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	<title>Notícias &#8211; Portal Aberje</title>
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	<title>Notícias &#8211; Portal Aberje</title>
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		<title>Evento da Weber Shandwick Brasil debate IA e gestão da mudança nas organizações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Aberje]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 17:49:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agências e fornecedores]]></category>
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		<category><![CDATA[United Minds]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro discutiu o papel da cultura e da liderança na adoção de tecnologias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A relação entre inteligência artificial, cultura organizacional e gestão da mudança deu o tom da última edição do United Talks, realizado na última quarta-feira (15), na sede da Weber Shandwick Brasil, em São Paulo. Com o tema “IA: fator de tensão ou solução cultural?”, o evento reuniu especialistas para discutir como a adoção de tecnologias depende, sobretudo, de fatores humanos. A Weber Shandwick Brasil é associada à Aberje.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A abertura partiu da premissa de que a mudança deve ser entendida como uma capacidade organizacional estruturante, mais do que uma simples resposta pontual a novas ferramentas ou processos. A mudança foi retratada como um “músculo” que articula a operação, influencia prioridades e orienta a tomada de decisão, estando diretamente vinculada à cultura e à atuação das lideranças, especialmente da média gestão, responsável por garantir escala.</span></p>
<figure id="attachment_187759" aria-describedby="caption-attachment-187759" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-187759" src="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Rodolfo-Araujo-evento-WS.jpg" alt="" width="800" height="1067" srcset="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Rodolfo-Araujo-evento-WS.jpg 800w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Rodolfo-Araujo-evento-WS-225x300.jpg 225w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Rodolfo-Araujo-evento-WS-768x1024.jpg 768w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Rodolfo-Araujo-evento-WS-430x574.jpg 430w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-187759" class="wp-caption-text">Rodolfo Araújo, vice-presidente de Estratégia, Analytics e Transformação Cultural da Weber Shandwick Brasil (foto: Rodrigo Cogo)</figcaption></figure>
<p><b>Rodolfo Araújo</b><span style="font-weight: 400;">, vice-presidente de Estratégia, Analytics e Transformação Cultural, apresentou dados de uma pesquisa “Os grandes debates sobre a adoção de IA de 2026”, que aborda os impactos da IA nas empresas e nas relações de trabalho. A pesquisa está disponível <a href="https://email.webershandwick.com.br/2026/UM/Papers/IA%20Adoption/AI%20Adoption%20Tensions_portugues.pdf" rel="nofollow noopener" target="_blank">neste link</a>. Segundo ele, organizações que conseguem capturar valor real da tecnologia tendem a adotar abordagens mais pragmáticas e centradas nas pessoas. “A clareza tem se mostrado mais eficaz do que a ambição. A cultura define a abordagem, e o fator humano permanece no centro do processo”, afirmou. Para o executivo, ao identificar que os principais desafios são de natureza humana, não se trata de atribuir responsabilidade, mas de direcionar investimentos para temas como alinhamento, definição de responsabilidades e gestão da resistência à mudança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na sequência, </span><b>Cristiane Fiorezzi</b><span style="font-weight: 400;">, diretora sênior de Recursos Humanos da OTIS para a América Latina, participou de debate sobre os desdobramentos organizacionais da adoção de IA. O encontro também contou com a demonstração do NAV, agente de inteligência artificial voltado à gestão da mudança, capaz de apoiar a formulação de estratégias e o refinamento de decisões. O NAV pode ser acessado <a href="https://nav-unitedminds.com/chat" rel="nofollow noopener" target="_blank">aqui</a>.</span></p>
<p><b>Pontos de atenção na adoção de IA</b></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;"> IA não é objetivo, é habilitador da missão;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Pequenas vitórias bem divulgadas e comemoradas ampliam engajamento e adesão;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Visões revolucionárias mobilizam no início, mas tendem a perder força ao longo do tempo;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Foco exclusivo em ROI transformacional pode ser contraproducente frente a ganhos incrementais de produtividade;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> O “paradoxo da eficiência” indica que a promessa de tempo livre nem sempre se concretiza;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Inserir IA em processos existentes tende a ser menos eficaz do que redesenhá-los;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> A liderança é relevante, mas o aproveitamento do repertório coletivo das equipes é igualmente decisivo, inclusive para mitigar tensões geracionais;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Experimentação com segurança exige governança e responsabilidade compartilhada, sem que isso represente entraves burocráticos.</span></li>
</ol>
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		<title>Aberje Academia de Marcas discute rebranding da AXIA Energia como estratégia integrada de marca, cultura e comunicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mario Bucci]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 15:52:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Axia]]></category>
		<category><![CDATA[Leandra Peres]]></category>
		<category><![CDATA[Cáren Nakashima]]></category>
