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10 de outubro de 2017

Responda rápido: você tem algum preconceito?

Ricardo Sales
 
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O preconceito está presente no dia a dia dos brasileiros e se manifesta nos diferentes espaços que frequentamos, inclusive o ambiente de trabalho. Isso não é propriamente uma novidade, mas tínhamos poucos dados estatísticos para comprovar esta afirmação.

A pesquisa Skol Diálogos, que a Ambev encomendou junto ao Ibope, preenche esta lacuna e traz importantes insights para a gente refletir sobre diversidade e inclusão nas nossas empresas e na sociedade.

O estudo ouviu 2002 pessoas de diferentes faixas etárias em todas as regiões do país. Os dados são reveladores: 83% dos brasileiros não se consideram preconceituosos. Entretanto, 7 em cada 10 já fizeram algum comentário quadrado.

O machismo se destaca neste cenário. As frases mais faladas são “mulher tem que se dar ao respeito” (49% dos entrevistados já disseram isso) e “mulher ao volante, perigo constante” (28%).

O racismo aparece em expressões como “não sou preconceituoso, até tenho um amigo negro”, dita por 1 em cada 4 brasileiros.

Entre os 17% dos brasileiros que se declaram preconceituosos, 29% têm alvo certo: a população LGBT. É grande a tolerância a frases como “pode ser gay, mas não precisa beijar em público” (25% falam isso) e “isso é coisa de viado” (23%).

A língua não é apenas o meio pelo qual nos comunicamos. É também o processo pelo qual reproduzimos estereótipos, preconceitos e ideias equivocadas. Neste sentido, é reveladora a presença de tantos comentários desrespeitosos no nosso dia a dia.

Não por acaso, o Brasil é o país onde um jovem negro é assassinado a cada 23 minutos, seis mulheres são estupradas a cada hora e, só em 2016, 340 pessoas LGBTs foram assassinadas em crimes de ódio.

Perguntados se reagem ao ouvir um comentário preconceituoso, metade dos brasileiros afirma ficar calada – as mulheres são maioria entre os que manifestam sua contrariedade (60%).

Discutir o assunto não pode ser uma responsabilidade apenas dos “outros”, as mulheres, as pessoas negras, gordas ou LGBTs. Se queremos um país mais respeitoso, precisamos nos unir em torno deste debate e questionar nossos comportamentos e atitudes.

O preconceito dificulta o diálogo e impede a conexão entre as pessoas. Uma sociedade mais justa e inclusiva para todos nós depende de nossa disposição para conversamos sobre o tema. Vamos juntos?

Skol-Diálogos
Os artigos aqui apresentados não necessariamente refletem a opinião da Aberje e seu conteúdo é de exclusiva responsabilidade do autor.

Ricardo Sales

Ricardo Sales é consultor de diversidade, pesquisador e conselheiro consultivo. É formado pela USP, onde também realizou mestrado sobre diversidade mas organizações. Atua para algumas das maiores empresas do país. É conselheiro do Comitê de Diversidade do Itaú. Foi eleito pela Out&Equal um dos brasileiros mais influentes no assunto diversidade nas organizações e ganhou o Prêmio Aberje de Comunicação, em 2019. Foi bolsista do Departamento de Estado do Governo dos EUA e da Human Rights Campaign, sendo reconhecido como uma liderança mundial no tema diversidade. É também palestrante, professor da Fundação Dom Cabral e da Escola Aberje de Comunicação, colunista da revista Você SA e do Estadão, além de membro-fundador do grupo de estudos em diversidade e interculturalidade da ECA/USP.

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