CDN Comunicação e Pfizer conquistam quatro troféus em festival internacional
30 de dezembro de 2019
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A CDN Comunicação e a Pfizer, ambos associados da Aberje, terminam o ano de 2019 com mais um reconhecimento, desta vez internacional. Três projetos de comunicação desenvolvidos pela agência para a farmacêutica conquistaram quatro troféus nos Prêmios Lusófonos de Criatividade, o maior Festival Internacional de Comunicação e Publicidade dedicado a países de língua portuguesa.

O troféu de ouro, na categoria Melhor Estratégia de Mídia Espontânea em Campanha de Publicidade, foi para a campanha Na Direção da Vida – Depressão sem Tabu, uma iniciativa da área de Medicina Interna da Pfizer e da Upjohn, sua divisão focada em doenças crônicas não-transmissíveis. Em apenas um mês, a campanha motivou mais de 400 reportagens, entre elas 10 programas na TV Globo. Lançada durante o Setembro Amarelo, mês mundial de Prevenção do Suicídio, a iniciativa também levou o bronze na categoria de Melhor Campanha na Via Pública, a partir de um imenso Labirinto de Girassóis montado no Largo da Batata e de outras ações que mobilizaram o País.

Outra iniciativa de grande destaque foi a primeira edição do projeto Coletivo Pink – Por um Outubro além do Rosa, que conquistou o troféu de prata na categoria Eficácia em Campanha de Relações Públicas. Com a voz das principais associações que representam o paciente oncológico no País, a campanha se mostrou capaz de interferir efetivamente no cenário do câncer de mama, transformando a vida de pacientes e familiares. Com estratégia e sensibilidade, o projeto também encontrou formas criativas de fazer com que a informação não apenas chegasse à população, mas fosse assimilada por ela.

Com um olhar diferente para um tema complexo e pouco discutido, a ação PAF Day – Gigantes na Multidão conquistou o troféu de bronze na categoria de Melhor Ativação na Via Pública. A ação, que faz parte da campanha Pausa na PAF, trouxe para o centro do debate uma doença rara pouco conheida, mas muito importante no Brasil, por sua origem predominantemente portuguesa. Trata-se da polineuropatia amiloidótica familiar (PAF), que ganhou grande visibilidade a partir de uma intervenção artística realizada nas árvores da Avenida Paulista, em junho de 2019.

 
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