		<category><![CDATA[Academia de Marcas]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento patrocinado pela empresa reuniu lideranças para analisar desafios e aprendizados na construção de marca em um setor em transformação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O que significa alinhar marca, cultura organizacional e estratégia de negócio em um setor em transformação? Essa questão orientou o encontro “Aberje Academia de Marcas: o rebranding da AXIA Energia”, realizado no final de março, na sede da Aberje, em São Paulo. Patrocinado pela associada AXIA Energia, o evento discutiu, a partir de um caso concreto de reposicionamento, como a construção de marca pode acompanhar mudanças estruturais no negócio – e no setor elétrico.</span></p>
<p><b>Leandra Peres</b><span style="font-weight: 400;">, diretora de Comunicação e Marketing Institucional da AXIA Energia; e </span><b>Cáren Nakashima</b><span style="font-weight: 400;">, gerente executiva de Marketing Institucional da companhia, apresentaram o case e detalharam as decisões estratégicas, operacionais e culturais envolvidas no processo. As executivas destacaram que o reposicionamento da empresa não se limitou à mudança de identidade visual, mas foi estruturado como uma resposta articulada ao novo momento da organização, formada após a privatização da Eletrobras em 2022. “A mudança de marca coroa um trabalho interno”, afirmou Cáren. Segundo ela, o processo envolveu o alinhamento entre narrativa, cultura e estratégia de negócio, em um contexto em que a empresa busca migrar de uma operação focada em infraestrutura, para uma atuação orientada ao desenvolvimento de negócios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leandra classificou o projeto como o mais relevante de sua trajetória. “Não fizemos uma ruptura. Temos orgulho da nossa história de 80 anos [considerando Eletrobras e suas subsidiárias], mas entendemos que essa fórmula não é a dos próximos 80 anos”, disse. Para a executiva, o rebranding representa um movimento de continuidade com transformação, em que a marca passa a refletir uma nova governança e uma atuação mais conectada ao mercado.</span></p>
<p><b>Rebranding como expressão do negócio e da cultura</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos principais pontos discutidos foi a necessidade de o branding estar a serviço da estratégia empresarial. No caso da AXIA Energia, a escolha do nome e dos atributos de marca foi orientada por essa lógica. “AXIA está ligada à ideia de eixo, vetor. O branding precisa estar a serviço do negócio”, explicou Cáren.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leandra detalhou que a definição do propósito também seguiu esse direcionamento. “Escolhemos o verbo ‘catalisar’, porque ele traduz a crença de que as coisas podem estar organizadas, mas nada acontece sem um agente que impulsione. A AXIA se posiciona como catalisadora de negócios com a sua energia”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As executivas ressaltaram que o processo não implicou uma transformação imediata da cultura organizacional, mas sim a consolidação de mudanças já em curso. “Cultura não muda do dia para a noite. Estamos em um momento de sustentação”, disse Cáren. Com cerca de 7 mil colaboradores, a empresa conduziu um processo gradual de alinhamento interno, com foco na construção de pertencimento.</span></p>
<p><b>Governança, riscos e gestão de crises no processo de rebranding</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O evento também abordou aspectos operacionais e de governança do rebranding, incluindo a gestão de riscos e a condução de crises. Leandra e Cáren relembraram o vazamento interno do novo nome da empresa, dias antes da data programada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Cáren, o planejamento original previa uma comunicação estruturada ao mercado, com divulgação de fato relevante, seguida de uma live institucional e da atualização coordenada dos canais da companhia. A virada de marca, prevista para o final de outubro de 2025, foi antecipada, com ajustes na estratégia, sem prejuízos. “A primeira ação foi o comunicado de fato relevante. A partir disso, apenas adaptamos o que já estava preparado”, explicou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leandra destacou o papel da liderança na tomada de decisão nesse contexto. “O CEO decidiu comunicar o mercado imediatamente”, afirmou. A executiva também ressaltou que o controle de informações foi um elemento central do projeto, com restrição de acesso ao nome e assinatura de acordos de confidencialidade por parte das equipes envolvidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A discussão incluiu ainda a importância de planejamento jurídico e regulatório, especialmente no registro de marca e na aquisição de domínios. “O nome depende de registro no INPI. Esse é um ponto crítico em qualquer processo de rebranding”, observou Leandra.</span></p>
<p><b>Comunicação, canais e sustentação da marca</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leandra e Cáren também abordaram o papel da comunicação na sustentação da nova marca, com destaque para o uso estratégico das redes sociais. Para Leandra, esses canais são hoje centrais na construção de reputação. “Não existe comunicação sem estratégia de redes sociais. Elas são o principal canal de contato orgânico e de construção de marca”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cáren destacou o potencial das plataformas como espaços de diálogo e autoridade. “As redes sociais são celeiros de conversa. É possível gerar interação alinhada às necessidades do negócio”, disse, mencionando também mudanças no comportamento de busca de informação, com plataformas como o TikTok ganhando relevância.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As executivas apontaram que o rebranding não foi concebido como uma ação de curto prazo voltada à conversão, mas como uma resposta estrutural a um setor em rápida transformação. “O negócio está mudando muito rápido. O rebranding foi um meio de responder a esse contexto”, afirmou Leandra. Elas frisaram que processos de mudança de marca exigem articulação entre múltiplas dimensões e dependem da comunicação como elemento integrador entre cultura, negócio e reputação.</span></p>
