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	<title>Rel. Institucionais e Governamentais &#8211; Portal Aberje</title>
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	<title>Rel. Institucionais e Governamentais &#8211; Portal Aberje</title>
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		<title>Bracell finaliza Projeto Conexão e capacita mais de 97 gestores de organizações da sociedade civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria de Imprensa Aberje]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 18:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rel. Institucionais e Governamentais]]></category>
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					<description><![CDATA[Com duração de dez meses, o projeto foi uma ação do Bracell Social com execução do Instituto Ekloos envolvendo oito municípios do interior de SP]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Bracell, líder global na produção de celulose solúvel, realizou no dia 07 de dezembro o evento de encerramento do &#8220;Projeto Conexão&#8221;, uma iniciativa da companhia com o objetivo de fortalecer institucionalmente organizações da sociedade civil. O projeto, realizado por meio do Bracell Social em parceria com o Instituto Ekloos – que apoia o desenvolvimento e a inovação de iniciativas de impacto social, promovendo a inclusão social -, beneficiou 25 instituições ao longo deste ano com a capacitação de 97 gestores. As instituições beneficiadas possuem 566 colaboradores e atendem 179 mil pessoas.</p>
<p>Organizações de oito municípios de atuação da Bracell participaram ativamente do projeto, com instituições de Agudos, Lençóis Paulista, Macatuba, Pederneiras, Itatinga, Barra Bonita, Bauru e Botucatu.</p>
<p>Andréa Gomides, fundadora do Instituto Ekloos diz que “o fortalecimento das organizações da sociedade civil é fundamental para que as pessoas de baixa renda e em situação de vulnerabilidade social, participem de projetos mais inovadores e com mais qualidade, aumentando as oportunidades de transformação das realidades sociais”.</p>
<p>O projeto que iniciou em fevereiro de 2023, proporcionou mais de 342 horas de formação com 136 encontros online e 07 encontros presenciais. O programa abordou temas essenciais para o fortalecimento e gestão das organizações, como elaboração de projetos sociais, captação de recursos, planejamento estratégico, administração, comunicação, gestão financeira e questões legais.</p>
<p>Para a <strong>coordenadora de Responsabilidade Social da Bracell em SP, Francine Mendonça,</strong> o projeto cumpriu sua missão de ampliar o conhecimento dos gestores das entidades e, assim, expandir as possibilidades e estratégias de mobilização de recursos.</p>
<p>“O Conexão tem como propósito fortalecer institucionalmente as organizações da nossa região, visando a autonomia e a sustentabilidade dessas entidades, além de promover uma rede colaborativa entre os participantes. Acreditamos que, unindo forças, conseguimos potencializar o impacto social dos nossos projetos no território em que atuamos”, avaliou.</p>
<p>Uma das organizações beneficiadas pelo “Projeto Conexão” foi a APAE de Agudos, que passou a ter uma melhor gestão financeira. Elisângela Carvalho de Oliveira, responsável pela captação de recursos da instituição, explica que o projeto trouxe ‘novos horizontes’. “Antes do Conexão tínhamos o costume de buscar sempre uma ou duas fontes de receita. Com o projeto entendemos que podemos ir além! Criamos um planejamento, alinhamos uma estratégia de comunicação e fomos em busca de novas oportunidades e novos parceiros. Foi muito bom!”, disse. Segundo ela, muitas pessoas tinham a impressão de que a associação não passava por dificuldades e o Projeto Conexão trouxe vários ‘insights’. “Começamos a desenvolver várias ações que melhoraram muito a situação da APAE e também como a comunidade via a instituição. A gente saiu de uma situação de risco de fechamento para uma situação mais confortável agora. Sabemos que ainda temos uma jornada a percorrer, mas agora temos o conhecimento para seguir e ampliar”, disse Elisângela.</p>
<p>Já para o Recanto dos Velhinhos de Macatuba, o programa foi essencial para aprimorar as técnicas de gestão da instituição. “Antes achávamos que tínhamos conhecimento total de gestão e de alinhamentos técnicos de equipe. Depois do projeto, conseguimos aprimorar as nossas técnicas e alinhar todos os meios operacionais da nossa instituição. Tivemos resultados positivos. Ficamos muito felizes pela oportunidade e pelo projeto”, celebrou a assistente social, Letícia Corrêa Santos.</p>
