PATROCINADORES

Ícone do topo

login / cadastro

  • Sobre
    • Quem Somos
    • Equipe
    • Nossas Associadas
    • Nossa História
    • International Aberje Award
    • Estatuto
    • Relatórios
  • Conteúdos
    • Notícias
    • Artigos e colunas
    • Blogs
    • Editora Aberje
    • Pesquisas
    • CEAEC Centro de Estudos Aplicados
    • Revista CE
    • Revista Valor Setorial
    • Podcasts
    • Vídeos
    • Newsletter BRpr
  • Eventos
    • Aberje Trends
    • Labs de Comunicação
  • Conecta CI
  • Escola
  • Prêmio
  • Benefícios
    • Comitês Aberje
    • Centro de Memória e Referência
    • Guia de fornecedores
  • Fale Conosco
  • Associe-se
Ícone do topo

login / cadastro

  • Sobre
    • Quem Somos
    • Nossa história
    • Estatuto
    • Relatórios
    • Equipe
    • Nossas Associadas
  • Associe-se
  • Notícias
  • Opinião
    • Artigos e colunas
    • Blogs
  • Vagas e Carreira
  • Associadas
    • Nossas Associadas
    • Comitês Aberje
    • Benchmarking
    • Centro de Memória e Referência
  • Eventos
    • Aberje Trends
  • Escola Aberje
  • Prêmios
    • Prêmio Aberje
    • Prêmio Universitário Aberje
    • International Aberje Award
  • Labs de Comunicação
  • Conteúdos
    • Editora
    • Revista CE
    • Revista Valor Setorial
    • Pesquisas
    • Materiais de consulta
    • Podcasts
    • Vídeos
  • Aliança Aberje de Combate às Fake News
  • Newsletter BRpr
  • Fale Conosco
  • Relatórios
01 de agosto de 2024

Futuro com IA: esperar para ver é a postura mais perigosa do momento

Patricia Marins
 
  • COMPARTILHAR:

Meu algoritmo íntimo quer te agarrar de verdade, diz a música de Ney Matogrosso e Criolo, trilha sonora da novela das nove. A canção tenta decifrar os sentimentos e a complexidades dos relacionamentos.

São esses algoritmos que decodificam dados e identificam padrões para tomar decisões.

Na música, nas artes e na comunicação, a inteligência artificial (IA) dos algoritmos está promovendo uma revolução sem precedentes. Essa tecnologia emerge como um catalisador de mudanças profundas na forma como nos comunicamos e interagimos.

Desde assistentes virtuais até sistemas de atendimento automatizado, a IA está redefinindo os parâmetros da comunicação, proporcionando eficiência e precisão inéditas.

Algo inimaginável nos anos 50, nos primórdios da inteligência artificial, quando Alan Turing propôs a criação de um sistema capaz de responder questionamentos por escrito de um interrogador humano. Nos anos 2000, após investimentos massivos, chegaram os resultados mais populares com assistentes virtuais, como a Alexa e a Siri, e primeiras aplicações na área da saúde.

A inteligência artificial é o principal tema de todos os books de tendências de 2024 e o que mais se debate nos festivais de tecnologia e eventos corporativos.  O ponto comum de todas as discussões é: não espere.

Se quiser alcançar o sucesso, agora e nos próximos anos, é preciso abraçar esse novo paradigma e capturar o valor da inteligência artificial generativa, colocando-a no centro das decisões estratégicas. A abordagem conservadora do “esperar para ver” tende a ser a postura mais perigosa.

É incontestável que estamos diante de uma realidade complexa e desafiadora que vai exigir das instituições, em todas as instâncias, investimento em capacitação e a implementação de uma gestão que garanta ética, transparência e segurança de dados.

À medida que a disrupção se torna uma constante, o líder precisará se atualizar, se preparar, ter a mente flexível para a inovação.

Há um receio presente entre as lideranças de não conseguir acompanhar tanta mudança. Será preciso buscar cada vez mais a chamada “dieta da comunicação”, um método que preconiza uma forma seletiva de consumir e gerar conteúdo.

No atual mundo BANI (frágil, ambíguo, não-linear e incerto, em português), onde a informação é poder, os líderes que se concentrarem na aquisição de um repertório robusto, por meio de constante processo de curadoria, estarão mais bem preparados para liderar.

Pensando ainda naquela música, perguntei ao Chat GPT se ele poderia reconhecer o amor. A resposta foi técnica, formal e sem emoção. A natureza do amor é complexa e profundamente humana para ser capturada ou medida por sistemas algorítmicos.

Emoção, sentimento e relacionamento são prerrogativas humanas preservadas até aqui. Ainda bem.

Os artigos aqui apresentados não necessariamente refletem a opinião da Aberje e seu conteúdo é de exclusiva responsabilidade do autor.

Patricia Marins

Patrícia Marins é sócia-fundadora da Oficina Consultoria, especialista em gestão de crises de alto risco reputacional e autora de "Muito além do Media training – o porta-voz na era da hiperconexão".

  • COMPARTILHAR:

ARTIGOS E COLUNAS

  • Denise MelloEntreter ou morrer: por que as marcas precisam reaprender a falar com as pessoas
  • Edward Pimenta10 sessões do SXSW 2026 que comunicadores corporativos não podem perder
  • Carlos ParenteUma pitada de boa comunicação contra o etarismo

Destaques

  • Tendências da Comunicação Interna 2026 destaca o papel da IA, influenciadores e liderança
  • Professor da Universidad de los Andes vence International Aberje Award na IPRRC 2026
  • Aberje participa de reunião da PACE em agenda na Itaipu Binacional

Notícias do Mercado

  • Confiança se torna mais localizada e reforça o papel da reputação corporativa, aponta Edelman Trust Barometer 2026
  • Associadas ampliam iniciativas para fortalecer presença feminina em setores estratégicos
  • Avon apresenta nova expressão de marca na América Latina

BLOGS

A Aberje é uma organização profissional e científica sem fins lucrativos e apartidária. Tem como principal objetivo fortalecer o papel da comunicação nas empresas e instituições, oferecer formação e desenvolvimento de carreira aos profissionais da área, além de produzir e disseminar conhecimentos em comunicação.

ENDEREÇO
Rua Amália De Noronha, 151, 6º Andar – Pinheiros, São Paulo/SP
CEP 05410-010

CONTATO
(11) 5627-9090
(11) 95166-0658
fale@aberje.com.br