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		<title>Aberje divulga lista “20 comunicadores para seguir” e reforça olhar sobre talentos da comunicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Aberje]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 15:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[Com apoio do InfoMoney, iniciativa mapeia profissionais em trajetória de destaque a partir de votação qualificada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Aberje anuncia a divulgação da lista <a href="https://www.aberje.com.br/comunicadores-para-seguir/">“20 comunicadores para seguir”</a>, iniciativa que conta com o apoio do InfoMoney e tem como objetivo reconhecer profissionais em trajetória de destaque ascendente na comunicação empresarial brasileira. A seleção busca evidenciar talentos, com atuação marcada por inovação, consistência de resultados e capacidade de influência no setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A construção da lista reuniu um amplo processo de escuta qualificada, que resultou em 236 nomes diferentes votados, provenientes de 206 organizações distintas, entre empresas, associações, estatais e fornecedores do setor. Participaram da votação a equipe executiva da Aberje, integrantes dos Conselhos da entidade, membros do LiderCom (grupo da Aberje que reúne a liderança C-Level das associadas) e do LiderCom Next (que reúne gerentes e coordenadores de Comunicação), além dos vencedores do prêmio Comunicador do Ano – Prêmio Aberje 2025 e dos diretores de Capítulo (representações regionais da Aberje) com mandato vigente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“É uma iniciativa para evidenciar profissionais que têm apresentado percursos relevantes no campo da comunicação corporativa no Brasil, não só nas equipes onde estão hoje”, afirma </span><b>Hamilton dos Santos</b><span style="font-weight: 400;">, diretor-executivo da Aberje. “Com o apoio do InfoMoney, ampliamos a projeção e celebramos tanto talentos em evolução quanto trajetórias que já têm demonstrado impacto”, conclui.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em linha com o propósito da iniciativa de ressaltar nomes em trajetórias ascendentes – que representassem excelência, inovação e impacto –, a lista adota, de maneira simbólica, o conceito de “High Flyers”, profissionais de diferentes idades que se destacam por desempenho consistente, visibilidade crescente e potencial de liderança na comunicação corporativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conheça os 20 comunicadores para seguir de 2026 e <a href="https://www.aberje.com.br/comunicadores-para-seguir">veja mais detalhes no site</a>:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alessandra Ber, diretora de Relações Públicas da TIM</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alexandre Nobeschi, superintendente de Publicidade e Canais Digitais da B3</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ana Rocha, gerente de Marca e Reputação da Randoncorp</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Daniel Cesar de Sena, gerente executivo de Comunicação para Funcionários, Cultura e Employer Brand do Mercado Livre</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Danny Marchesi, gerente-geral de Sustentabilidade e Comunicação da VLI</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Diana Medeiros, superintendente de Comunicação para o Varejo do Itaú</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Elizeo Karkoski Pereira, sócio-fundador e diretor-executivo da P3K Comunicação</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fernanda Bolzan, gerente executiva de Comunicação Institucional do Grupo Energisa</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ibiapaba Netto, diretor-executivo da CitrusBR</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Leandro Provedel Kunzler, gerente corporativo de Comunicação da ENGIE Brasil</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Lilian Assis, gerente executiva de Comunicação Corporativa da Ajinomoto</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mariana Augusto dos Santos, gerente sênior de Comunicação Corporativa da Divisão Brasil da Arcos Dorados</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mônica Alvarez, gerente de Comunicação Corporativa da Alubar</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Paula Hermont, gerente de Interlocutores na Diretoria de Licenciamento Ambiental e Regulatório da Vale </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Rafael Simas, gerente de Comunicação e Marca da Gerdau</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Rejane Braz, gerente executiva de Comunicação Corporativa da BS2</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ricardo Castelani, gerente-geral de Comunicação da Toyota</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Rodolfo Araújo, vice-presidente de Estratégia e Análise da Weber Shandwick e líder da consultoria de transformação cultural United Minds no Brasil e América Latina</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Thiago Massari, líder de Comunicação Integrada da Bayer</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Vanessa Motta, gerente sênior de Comunicação da Natura</span></li>
</ul>
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		<title>Eneva é a nova associada à Aberje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Aberje]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:35:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Eneva]]></category>