<p>Após o evento de encerramento, o “Projeto Conexão” deve seguir com o acompanhamento das ações das instituições participantes e realizar um novo diagnóstico após um ano, avaliando o real impacto das estratégias aplicadas. Com isso, a Bracell reafirma seu compromisso de atuar como agente de transformação e desenvolvimento em suas áreas de atuação.</p>
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		<title>Gerdau fortalece os laços com seu estado de fundação ao renovar patrocínio às categorias de base Sub-17 e Sub-20 do Grêmio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria de Imprensa Aberje]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 21:36:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rel. Institucionais e Governamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[Maior empresa brasileira de aço promove a formação do futuro do futebol ao apoiar uma das equipes gaúchas que disputa a Copa São Paulo de Futebol Júnior 2024]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, renovou o patrocínio oficial das categorias de base do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, um dos principais times de futebol do Rio Grande do Sul. A parceria, que abrange as categorias de base Sub-17 e Sub-20, foi renovada durante a Copa São Paulo de Futebol Júnior 2024, o maior campeonato de base da categoria no Brasil, no qual a equipe compete usando uniformes que exibem a marca da Gerdau.</p>
<p>&#8220;A Gerdau é uma empresa centenária, fundada em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. Ao longo de sua existência, a companhia acompanhou de perto o desenvolvimento do futebol gaúcho e promove uma iniciativa como forma apoiar os clubes na formação de seu futuro por meio das categorias de base, que impulsionam o surgimento de novos atletas e contribuem para a inclusão social de jovens através do esporte&#8221; explica <strong>Pedro Moraes Torres Pinto, Diretor de Comunicação e Relações Institucionais da Gerdau</strong>.</p>
<p>O anúncio da continuidade da parceria próximo ao início da Copinha também visa enfatizar a importância e o reconhecimento que esta competição, em sua 54ª edição, possui para as categorias de base dos clubes. O campeonato, disputado por 128 equipes de todo o país, é considerado uma grande vitrine para a revelação de jovens talentos, sendo amplamente acompanhado por torcedores, empresários e clubes de futebol, tanto nacionais quanto internacionais. A final, conforme a tradição histórica, ocorre no dia 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo.</p>
<p>&#8220;Essa iniciativa é mais um complemento à nossa estratégia de patrocínios esportivos que visa aproximar a Gerdau da sociedade brasileira e proporcionar experiências ainda melhores para quem acompanha os esportes e aos atletas. O esporte é um dos principais meios de inclusão social e é fundamental para ajudar a moldar um futuro melhor para todos&#8221;, finaliza Pedro Torres.</p>
<p>Além do patrocínio às categorias de base do Grêmio, a Gerdau também renovou o acordo com as categorias de base do Internacional e com o time masculino do Atlético-MG, bem como das equipes feminina e masculina de vôlei do Minas Tênis Clube. Em 2023, a companhia foi a fornecedora oficial do aço do Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1.</p>
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		<title>Café com Oficina: Consultoria debate Relações Institucionais Governamentais e lança plataforma proprietária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria de Imprensa Aberje]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2022 15:14:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Rel. Institucionais e Governamentais]]></category>
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					<description><![CDATA[A Oficina Consultoria convida para um bate-papo sobre o novo mundo das Relações Institucionais Governamentais e o lançamento da nova plataforma de RIG 4.0, a Órbita. O evento contará com a participação de Rodrigo Navarro (FGV). A primeira edição do Café com Oficina vai trazer um debate, nesta quarta, dia 1º, às 9 horas, sobre as principais tendências da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>A <strong>Oficina Consultoria</strong> convida para um bate-papo sobre o novo mundo das Relações Institucionais Governamentais e o lançamento da nova plataforma de RIG 4.0, a Órbita. O evento contará com a participação de Rodrigo Navarro (FGV).</i></p>
