CONHEÇA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA
DO ABERJE TRENDS 2026 - Rio de Janeiro
O Valor da Reputação e o comunicador
como estrategista na geração de negócios
*Programação em construção. Palestras e palestrantes sujeitos à alteração.
08:00 | Recepção e credenciamento
09:00 | Abertura
Hamilton dos Santos – Diretor Executivo da Aberje
09:15 | CEOs e Brasilidade: como a identidade nacional pode gerar valor para o negócio e para a reputação
Os líderes empresariais brasileiros enfrentam desafios bem particulares. As dimensões do nosso país e as diferenças culturais de cada região tornam única a missão de dirigir negócios aqui, o que exige um olhar holístico e sensível desses profissionais. Essas características estão, cada vez mais, aproximando os CEOs das suas áreas de comunicação – e, nesta faceta, eles se apropriam da posição de guardiões máximos da reputação, com a missão de converter resultados em sustentabilidade do negócio e em imagem positiva perante a sociedade. Como a reputação mexe com o ponteiro do negócio – seu faturamento, atratividade de talentos, valor de ações, abertura de mercados? Que métricas integradas estão sendo propostas para esta validação de posicionamento e práticas? Como os CEOs estão contribuindo para que os valores organizacionais sejam considerados na agenda dos acionistas?
O Aberje Trends promove mais uma vez o seu painel de CEOs Comunicadores, trazendo líderes de grandes empresas para uma conversa sobre seu papel de membros de áreas de comunicação e seu envolvimento com as pautas de Mídia, Comunicação Interna, Relações Governamentais e ESG.
10:00 | Comunicação Interna:
A experiência do funcionário nas redes10:15 | Empoderamento do empregado, descentralização do conteúdo e IA: como será a nova comunicação interna?
Já faz tempo que os funcionários de qualquer tipo de organização deixaram de ser apenas receptores para tornarem-se agentes ativos na produção e circulação de conteúdo. Esse fenômeno aponta para o empoderamento do empregado e a descentralização dos fluxos comunicacionais, levantando questões sobre como será a nova comunicação interna. Ao mesmo tempo que a democratização da voz traz oportunidades, também apresenta riscos: como evitar que manifestações individuais gerem crises nas redes sociais ou na imprensa? E como proteger a organização da circulação de boatos e notícias falsas que vem de fora? Como aproveitar o potencial dos influenciadores internos alinhando as estratégias da empresa? O painel do Aberje Trends Rio propõe uma reflexão sobre esses desafios, discutindo o impacto da IA e das redes sociais na cultura organizacional e os caminhos para equilibrar o engajamento com a segurança institucional.
11:00 | Jornalismo novas fronteiras ou sem fronteiras?
11:15 | Imprensa, empresas e academia: como os algoritmos e o conteúdo automático de IA estão influenciando os comunicadores do futuro
O comunicador é desafiado a transcender a execução técnica para tornar-se um especialista do negócio e profundo conhecedor da sociedade. Em um ecossistema onde as redes sociais pautam a cobertura jornalística, a ascensão da curadoria por algoritmo e do conteúdo automático por IA recolocam em questão quais são os fatores que moldarão o futuro da produção de conteúdo. Qual será o papel da imprensa nesse cenário? Como as empresas estão olhando para a produção nativa de conteúdo? Como as universidades estão formando os comunicadores do futuro (e do presente)? O painel de mídia do Aberje Trends Rio vai debater como os comunicadores podem preservar a relevância da comunicação e o valor da curadoria humana diante dessas transformações.
12:00 | Diálogo da reputação
A reputação corporativa consolidou-se, nas últimas décadas, como um dos ativos intangíveis mais relevantes para a sustentabilidade estratégica das organizações. Embora sua A reputação corporativa consolidou-se, nas últimas décadas, como um dos ativos intangíveis mais relevantes para a sustentabilidade estratégica das organizações. Embora sua construção dependa de múltiplos vetores — que atravessam decisões de governança, práticas de gestão, cultura organizacional e relações com stakeholders — sua preservação permanece particularmente sensível a contextos de alta exposição pública, volatilidade informacional e crescente escrutínio social. Nesse ambiente, reputação deixa de ser apenas um atributo simbólico da marca para assumir caráter efetivamente econômico, influenciando valor de mercado, capacidade de atração de talentos, confiança de investidores, preferência de consumidores, entre outras frentes de impacto. Se a construção de reputação envolve a atuação coordenada de diferentes áreas organizacionais, há um campo de especialização que opera diretamente na arquitetura simbólica e estratégica desse ativo – e também na orquestração de todos os esforços: a comunicação corporativa. É nesse domínio que se estruturam os processos capazes de traduzir contexto em linhas de decisão, decisões empresariais em narrativas compreensíveis e diálogos consistentes com stakeholders na geração e estímulo a um ambiente de confiança e credibilidade. O comunicador corporativo contemporâneo assume, portanto, uma função ampliada no sistema de gestão das organizações: a de especialista na geração e proteção de valor reputacional, capaz de converter informação em relevância estratégica — e
relevância em confiança social e legitimidade institucional.
É justamente a partir dessa perspectiva que emerge o debate sobre o valor da reputação: a necessidade crescente de mensurar, evidenciar e demonstrar, de maneira consistente, como as iniciativas de comunicação contribuem para a geração de valor econômico e para a mitigação de riscos reputacionais. Trata-se de um movimento que desloca a comunicação de uma esfera predominantemente operacional para o centro da estratégia de negócios, exigindo novos modelos analíticos, métricas mais sofisticadas e maior integração com áreas como finanças, governança e gestão de riscos.
12:30 | Encerramento




