		<category><![CDATA[André Giserman]]></category>
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					<description><![CDATA[Companhia atua na exploração e produção de gás natural e geração de energia no país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Eneva é a mais nova associada à Aberje. A entrada da companhia na entidade reflete o compromisso com o fortalecimento das estratégias de relacionamento, comunicação e transparência, em um momento de expansão de seus negócios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Maior operadora privada de gás natural do país, a Eneva mantém ativos de exploração e produção de gás e geração de energia em estados como Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Roraima e Sergipe. A empresa oferece soluções tanto no ambiente conectado à malha de gasodutos (on-grid), por meio de terminal de regaseificação de GNL, quanto fora da malha (off-grid), atendendo desde usinas próprias e distribuidoras até os segmentos industrial e de transporte pesado.</span></p>
<figure id="attachment_187684" aria-describedby="caption-attachment-187684" style="width: 900px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-187684" src="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Andre-Giserman-Eneva.jpg" alt="" width="900" height="600" srcset="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Andre-Giserman-Eneva.jpg 900w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Andre-Giserman-Eneva-300x200.jpg 300w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Andre-Giserman-Eneva-768x512.jpg 768w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Andre-Giserman-Eneva-750x500.jpg 750w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Andre-Giserman-Eneva-861x574.jpg 861w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Andre-Giserman-Eneva-225x150.jpg 225w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Andre-Giserman-Eneva-600x400.jpg 600w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Andre-Giserman-Eneva-360x240.jpg 360w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Andre-Giserman-Eneva-390x260.jpg 390w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-187684" class="wp-caption-text">André Giserman, gerente-geral de Comunicação e Relações Institucionais da Eneva</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A área de Comunicação e Relações Institucionais da companhia é liderada pelo gerente-geral </span><b>André Giserman</b><span style="font-weight: 400;"> e tem papel estratégico na construção de reputação e no relacionamento com os públicos de interesse. “A Eneva reconhece a comunicação corporativa como um elemento estratégico para a construção de reputação e para o relacionamento transparente com seus públicos. A integração à Aberje amplia esse compromisso ao nos conectar a um ambiente de troca, de aprendizado e de disseminação das melhores práticas de comunicação, fortalecendo a atuação da companhia no setor elétrico nacional”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do suporte às operações, a comunicação corporativa da Eneva também atua na promoção da transparência em relação aos compromissos socioambientais e às iniciativas de desenvolvimento econômico e social.</span></p>
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		<title>Estadão lança prêmio para reconhecer destaques do turismo brasileiro</title>
		<link>https://www.aberje.com.br/estadao-lanca-premio-para-reconhecer-destaques-do-turismo-brasileiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Aberje]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 16:55:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[RTSC Holding]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Fernando Bovo]]></category>
		<category><![CDATA[Estadão]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa contempla destinos, hotelaria e infraestrutura, com anúncio dos vencedores em abril, em Foz do Iguaçu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O Estadão anunciou a criação do prêmio “O Melhor do Turismo Brasileiro”, voltado ao reconhecimento de empresas, destinos e projetos que impulsionam o desenvolvimento do setor no país. A proposta considera o contexto de expansão do turismo nacional, impulsionado pela retomada das viagens, pela valorização de experiências personalizadas e pelo fortalecimento do mercado interno. O prêmio conta com patrocínio da RTSC Holding, empresa de investimentos com foco no desenvolvimento do setor no Brasil. A RTSC Holding é associada à Aberje. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem processo de inscrição, a premiação terá os vencedores definidos por um júri qualificado, com curadoria técnica da FIA Business School. O objetivo é valorizar iniciativas que contribuam para a qualificação da experiência turística e para o fortalecimento da cadeia do setor, reconhecido por sua capacidade de gerar empregos, atrair investimentos e estimular a inovação em serviços. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A premiação está estruturada em 25 categorias, distribuídas em três trilhas: Destinos, que contempla localidades e atrativos; Hotelaria, voltada a empreendimentos de hospitalidade; e Infraestrutura &amp; Serviços, dedicada a soluções que viabilizam e aprimoram a jornada do viajante. A organização busca refletir a diversidade do setor e sua relevância para a economia e para a imagem do Brasil como destino turístico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo </span><b>Luís Fernando Bovo</b><span style="font-weight: 400;">, diretor do Estadão Blue Studio, o projeto também pretende fomentar conexões entre lideranças e especialistas do setor. “Celebrar os destaques do turismo é também estimular boas práticas, inovação e excelência. Queremos que o prêmio seja um marco anual de reconhecimento e inspiração para todo o mercado”, afirma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cerimônia de premiação será realizada no Wish Foz do Iguaçu Resort, reunindo executivos, convidados e representantes do trade turístico. O hotel integra o portfólio do Grupo Wish, com presença em diferentes destinos no Brasil. </span></p>