<p><a href="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2021/09/oficina-1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone  wp-image-71794" src="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2021/09/oficina-1.jpg" alt="" width="578" height="578" srcset="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2021/09/oficina-1.jpg 200w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2021/09/oficina-1-150x150.jpg 150w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2021/09/oficina-1-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 578px) 100vw, 578px" /></a></p>
<p>A primeira edição do <strong>Café com Oficina</strong> vai trazer um debate, nesta quarta, dia 1º, às 9 horas, sobre as principais tendências da área das Relações Institucionais Governamentais (RIG) e apresentar a nova metodologia proprietária da <strong>Oficina Consultoria</strong>, a Órbita, uma plataforma de inteligência digital, dinâmica e interativa voltada ao mapeamento e gerenciamento do relacionamento com <i>stakeholders</i>, análise de cenários e monitoramento de temas de interesse dos clientes. O evento é híbrido &#8211; online e presencial &#8211; na sede da Consultoria.</p>
<p>A sócia-diretora da <strong>Oficina Consultoria</strong>, Patrícia Marins, vai conversar sobre a atuação de RelGov em um cenário hiperconectado e em constante transformação, e contará com Rodrigo Navarro, Coordenador do MBA em RelGov da Fundação Getúlio Vargas (FGV), para trazer o olhar científico sobre as tendências de ferramentas e atitudes para a tomada de decisões, a construção e a manutenção do relacionamento e da reputação.</p>
<p>O evento marca a estruturação do Núcleo de Relacionamento com o Poder Público da Oficina sob a liderança de Caíque Fernandes, que também participa do bate-papo. Ele, que tem 20 anos de experiência em empresas nacionais, multinacionais e entidades de classe, vai apresentar o atendimento plural de sua equipe de consultores especializados e a plataforma Órbita, um trabalho de inteligência que mapeia o cenário das Relações Institucionais Governamentais.</p>
<p>&#8220;O resultado do Órbita traz não apenas as informações do posicionamento do stakeholder e sua teia de relacionamento. Assim, fica mais fácil para quem tem que tomar a decisão identificar e classificar os stakeholders para potencializar a construção de relacionamentos&#8221;, explica Fernandes. A equipe de RIG da Oficina atua hoje com informação, conteúdo, estratégia, relacionamento e ativação, e é formada por profissionais de diversa formação acadêmica e experiência.</p>
<p>O <strong>Café com Oficina </strong>é um evento aberto ao público, promovido pela Consultoria, que traz nomes de relevância para debater temas de interesse dos clientes da Consultoria e mercado. Será transmitido pelo Youtube e Spotify e as inscrições para a participação presencial podem ser feitas pelo link <a href="https://s2205.midiareleases.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRm9maWNpbmEuY2klMkZyaWctNC0wJTJGOjE1MDIyMzI1MDg6Y29udGV1ZG9AYWJlcmplLmNvbS5icjoxZTFlNjI6MTU=" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Link</a></p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>1º Café com Oficina</strong><br />
Tema: RIG 4.0<br />
Dia 01/06, das 9h às 10h30<br />
Evento híbrido &#8211; online e presencial.<br />
Inscrição para o evento: <a href="https://s2205.midiareleases.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRm9maWNpbmEuY2klMkZyaWctNC0wJTJGOjE1MDIyMzI1MDg6Y29udGV1ZG9AYWJlcmplLmNvbS5icjoxZTFlNjI6MTU=" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Link</a></p>
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		<title>9 insights sobre relações institucionais e governamentais para a comunicação empresarial</title>
		<link>https://www.aberje.com.br/93869-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Aurora Ayres]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 May 2022 14:51:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Rel. Institucionais e Governamentais]]></category>
		<category><![CDATA[RIG]]></category>
		<category><![CDATA[Irelgov]]></category>
		<category><![CDATA[relações governamentais]]></category>
