Morreu um homem bom

A palavra Pontífice vem do latim pontifex, o “construtor de pontes”. E talvez nenhuma outra palavra sintetize tão bem a missão de Jorge Mario Bergoglio, o Papa Francisco: um líder que soube, com coragem e ternura, lançar pontes entre mundos partidos — entre fé e razão, entre tradição e transformação, entre os esquecidos e os centros de poder, entre o silêncio da dor e a esperança da palavra.
A espiritualidade que ele encarnou não se limitava aos ritos nem aos cargos. Era a espiritualidade da compaixão, da escuta, da justiça social. Francisco nos ensinou que a comunicação — quando feita com humildade, escuta e intenção sincera de diálogo — é um ato de construção de pontes. É inclusão. É acolhimento. É transformação.
Neste momento de despedida, nós comunicadores e comunicadoras, que trabalhamos com palavras, gestos, narrativas, rituais e símbolos, reconhecemos o valor imensurável de quem nos mostrou, com o exemplo, que comunicar é, antes de tudo, criar vínculos humanos. Que comunicar é construir pontes.
Obrigado, Papa Francisco.
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