<p><b>Anote na agenda</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Prêmio “O Melhor do Turismo Brasileiro”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Data: 23 de abril</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Horário: 19h00</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Local: Wish Foz do Iguaçu Resort, Foz do Iguaçu (PR)</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Mais informações no <a href="https://premioturismoestadao.com.br/" rel="nofollow noopener" target="_blank">site do prêmio</a></span></p>
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		<title>Visita do Instituto Poiesis à Aberje aborda comunicação, IA e nova fase institucional</title>
		<link>https://www.aberje.com.br/visita-do-instituto-poiesis-a-aberje-aborda-comunicacao-ia-e-nova-fase-institucional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Aberje]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 15:06:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ceres Prates]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Poiesis]]></category>
		<category><![CDATA[Hamilton dos Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro com a diretora-executiva Ceres Prates tratou de estratégias de comunicação e do fortalecimento da atuação cultural em interface com o setor público e privado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Aberje recebeu na última terça-feira (14) </span><b>Ceres Prates</b><span style="font-weight: 400;">, diretora-executiva do Instituto Poiesis, associada-parceira da entidade. Ceres se reuniu com </span><b>Hamilton dos Santos</b><span style="font-weight: 400;">, diretor-executivo da Aberje, e discutiu caminhos estratégicos para a comunicação institucional da organização, uso de inteligência artificial aplicada à gestão cultural e ao setor público. Hamilton é conselheiro da Poiesis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ceres e Hamilton também falaram sobre a nova fase do Instituto Poiesis, que projeta uma atuação mais efetiva na valorização da cultura por meio do fortalecimento do diálogo entre os setores público e privado. A organização esteve representada na SP House durante o SXSW, reforçando sua inserção em debates contemporâneos sobre cultura, inovação e economia criativa.</span></p>
<p><b>O Instituto Poiesis</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Constituída em 1995, a Poiesis – Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura – é uma organização não governamental qualificada como Organização Social (OS) pelo Governo do Estado de São Paulo desde 2008. A instituição atua na execução de políticas públicas culturais, com foco no desenvolvimento sociocultural e educacional e na preservação e difusão da língua portuguesa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em parceria com a Secretaria de Cultura, Indústria e Economia Criativas do Estado, a Poiesis é responsável pela gestão de iniciativas como o Programa Fábricas de Cultura e equipamentos culturais como a Casa das Rosas, a Casa Guilherme de Almeida e a Casa Mário de Andrade. Sua atuação é orientada por princípios de inovação na gestão, transparência e valorização do patrimônio cultural, com equipes técnicas especializadas e experiência consolidada na articulação entre os setores público e privado.</span></p>
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		<title>InfoMoney anuncia Rodrigo Flores para liderar o portal</title>
		<link>https://www.aberje.com.br/infomoney-anuncia-rodrigo-flores-para-liderar-o-portal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Aberje]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:43:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentação de mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Flores]]></category>
		<category><![CDATA[InfoMoney]]></category>
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					<description><![CDATA[Executivo assume com foco em expansão, inovação e fortalecimento da oferta de conteúdo em economia e investimentos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O InfoMoney anunciou </span><b>Rodrigo Flores </b><span style="font-weight: 400;">para liderar o portal, em um movimento que marca um novo ciclo voltado à expansão, inovação e geração de valor ao leitor. O veículo busca reforçar sua atuação no jornalismo econômico e financeiro, mantendo o compromisso de traduzir temas complexos, ampliar o acesso ao conhecimento e apoiar decisões mais informadas. O InfoMoney é mantenedor da Aberje e hoje tem mais de 20% de participação de audiência no segmento, reunindo cerca de 20 milhões de usuários e seguidores em seu ecossistema multiplataforma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O InfoMoney é o veículo financeiro mais acessado do Brasil. O desafio é ampliar ainda mais essa base, contribuindo para democratizar o conhecimento econômico no país. Nosso objetivo estará cumprido se, após ter contato com nossos conteúdos, os investidores sejam capazes de tomar as melhores decisões para as suas vidas financeiras”, afirma Rodrigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O executivo tem trajetória consolidada no jornalismo, com passagens por UOL e Estadão. A chegada ocorre em um contexto de crescimento de audiência e aumento da demanda por conteúdo qualificado sobre investimentos, economia e negócios, reforçando o posicionamento do InfoMoney como fonte relevante para o mercado e a sociedade.</span></p>
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		<title>PR³ Itaú debate desafios da comunicação em cenário de polarização e desconfiança</title>