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					<description><![CDATA[Congresso Internacional de Relações governamentais reuniu diversos profissionais do setor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Congresso Internacional de Relações governamentais reuniu diversos profissionais do setor</em></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-93870" src="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Congresso-Irelgov.png" alt="" width="815" height="458" srcset="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Congresso-Irelgov.png 848w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Congresso-Irelgov-300x169.png 300w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Congresso-Irelgov-768x432.png 768w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Congresso-Irelgov-200x113.png 200w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Congresso-Irelgov-350x197.png 350w" sizes="(max-width: 815px) 100vw, 815px" /></p>
<p>O <em>II Congresso Internacional de Relações Governamentais</em>, idealizado pelo <strong>Instituto de Relações Governamentais &#8211; IRELGOV</strong>, e com o apoio institucional da Aberje, promoveu nos dias 19 e 20 de maio, um debate acerca da geração de valor da atividade de relações institucionais e governamentais (RIG) para empresas e sociedade, bem como seu papel no fortalecimento da democracia. Foram dois dias de conteúdo relevante com várias mesas-redondas que reuniram diversos profissionais do setor.</p>
<p>Confira os principais insights que se relacionam com a comunicação empresarial.</p>
<h2><strong>9 insights de RIG:</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Cadeia de valor:</strong> a atividade de relações institucionais e governamentais precisa ser ressignificada e entendida como uma cadeia de valor. “Nós estamos em vários lugares, nas ONGs, nas empresas, nas associações, nas entidades, nos sindicatos. Nós trabalhamos em qualquer lugar que tenha um ator social que queira defender o interesse e participar do processo de política pública”, disse a presidente do IRELGOV e diretora de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da <strong>Unilever</strong>, <strong>Suelma Rosa</strong>. Nos últimos 20 anos, a atuação de relações institucionais e governamentais evoluiu para uma dinâmica na qual é possível aconselhar empresas, lideranças, conselhos, colegas, departamentos sobre como navegar num ambiente complexo com diversos stakeholders através de considerações sobre questões ambientais, sociais e de governança.</li>
<li><strong>Interação e comunicação:</strong> além de levar informação, analisar impactos, participar do processo legislativo, interagir com autoridades públicas, interagir com a tecnocracia dos três níveis federais, junto às agências reguladoras, é preciso fazer isso junto à sociedade, continuou Suelma. &#8220;Temos que ser responsáveis porque o nosso direito individual não se sobrepõe ao coletivo. Nosso pleito impacta a sociedade. Somos agentes da democracia”, complementou. “Como profissionais da área, nosso papel está sempre se transformando. Eu diria que as pressões, a velocidade da mudança, os problemas e a complexidade só estão aumentando. Devemos moldar nossa carreira ao longo do tempo com o compromisso de mudar as políticas públicas de tal forma que a sociedade se beneficie”, afirmou <strong>Devry Boughner Vorwerk</strong>, CEO da DevryBV Sustainable Strategies.</li>
<li><strong>Estratégias de negócios: </strong>por meio das relações governamentais é possível falar em obtenção de novas oportunidades de negócios para as empresas. Na visão de <strong>Marina Willisch</strong>, vice-presidente América do Sul da <strong>GM</strong>, é preciso olhar não só para dentro da organização, mas também para o setor na região e no mundo. “A empresa identifica um novo negócio, serviço, produto ou uma nova tecnologia e a gente tem a oportunidade de dividir isso com o governo, por exemplo, para criar políticas públicas que tornem esse investimento possível”.</li>
<li><strong>Tecnologia e novo lobby: </strong>“no passado era muito mais fácil fazer RelGov. Tudo ficava circunspecto aos bastidores de Brasília, nos meandros do Congresso Nacional. Isso mudou! Transparência é o nome do jogo. A transparência mostra o que você fez e como você fez”, argumentou o vice-presidente do IRELGOV <strong>Fábio Rua</strong>, diretor de Relações Governamentais para a América Latina e Líder Global de ESG Policy da “RelGov é protagonista, se comunica, se posiciona, representa a empresa publicamente nas mídias sociais, na mídia tradicional cada vez mais. Pra mim, a transparência está em você deixar a sociedade entender quais são os seus objetivos estratégicos”, continuou o executivo. “O profissional que defende interesses específicos única e exclusivamente da empresa talvez não tenha vida longa”, concluiu.</li>
