PATROCINADORES

Ícone do topo

login / cadastro

  • Sobre
    • Quem Somos
    • Equipe
    • Nossas Associadas
    • Nossa História
    • International Aberje Award
    • Estatuto
    • Relatórios
  • Conteúdos
    • Notícias
    • Artigos e colunas
    • Blogs
    • Editora Aberje
    • Pesquisas
    • CEAEC Centro de Estudos Aplicados
    • Revista CE
    • Revista Valor Setorial
    • Podcasts
    • Vídeos
    • Newsletter BRpr
  • Eventos
    • Aberje Trends
    • Labs de Comunicação
  • Conecta CI
  • Escola
  • Prêmio
  • Benefícios
    • Comitês Aberje
    • Centro de Memória e Referência
    • Guia de fornecedores
  • Fale Conosco
  • Associe-se
Ícone do topo

login / cadastro

  • Sobre
    • Quem Somos
    • Nossa história
    • Estatuto
    • Relatórios
    • Equipe
    • Nossas Associadas
  • Associe-se
  • Notícias
  • Opinião
    • Artigos e colunas
    • Blogs
  • Vagas e Carreira
  • Associadas
    • Nossas Associadas
    • Comitês Aberje
    • Benchmarking
    • Centro de Memória e Referência
  • Eventos
    • Aberje Trends
  • Escola Aberje
  • Prêmios
    • Prêmio Aberje
    • Prêmio Universitário Aberje
    • International Aberje Award
  • Labs de Comunicação
  • Conteúdos
    • Editora
    • Revista CE
    • Revista Valor Setorial
    • Pesquisas
    • Materiais de consulta
    • Podcasts
    • Vídeos
  • Aliança Aberje de Combate às Fake News
  • Newsletter BRpr
  • Fale Conosco
  • Relatórios
20 de abril de 2016

Essa nossa miopia, quase cegueira, sênior…

Aberje
 
  • COMPARTILHAR:

Envelhecemos. Em uma geração, justo a minha, o Brasil deixou de ser um país de jovens e começou a inversão da pirâmide etária. Algo que levou décadas na Europa e no Japão, por exemplo, aqui se deu como num passe de mágica, num piscar de olhos.

Estávamos tão preocupados em construir o país do futuro que não nos preparamos para lidar com uma geração de pessoas (re)começando a vida aos cinquenta. Ou sessenta. Ou setenta. Ou oitenta…

No final do ano passado, fiquei em estado de choque enquanto assistia à apresentação de uma pesquisa de hábitos de consumo digital e me dei conta de que já estou “classificada” na penúltima barrinha de faixa etária. Depois dela, só a dos 50+… Refeita do susto, venho confirmando a exclusão que o mercado promove dessa geração de indivíduos, consumidores, que ainda têm uma vida inteira pela frente. Em todos os sentidos.

Foquemos nas marcas. Chega a ser patética a tentativa de colocar todo mundo no mesmo balaio. A começar pela classificação, que deveria ser revista. Rotular uma mulher ou um homem de 60 anos de “idoso” beira a infâmia, quando as estatísticas dizem que vamos viver até os 80, pelo menos. E quem está no limbo, entre os 50 e 60, é o quê? Um senhor ou uma senhora de “meia idade”? O que isso significa?

Tenho parentes e amigos na faixa dos 50, 60, 70, 80 e 90 anos. Quem em sã consciência acha que dá para se comunicar da mesma maneira com um alguém de 50 e outro de 90 anos? As necessidades, prioridades, anseios e desejos de cada um deles são absolutamente diferentes.

Não vejo nenhuma marca conversando com meus amigos de 60 anos, nem com a turma do meu pai, que está na faixa dos 70, muito menos com a geração da minha sogra, na marca dos 80. E quem fala para a minha avó e suas amigas com mais de 90 anos? Todos indivíduos lúcidos, ativos, cheios de vida, autonomia, planos, projetos e vontades. Que vão muito além do plano de saúde e do crédito consignado.

A maneira como as marcas personificam esses consumidores não representa ninguém que eu conheço.  E o que dizer das expressões “terceira idade” e “melhor idade”? Sofríveis, não? Recentemente, um estudo divulgado durante o 7º Congresso da Associação Brasileira de Pesquisa (Abep) identificou três grupos principais entre as pessoas maiores de 60 anos: os elegantes, as housewives e os tradicionais. Confesso que ainda estou na dúvida se é para rir ou para chorar.

Quando vamos acabar com essa miopia, quase cegueira, e passar a enxergar nossos consumidores sênior como eles de fato são? Já está passando da hora de pedirmos ajuda aos “universitários” como Jacques Lewkowicz que, aos 70 anos, vendeu suas ações na Lew Lara/TBWA e foi ser estagiário do Google…

 

  • COMPARTILHAR:

ARTIGOS E COLUNAS

  • Carlos ParenteEducação, comunicação, Bernardinho e como tudo transforma
  • Elizeo Karkoski(Des)Tendências para a Comunicação Interna em 2026
  • Paulo NassarBeethoven contra o ruído do mundo

Destaques

  • Aberje e VLI promovem palestra sobre mediação de conflitos em BH
  • Brasilidade em alta: identidade nacional vira ativo na comunicação das empresas
  • Paulo Nassar debate melancolia como sinal de lucidez em tempos de crise no Revista CBN

Notícias do Mercado

  • Morre Fábio França, docente e referência em Relações Públicas
  • Rodolfo Araújo lança livro de poemas “Sujeito” em São Paulo
  • FSB Holding lança produtora Aurora e amplia ecossistema audiovisual

BLOGS

A Aberje é uma organização profissional e científica sem fins lucrativos e apartidária. Tem como principal objetivo fortalecer o papel da comunicação nas empresas e instituições, oferecer formação e desenvolvimento de carreira aos profissionais da área, além de produzir e disseminar conhecimentos em comunicação.

ENDEREÇO
Rua Amália De Noronha, 151, 6º Andar – Pinheiros, São Paulo/SP
CEP 05410-010

CONTATO
(11) 5627-9090
(11) 95166-0658
fale@aberje.com.br

 
Usamos cookies para garantir que oferecemos a melhor experiência em nosso site. Ao continuar navegando, você concorda com estas condições.