		<link>https://www.aberje.com.br/pr%C2%B3-itau-debate-desafios-da-comunicacao-em-cenario-de-polarizacao-e-desconfianca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Aberje]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Zambelli]]></category>
		<category><![CDATA[In Press]]></category>
		<category><![CDATA[Pâmela Vaiano]]></category>
		<category><![CDATA[itau unibanco]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro reuniu especialistas para discutir o papel dos comunicadores na construção de narrativas em um ambiente social fragmentado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Como comunicar em um país marcado por polarização, desconfiança e múltiplas identidades? Essa foi a questão central da nova edição do PR³ Itaú, realizada na manhã da última segunda-feira (13), no Cubo Itaú, em São Paulo. O encontro promoveu uma leitura do Brasil contemporâneo a partir de suas dinâmicas sociais, culturais e políticas, discutindo como esse contexto influencia a forma como a informação é produzida, interpretada e compartilhada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o tema “Espelho do Brasil: o papel dos comunicadores na construção da realidade”, o encontro propôs uma análise sobre os desafios da comunicação institucional em um país marcado por polarização, desconfiança e maior sensibilidade da opinião pública. O debate foi mediado por </span><b>Pâmela Vaiano</b><span style="font-weight: 400;">, diretora de Comunicação Corporativa do Itaú Unibanco, e contou com a participação de </span><b>Felipe Nunes</b><span style="font-weight: 400;">, sócio-fundador da Quaest, Pesquisa e Consultoria; e de </span><b>Fábio Zambelli</b><span style="font-weight: 400;">, diretor de Public Affairs do Grupo In Press. A conversa partiu de dados e reflexões apresentados no livro “Brasil no Espelho”, de autoria de Nunes, para discutir os impactos das transformações sociais e políticas sobre a prática da comunicação. O Itaú Unibanco é mantenedor da Aberje, e o Grupo In Press é associado à entidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O debate se insere em um contexto mais amplo de crescente escrutínio público sobre o papel da comunicação institucional, em linha com análises recorrentes de veículos nacionais, como Folha de S.Paulo, Valor Econômico e O Estado de S.Paulo, e internacionais, como Financial Times e The Economist, que vêm destacando a erosão da confiança em instituições e a intensificação da polarização informacional em democracias contemporâneas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso brasileiro, esses vetores assumem contornos específicos, evidenciados por pesquisas conduzidas pela Quaest, que indicam um ambiente de desconfiança difusa e forte reinterpretação de narrativas sob lentes ideológicas e emocionais. Nesse cenário, a comunicação corporativa passa a operar sob maior pressão por coerência, clareza e capacidade de antecipação de riscos reputacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A discussão também dialoga com a cobertura recente de negócios, que registra o aumento da exigência por posicionamentos institucionais mais explícitos, ao mesmo tempo em que organizações buscam equilibrar protagonismo e prudência em contextos de elevada volatilidade social. Nesse ambiente, o papel dos comunicadores se reconfigura: mais do que emissores de mensagens, tornam-se agentes de curadoria de sentido e de construção de legitimidade, demandando abordagem estratégica baseada em dados, escuta ativa e responsabilidade narrativa diante de uma sociedade fragmentada e altamente reativa.</span></p>
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		<title>Masterclass do MBA Aberje-FGV destaca comunicação estratégica em aula com Leandro Modé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Portal Aberje]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:09:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escola Aberje de Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Leandreo Modé]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Carolina de Medeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Nicole Ingouville]]></category>
		<category><![CDATA[Janaina Gama]]></category>
		<category><![CDATA[Rozália Del Gáudio]]></category>
		<category><![CDATA[Emiliana Pomarico]]></category>
		<category><![CDATA[vale]]></category>
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					<description><![CDATA[Executivo da Vale apresentou case sobre COP30 e abordou práticas orientadas a impacto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A masterclass presencial do MBA em Gestão da Comunicação Empresarial, fruto de uma parceria entre a Escola Aberje de Comunicação e a FGV, realizada no último sábado (11), em São Paulo, contou com a participação de </span><b>Leandro Modé</b><span style="font-weight: 400;">, diretor de Comunicação e Marca da Vale. O executivo, que também é conselheiro da Aberje e vencedor do Prêmio Aberje como Comunicador do Ano em 2022, apresentou um case sobre a atuação da companhia na COP30. A Vale é mantenedora da Aberje.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a exposição, Modé ressaltou que estratégias de comunicação devem estar ancoradas em dados, pesquisas e tendências, e que a construção de narrativas eficazes depende da conexão emocional com os públicos. Também destacou a importância da customização e segmentação para ampliar o alcance das mensagens, além da necessidade de consistência e frequência como pilares para sustentar a atuação comunicacional ao longo do tempo. Segundo ele, iniciativas criativas e inéditas têm potencial de gerar maior impacto e contribuir para fortalecer a licença social para operar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A programação contou ainda com a presença das professoras </span><b>Rozalia del Gáudio</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>Janaína Gama </b><span style="font-weight: 400;">e </span><b>Paula Rodrigues</b><span style="font-weight: 400;">, que acompanharam a atividade e contribuíram para o diálogo com os participantes ao longo do encontro. A abertura foi conduzida por </span><b>Emiliana Pomarico</b><span style="font-weight: 400;">, gerente da Escola Aberje de Comunicação, ao lado das coordenadoras </span><b>Maria Carolina de Medeiros </b><span style="font-weight: 400;">e </span><b>Nicole Ingouville</b>, da FGV<span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em sua fala, Emiliana destacou o valor dos encontros presenciais na consolidação da rede de comunicadores, ressaltando a diversidade de experiências e a qualidade das contribuições dos participantes. Também enfatizou a relevância da parceria entre Aberje e FGV ao integrar formações em comunicação e gestão, e mencionou o perfil da terceira turma do programa, composta por profissionais experientes e com visão crítica sobre os desafios contemporâneos da área.</span></p>
