“The Brazilian forestry giant striking a blow for sustainability”, says The Financial Times
07 de outubro de 2020
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Reportagem é fruto de estudo de caso da Suzano, uma das maiores empresas de celulose e papel do mundo

Limpo e verde: uma unidade da Suzano em Jacareí, São Paulo. A empresa tem investido em tecnologia para garantir que toda a sua madeira seja rastreável © Suzano

Abordar as questões ambientais está se tornando cada vez mais importante em um momento em que os investidores exigem que as empresas demonstrem compromisso com a sustentabilidade. Recentemente, o Brasil tem figurado entre os principais assuntos internacionais referente a este tema. Como exemplo de boas práticas, o jornal inglês The Financial Times publicou no início de outubro uma extensa matéria sobre a Suzano, empresa brasileira de celulose e papel, associada à Aberje. 

A reportagem destaca o desempenho da Suzano – que usa apenas madeira cultivada de forma sustentável em plantações de eucalipto – como modelo a ser seguido entre alguns ambientalistas e ressalta que a empresa também consta no registro de organizações que se comprometeram com o avanço dos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU. Uma das maiores empresas de celulose e papel do mundo, a Suzano também reservou uma vasta área de floresta natural, cerca de 900 mil hectares, para preservação permanente, e está reflorestando mais milhares de hectares.

Alguns ambientalistas ainda argumentam que as plantações de uma espécie de árvore para fazer produtos de uso único não são um modelo sólido. Eles afirmam que o resultado é a redução da biodiversidade, alto consumo de água e erosão do solo, e dizem que essas plantações são pobres sumidouros de carbono em comparação com as florestas nativas. No entanto, a Suzano possui uma política rígida de desmatamento zero e Walter Schalka, seu presidente-executivo, está entre os líderes empresariais mais francos do Brasil ao pedir o fim da extração ilegal de madeira na Amazônia e promover o desenvolvimento sustentável. 

Leia aqui a matéria do The Financial Times na íntegra (em inglês).

 
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