<li><strong>Negócios:</strong> o profissional de RIG deve entender de negócios. Isso ficou claro com a participação de <strong>Edison Terra</strong>, vice-presidente executivo da <strong>Braskem</strong>. “Nos últimos anos, houve uma evolução muito grande da área, que deixou de ser apenas reativa e previsível. Hoje estamos caminhando para um ambiente de negócios mais complexo e precisaremos cada vez mais interagir com outros stakeholders, além das interações tradicionais com clientes e fornecedores”, analisou.</li>
<li><strong>Políticas públicas:</strong> é preciso entender como a estratégia da empresa está relacionada com as políticas públicas brasileiras. <strong>Daniel Bastos</strong>, executivo de Segurança da Informação da <strong>TOTVS </strong>contou que o time de RIG na companhia reporta para o presidente do conselho para que ele entenda como a estratégia da companhia pode ou não ser afetada por uma política pública.</li>
<li><strong>Regulamentação da atividade: </strong>o equilíbrio entre o que é técnico e o que é político é muito importante para se chegar a um consenso e ter segurança jurídica. “Regulamentação é segurança para a atuação das nossas empresas aqui no Brasil”, frisou <strong>Tatiana Porto</strong>, diretora da Área de Public Affairs da <strong>Sanofi</strong>, dizendo que vê uma busca cada vez maior por uma otimização desses recursos para que a atuação do profissional seja mais global. “Regulação, de uma forma geral, é um campo multidisciplinar e isso exige que haja uma conjunção de profissionais para trabalhar com esse tipo de matéria”, disse <strong>Jaime Oliveira</strong>, head de Assuntos Públicos, Ciência e Sustentabilidade Brasil da <strong>Bayer</strong>. “A eficiência do nosso trabalho, no sentido de atingirmos os resultados que a gente busca, depende muito da proximidade que temos com profissionais de outras áreas porque o ambiente político é fluido”, concluiu.</li>
<li><strong>Relações governamentais e a imprensa:</strong> há uma conexão muito forte de relações governamentais com a assessoria de comunicação das empresas, entidades e instituições. Esta é a visão de <strong>Eliane Castanhêde</strong>, do <strong>Estadão</strong>. “Para nós, isso é precioso, pois vivemos de comunicação e de informação”, disse. “As empresas não podem viver em suas bolhas. Estamos num mundo globalizado. Jornalista quer informação e capacidade de compreensão. A comunicação é importante e a forma da comunicação também”.</li>
<li><strong>Multifacetados</strong>: “RelGov, assim como relações institucionais, comunicação, compliance, tem que ser multifacetado, tem que entender um pouco de tudo, tem que ter empatia com a área alheia para que possa de fato contribuir”, disse <strong>Olga Pontes</strong>, conselheira especialista em Governança, Risco, Compliance e Auditoria e professora da <strong>Escola Aberje de Comunicação</strong>.</li>
</ul>
<h2><strong>Aberje e atividade de RIG</strong></h2>
<p>A Aberje tem conexão histórica com o tema de relações institucionais e governamentais desde os anos 1980. Na área de publicações, lançou os livros <em>Lobby e Comunicação:  A integração da narrativa como via de transformação</em> (2020), de Paulo Nassar e Carlos Parente; <em>Lobby Digital: Como o cidadão conectado influencia as decisões de governos e empresas </em>(2020), de Renard Aron; <em>Relações Governamentais &amp; Lobby: aprendendo a fazer</em> (2016), de Gilberto Galan; e <em>Lobby: o que é, como se faz</em> (2007), de Saïd Farhat. Os livros estão disponíveis na página da <a href="https://www.aberje.com.br/livraria/">Aberje Editorial</a> no portal Aberje. Na imprensa, sua liderança tem artigos sobre o tema publicados nos principais jornais do país, como <a href="https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2016/09/1814962-inovacao-digital-e-novas-praticas-de-lobby.shtml" rel="nofollow noopener" target="_blank">Folha de S. Paulo</a> e Correio Braziliense. Na área de educação, a Aberje promove a segunda edição do <a href="https://escolaaberje.com.br/curso/programa-avancado-em-relacoes-institucionais-e-governamentais/" rel="nofollow noopener" target="_blank">Programa Avançado em Relações Institucionais e Governamentais</a>, com início em 22 de junho.</p>