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		<title>Coalizão Empresarial contra a Desinformação é lançada em São Paulo com foco em governança e ação coletiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mario Bucci]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[NetLab]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Ethos]]></category>
		<category><![CDATA[Abert]]></category>
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		<category><![CDATA[Cristiano Lobato Flôres]]></category>
		<category><![CDATA[Patrícia Audi]]></category>
		<category><![CDATA[Marie Santini]]></category>
		<category><![CDATA[Andrea Alvares]]></category>
		<category><![CDATA[Hamilton dos Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa reúne Aberje, Abert, Abradee e Instituto Ethos, com apoio técnico do NetLab UFRJ, para estruturar respostas empresariais a um risco sistêmico crescente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A desinformação e seus efeitos econômicos e reputacionais foram tema do debate que marcou o lançamento da Coalizão Empresarial contra a Desinformação, realizado na manhã da última segunda-feira (13), em São Paulo. O evento reuniu lideranças empresariais, especialistas e representantes de entidades para discutir o papel das organizações diante de um fenômeno que se consolida como risco sistêmico. A iniciativa é uma realização conjunta de Aberje, Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) e Instituto Ethos, com apoio técnico do NetLab UFRJ. A Abradee é associada à Aberje.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na abertura, </span><b>Caio Magri</b><span style="font-weight: 400;">, presidente do Instituto Ethos, situou o lançamento em um contexto de intensificação dos riscos associados à desinformação, destacando seu caráter sistêmico. “Este é um momento decisivo para a democracia e para o futuro. A desinformação passou a integrar o cotidiano e afeta diretamente a confiança da sociedade”, afirmou. Com base em dados do Comitê Gestor da Internet, ele ressaltou que 41% dos brasileiros com 16 anos ou mais afirmam ter contato diário com conteúdos falsificados por inteligência artificial, índice que chega a 44% entre jovens de 16 a 24 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Magri também destacou que a expansão das tecnologias digitais amplia simultaneamente capacidades e responsabilidades. “Quando uma tecnologia amplia capacidades, ela também amplia deveres. Inovação sem responsabilidade pode ampliar desigualdades e enfraquecer direitos”, disse, defendendo uma resposta baseada em governança, transparência e compromisso institucional com a integridade da informação.</span></p>
<p><b>Desinformação como risco sistêmico</b></p>
<p><b>Márcio Borges</b><span style="font-weight: 400;">, pesquisador associado do NetLab UFRJ, caracterizou a desinformação como uma indústria estruturada e economicamente relevante. “Vivemos um ambiente de dúvida permanente, alimentado por uma indústria de desinformação que explora a credibilidade e a confiança”, afirmou. Segundo ele, conteúdos falsos são apenas a ponta de um ecossistema mais amplo, que envolve produção de narrativas, testes rigorosos de receptividade, uso de algoritmos e anúncios para amplificação em múltiplas plataformas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Borges detalhou o funcionamento desse ecossistema ao descrever a chamada “anatomia do fluxo de desinformação”, que passa pela criação de narrativas, testes em ambientes fechados como grupos de mensagens, otimização por meio de anúncios e algoritmos e posterior amplificação em plataformas de grande alcance. “A desinformação ganha escala ao explorar a lógica de distribuição das plataformas e a dinâmica da publicidade digital, que monetiza a atenção e recompensa o engajamento, independentemente da qualidade do conteúdo”, explicou.</span></p>
<figure id="attachment_187641" aria-describedby="caption-attachment-187641" style="width: 900px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-187641" src="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Coalizao-Empresarial-contra-a-Desinformacao-02.jpg" alt="" width="900" height="405" srcset="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Coalizao-Empresarial-contra-a-Desinformacao-02.jpg 900w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Coalizao-Empresarial-contra-a-Desinformacao-02-300x135.jpg 300w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Coalizao-Empresarial-contra-a-Desinformacao-02-768x346.