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01 de agosto de 2024

Futuro com IA: esperar para ver é a postura mais perigosa do momento

Patricia Marins
 
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Meu algoritmo íntimo quer te agarrar de verdade, diz a música de Ney Matogrosso e Criolo, trilha sonora da novela das nove. A canção tenta decifrar os sentimentos e a complexidades dos relacionamentos.

São esses algoritmos que decodificam dados e identificam padrões para tomar decisões.

Na música, nas artes e na comunicação, a inteligência artificial (IA) dos algoritmos está promovendo uma revolução sem precedentes. Essa tecnologia emerge como um catalisador de mudanças profundas na forma como nos comunicamos e interagimos.

Desde assistentes virtuais até sistemas de atendimento automatizado, a IA está redefinindo os parâmetros da comunicação, proporcionando eficiência e precisão inéditas.

Algo inimaginável nos anos 50, nos primórdios da inteligência artificial, quando Alan Turing propôs a criação de um sistema capaz de responder questionamentos por escrito de um interrogador humano. Nos anos 2000, após investimentos massivos, chegaram os resultados mais populares com assistentes virtuais, como a Alexa e a Siri, e primeiras aplicações na área da saúde.

A inteligência artificial é o principal tema de todos os books de tendências de 2024 e o que mais se debate nos festivais de tecnologia e eventos corporativos.  O ponto comum de todas as discussões é: não espere.

Se quiser alcançar o sucesso, agora e nos próximos anos, é preciso abraçar esse novo paradigma e capturar o valor da inteligência artificial generativa, colocando-a no centro das decisões estratégicas. A abordagem conservadora do “esperar para ver” tende a ser a postura mais perigosa.

É incontestável que estamos diante de uma realidade complexa e desafiadora que vai exigir das instituições, em todas as instâncias, investimento em capacitação e a implementação de uma gestão que garanta ética, transparência e segurança de dados.

À medida que a disrupção se torna uma constante, o líder precisará se atualizar, se preparar, ter a mente flexível para a inovação.

Há um receio presente entre as lideranças de não conseguir acompanhar tanta mudança. Será preciso buscar cada vez mais a chamada “dieta da comunicação”, um método que preconiza uma forma seletiva de consumir e gerar conteúdo.

No atual mundo BANI (frágil, ambíguo, não-linear e incerto, em português), onde a informação é poder, os líderes que se concentrarem na aquisição de um repertório robusto, por meio de constante processo de curadoria, estarão mais bem preparados para liderar.

Pensando ainda naquela música, perguntei ao Chat GPT se ele poderia reconhecer o amor. A resposta foi técnica, formal e sem emoção. A natureza do amor é complexa e profundamente humana para ser capturada ou medida por sistemas algorítmicos.

Emoção, sentimento e relacionamento são prerrogativas humanas preservadas até aqui. Ainda bem.

Os artigos aqui apresentados não necessariamente refletem a opinião da Aberje e seu conteúdo é de exclusiva responsabilidade do autor.

Patricia Marins

Patrícia Marins é sócia-fundadora da Oficina Consultoria, especialista em gestão de crises de alto risco reputacional e autora de "Muito além do Media training – o porta-voz na era da hiperconexão".

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