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			</item>
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		<title>CESAR passa a integrar a Rede Brasil do Pacto Global, iniciativa das Nações Unidas (ONU)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria de Imprensa Aberje]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2022 14:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Rel. Institucionais e Governamentais]]></category>
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					<description><![CDATA[Agora, o Centro de Inovação faz parte da maior iniciativa voluntária de sustentabilidade corporativa do mundo O CESAR, centro de inovação que forma pessoas e impulsiona organizações há mais de duas décadas, acaba de ingressar na Rede Brasil do Pacto Global, iniciativa da Nações Unidas (ONU) para mobilizar a comunidade empresarial na adoção e promoção, em suas práticas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Agora, o Centro de Inovação faz parte da maior iniciativa voluntária de sustentabilidade corporativa do mundo</i></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone  wp-image-43224" src="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2020/08/UN-Global-Compact-Rede-Brasil.jpg" alt="" width="368" height="368" srcset="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2020/08/UN-Global-Compact-Rede-Brasil.jpg 450w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2020/08/UN-Global-Compact-Rede-Brasil-300x300.jpg 300w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2020/08/UN-Global-Compact-Rede-Brasil-150x150.jpg 150w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2020/08/UN-Global-Compact-Rede-Brasil-200x200.jpg 200w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2020/08/UN-Global-Compact-Rede-Brasil-350x350.jpg 350w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2020/08/UN-Global-Compact-Rede-Brasil-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 368px) 100vw, 368px" /></p>
<p>O <a href="https://s2205.agenciareleases.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5jZXNhci5vcmcuYnIlMkY6MjQ5MTAwMjI2OmNvbnRldWRvQGFiZXJqZS5jb20uYnI6NWMxNDMw" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">CESAR</a>, centro de inovação que forma pessoas e impulsiona organizações há mais de duas décadas, acaba de ingressar na Rede Brasil do Pacto Global, iniciativa da Nações Unidas (ONU) para mobilizar a comunidade empresarial na adoção e promoção, em suas práticas de negócios, de dez princípios universalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção. Com a criação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o Pacto Global também assumiu a missão de engajar o setor privado nesta nova agenda.</p>
<p>Os conceitos, a métrica e os indicadores do Pacto já são realidade no CESAR. A governança ambiental, social e corporativa (ESG), por exemplo, tem sido realizada na prática, como a criação do Comitê de Inclusão e Diversidade da área de Cultura; a mensuração das emissões de GEE (emissão de gases do efeito estufa) e o acompanhamento do fornecimento de água nos prédios do Recife, o que representou a valiosa conquista da regularização do abastecimento via Compesa (Companhia Pernambucana de Saneamento).</p>
<p>De acordo com Roberta Fernandes, Diretora de Cultura, Comunicação, Diversidade e Sustentabilidade do CESAR: &#8220;Aprovamos, no planejamento atual, uma diretriz de que o CESAR tem que ser uma empresa inclusiva, diversa e sustentável. Isso significa que podemos pensar em ações práticas para mexer na instituição. Criamos um comitê para tratar exclusivamente de inclusão e diversidade e aprofundamos o trabalho de conscientização para as práticas sustentáveis de hoje. Esse é um trabalho de formiguinha, diário e coletivo, para transformar, efetivamente, a cultura organizacional&#8221;.</p>
<p>O Centro de Inovação está focado nas ações ESG e uma das principais tem sido a garantia de consumo de fonte de energia renovável. &#8220;O Mercado Livre de Energia é como uma bolsa de valores, um ambiente de comercialização onde nós, consumidores, podemos negociar preço e quantidade de energia para comprar por um período que pode ser de dois, três, quatro anos ou o tempo que for necessário&#8221;, explica Catarina Kiss, Coordenadora de Facilities do CESAR.</p>