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-187641" class="wp-caption-text">Lançamento da Coalizão Empresarial contra a Desinformação reuniu lideranças empresariais, especialistas e representantes de entidades (foto: Mario Bucci)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele também destacou que esse modelo é sustentado por incentivos econômicos claros. “Trata-se de uma indústria lucrativa, baseada em baixo custo de produção e alto potencial de disseminação. Conteúdos de desinformação, ou junk news, tendem a alcançar grandes audiências e, com isso, atrair anunciantes por meio de mídia programática”, afirmou. Para Borges, há uma transferência de confiança que fragiliza marcas e instituições. “A desinformação pirateia credibilidade, utilizando marcas, narrativas e símbolos para induzir ao engano, inclusive em fraudes como phishing”, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pesquisador chamou atenção ainda para a dificuldade de identificação do problema por parte da população. “Os dados se baseiam em percepção. Muitas pessoas não reconhecem que estão diante de conteúdo falso, o que amplia o alcance do fenômeno”, afirmou. Ele acrescentou que o Brasil combina alto consumo de notícias em redes sociais com baixa capacidade de identificação de desinformação, o que agrava o cenário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fundadora e diretora do NetLab UFRJ, </span><b>Marie Santini</b><span style="font-weight: 400;">, enviou uma mensagem em vídeo especialmente para o evento, na qual ressaltou o papel da transparência e da ciência na construção de respostas ao fenômeno. “A criação desta coalizão reconhece que as empresas são parte ativa na construção de soluções. A pesquisa científica é uma fonte confiável de conhecimento público para orientar decisões”, afirmou.</span></p>
<p><b>Papel das empresas e governança reputacional</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A dimensão empresarial do debate foi aprofundada por representantes das entidades co-realizadoras. </span><b>Andréa Álvares</b><span style="font-weight: 400;">, presidenta do Conselho Deliberativo do Instituto Ethos, destacou o caráter coletivo da iniciativa. “Estamos diante de um risco sistêmico, que exige uma mobilização ampla. Nenhum ator isolado consegue enfrentá-lo”, afirmou, ressaltando a necessidade de desenvolver mecanismos de governança e ampliar o letramento sobre o tema.</span></p>
<p><b>Patrícia Audi</b><span style="font-weight: 400;">, presidente da Abradee, também enviou uma declaração em vídeo e reforçou o impacto direto da desinformação sobre os negócios. “A desinformação é um risco real, que causa prejuízos e danos reputacionais às empresas e aos seus setores”, disse.</span></p>
<p><b>Hamilton dos Santos</b><span style="font-weight: 400;">, diretor-executivo da Aberje, contextualizou a iniciativa a partir da experiência da entidade no tema. Segundo ele, a preocupação com a desinformação já mobiliza o meio empresarial há alguns anos, tendo levado à criação da Aliança Aberje Contra Fake News em 2021. “As empresas são hoje grandes produtoras de conteúdo e também estão entre as principais vítimas da desinformação. A coalizão amplia esse trabalho, ao permitir alcançar mais organizações e estruturar a disseminação de boas práticas”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hamilton também chamou atenção para a responsabilidade das próprias empresas na qualidade da informação que produzem. “É preciso considerar até que ponto as organizações não contribuem para a desinformação, por exemplo em práticas como o greenwashing. Há um dever claro de evitar esse tipo de distorção”, disse. Ele destacou ainda o papel das áreas de Comunicação na troca de experiências e na consolidação de padrões de atuação. “Extraímos das empresas o que elas já fazem e disseminamos essas práticas na rede. Esse fluxo é essencial para avançar.”</span></p>
<p><b>Cristiano Lobato Flôres</b><span style="font-weight: 400;">, presidente-executivo da Abert, enfatizou o caráter inédito da articulação e o papel do setor de mídia no enfrentamento ao problema. “A desinformação sempre existiu, mas nunca em escala industrial como hoje. As big techs passaram a comercializar a nossa atenção de forma cada vez mais hostil”, afirmou. Para ele, o combate à desinformação deve ser incorporado à governança reputacional das organizações, com desenvolvimento de processos internos e diretrizes claras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Hoje, há um aumento significativo nos investimentos necessários para sustentar a reputação, em grande parte por conta desse ambiente”, observou Márcio Borges. De acordo com ele, a desinformação compromete a qualidade da tomada de decisão, afeta a estabilidade institucional e eleva os custos de construção e manutenção da reputação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No encerramento, Caio Magri reforçou a natureza coletiva da iniciativa. “Esta coalizão só é possível se for construída em conjunto”, afirmou, sintetizando a proposta de articulação entre empresas, entidades e especialistas.</span></p>
<p><b>Sobre a Coalizão</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão Empresarial contra a Desinformação reúne associações empresariais e organizações com o objetivo de promover uma atuação coordenada do setor empresarial no enfrentamento à desinformação. A iniciativa parte do entendimento de que o fenômeno representa um risco crescente para a democracia, a confiança institucional e o ambiente de negócios, demandando respostas estruturadas, baseadas em evidências e alinhadas às melhores práticas de governança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre seus objetivos estão mobilizar o setor empresarial em torno do tema, promover ação coletiva e articulação multissetorial, apoiar a tomada de decisão com base em conhecimento técnico e fomentar boas práticas de comunicação responsável e integridade informacional. A atuação se organiza em frentes como produção e disseminação de conhecimento, desenvolvimento de diretrizes, promoção de espaços de diálogo e engajamento institucional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao ampliar o papel das organizações nesse debate, a Coalizão busca contribuir para a mitigação de riscos reputacionais, institucionais e sistêmicos, além de fortalecer a construção de um ambiente informacional mais íntegro e confiável.</span></p>
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