistados canalizam suas energias para ações com propósito — com mais envolvimento nas questões públicas, alinhamento de gastos, escolhas de carreira que reflitam seus valores — com o objetivo de trazer mudanças em questões sociais que consideram mais importantes.
Além disso, millennials e a geração Z acreditam que o mundo está em um ponto de inflexão sobre questões ambientais, de desigualdade e racismo. Eles estão responsabilizando a si próprios e às instituições para prover um mundo mais sustentável e equitativo.
Amostra brasileira
A “Millennial & Gen Z Survey 2021” entrevistou 800 jovens brasileiros e, entre diversos pontos, destacou-se que o desemprego lidera a lista de preocupação dos millennials, seguido por cuidados com a saúde/prevenção de doenças e segurança; para os indivíduos da geração Z, o desemprego também aparece como a principal preocupação, seguido pela segurança e a saúde.
Em comparação com a média global, millennials e pessoas da geração Z no Brasil são mais propensos a afirmar que a pandemia os inspirou a tomar ações positivas para melhorar suas vidas (86% dos millennials e 82% da geração Z no Brasil, contra 71% e 70% dos respondentes globais, respectivamente). A pandemia teria trazido novas questões e os tornado mais atentos às necessidades de outras pessoas em suas comunidades (81% dos millennials e 78% da geração Z no Brasil, contra 69% e 68% dos respondentes globais, respectivamente). Eles ainda se mostraram menos inclinados do que os respondentes globais a concordar que agora há um forte sentimento de que todos ao redor do mundo estão “juntos nisso” (59% dos millennials e 55% das pessoas da geração Z brasileiras, contra 63% e 60% das gerações, respectivamente, globais).
Além disso, a maioria dos millennials e da geração Z, no Brasil, aderiu às diretrizes internacionais de saúde pública durante a pandemia (82% dos millennials e 78% da geração Z). Eles são ainda mais dispostos do que os participantes globais (74% dos millennials e 69% da geração Z) a usar máscaras em público ou evitar lojas, transportes públicos ou outros lugares com aglomerações.
Em geral, os millennials e a geração Z no Brasil são mais propensos do que os respondentes globais a acreditar que as pessoas darão mais importância à saúde no pós-pandemia, que a sociedade está pronta para lidar com futuras pandemias e que as pessoas estarão comprometidas em tomar medidas pessoais para questões ambientais e climáticas.
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