Comunicação para Mineração

 

 

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EXPERIÊNCIAS DO LABORATÓRIO

Por Jean Vargas, geólogo especialista em geoconservação

No mês passado mais de 70 países foram signatários na ONU da proposta de comemorar o Dia Internacional da Geodiversidade, o qual deve ser ratificado em novembro na Assembleia Geral e comemorado pela primeira vez em 6 de outubro de 2022. A mineração só existe por causa da geodiversidade. No entanto, esse termo não é utilizado pelo setor mineral. Em resumo apresentado no Congresso de Profissionais de Geociências em 2019 – FEBRAGEO, na pesquisa realizada, entre as 20 maiores mineradoras do Brasil, somente 1 apresenta em seus sites ou relatório de sustentabilidade termo como: geodiversidade, patrimônio geológico, geossítio, geoconservação. Falamos aqui de uma nova área das geociências, a GEOCONSERVAÇÃO, que consiste em fazer a gestão dos elementos da geodiversidade, como rochas, minerais, fósseis, formas de relevo e os processos que os originam e modificam, mas principalmente aqueles que têm valor excepcional, denominados de geossítios. A geoconservação já tem um protagonismo na Europa desde a década de 1990 e no Brasil vem ganhando força, tendo como sua essência proporcionar que esse patrimônio (geológico) natural seja conservado, por meio de programas e estratégias. A geoconservação também atua para que sejam consideradas técnicas adequadas para a divulgação, promoção e proteção de geossítios, fomentando sua inclusão no dia a dia da sociedade através de seu uso potencial. Minha provação: o IBRAM poderia convocar seus associados a implementarem estratégias de GEOCONSERVAÇÃO, que está embasada no tripé da sustentabilidade: 1: Conservação de geossítios com valores científicos, educativos, turísticos, cultural (AMBIENTAL); 2: Utilizar esses geossítios para retorno a sociedade, principalmente com valor educativo através de aulas de campo para crianças a universitários (SOCIAL); 3: Utilizar os geossítios com valor turístico para desenvolver práticas de turismo de natureza (geoturismo), potencializando a economia local, agregando as companhias os ativos ambientais (ECONOMICO). Finalizando e complementando, o setor de mineração poderia aproveitar a similaridade do termo biodiversidade com geodiversidade e utilizar esse último como um fator positivo de convencimento a sociedade.


Por Marcio Carapeto

 

As questões trabalhistas estão na genesis da responsabilidade social. Essa questão é sempre será muito importante. A questão de clima é tão crítica e sensível que tem se tornado quase um fator isolado e autônomo do “Enviromentla” o olhar ao tema é cada vez mais urgente e mais crítico.

 

Por Jussara procopio

Os direitos trabalhistas estão dentro da questão social. Mas as empresas tem cada vez mais praticado a “pejotização” dos funcionários.

 

Por Anna Izabel

Pelo jeito precisamos esperar maior rigidez dos investidores pra que as empresas se preocupem com a valorização da mão de obra não adianta zerar carbono e gerar escassez e poluição de água

por Raquel

Muitas lideranças ainda so fazem pq é necessário. Também tenho muitas duvidas de como sensibiliza-los. Um ponto também é inserir essas questões nos processos de contratação de liderança
Seria um caminho?

Por Vania

A mineração tem um desafio maior por causa do grande impacto ambiental, inerente à sua atividade. Uma significativa redução só é possível com o engajamento dos profissionais técnicos das operações das minas, que normalmente ficam a reboque das  decisões executivas, que têm normalmente um viés financeiro. Como aumentar o diálogo entre as duas partes para se chegar a um denominador comum?

Por Rachel

Penso que incentivar os CEOs e altos executivos a explorarem as agendas que eles tenham maior afinidade é um bom caminho. Começar por assuntos importantes pra eles, e incentivá-los a se engajarem em causas importantes para  sociedade.

 

 

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