<p>Ao integrar o Pacto Global, o CESAR se compromete com o progresso em relação aos 10 princípios, que envolvem a participação em programas locais e internacionais, dentre os quais os grupos temáticos que conduzem projetos nas áreas de Água, Alimentos e Agricultura, Anticorrupção, Direitos Humanos e Trabalho, Energia e Clima e ODS. A iniciativa visa estimular a evolução das práticas de sustentabilidade e conta com mais de 17 mil participantes em quase 170 países e mais de 1300 membros no Brasil, país que possui a terceira maior rede no mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pacto Global da ONU lança Ambição 2030 e convida empresas a assumirem metas e compromissos para questões urgentes do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria de Imprensa Aberje]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2022 14:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Rel. Institucionais e Governamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Movimentos Mente em Foco, Elas Lideram 2030, +Água, Salário Digno, Raça é Prioridade, Ambição Net Zero e Transparência 100% ajudam a acelerar a Agenda dos ODS A Rede Brasil do Pacto Global da ONU, maior ação de sustentabilidade corporativa do mundo, anuncia o lançamento da Ambição 2030, iniciativa composta por sete grandes Movimentos, criados para acelerar...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Movimentos Mente em Foco, Elas Lideram 2030, +Água, Salário Digno, Raça é Prioridade, Ambição Net Zero e Transparência 100% ajudam a acelerar a Agenda dos ODS</i></p>
<figure id="attachment_91436" aria-describedby="caption-attachment-91436" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-91436 size-full" src="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Ambicao-2030.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Ambicao-2030.jpg 800w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Ambicao-2030-300x200.jpg 300w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Ambicao-2030-768x512.jpg 768w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Ambicao-2030-200x133.jpg 200w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Ambicao-2030-350x233.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-91436" class="wp-caption-text">Carlo Pereira, diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global da ONU (Divulgação)</figcaption></figure>
<p>A Rede Brasil do Pacto Global da ONU, maior ação de sustentabilidade corporativa do mundo, anuncia o lançamento da <strong>Ambição 2030</strong>, iniciativa composta por sete grandes Movimentos, criados para acelerar as metas propostas pela Agenda 2030 da ONU. Alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é uma prioridade e o engajamento do setor privado é fundamental para isso. Fazem parte da estratégia os seguintes Movimentos: Mente em Foco, Elas Lideram 2030, +Água, Salário Digno, Raça é Prioridade, Ambição Net Zero e Transparência 100%, que tratam de questões relacionadas à saúde, direitos humanos, clima, acesso à água e anticorrupção. E na data do lançamento, em evento que contou com 250 CEOs e lideranças do setor privado brasileiro, 150 empresas já haviam assinado compromissos públicos com as iniciativas do Pacto Global.</p>
<p>Os Movimentos são um chamado da <strong>Rede Brasil do Pacto Global da ONU</strong> às empresas brasileiras para reconhecerem a urgência e a necessidade de promover ações concretas, com metas e assumindo compromissos públicos. A Rede Brasil é uma plataforma de projetos e ações que impactam a sociedade e potencializam os compromissos assumidos por meio do engajamento de lideranças do setor privado. A adesão é gratuita e as empresas podem participar de todos.</p>
<p>&#8220;Perceber que cada um tem seu papel e sua responsabilidade nessa transformação é fundamental. A mudança das estratégias empresariais é crucial e nós, como líderes empresariais, somos parte do problema, mas, juntos, somos também a solução&#8221;, afirma Carlo Pereira, Diretor Executivo do Pacto Global da ONU. &#8220;A estratégia, por meio dos Movimentos, vai acelerar essa transição&#8221;.</p>
<p>A Rede Brasil é a que mais cresce no mundo e já passou de 1.500 signatários no País. Além dos Movimentos, o Pacto Global da ONU também apresentará ao público a plataforma Observatório 2030, que vai monitorar os compromissos públicos assumidos pelas empresas.</p>
<p>&#8220;Estamos em um momento muito decisivo, em que a nossa sobrevivência está em jogo. Com os Movimentos, o Pacto Global se une às empresas para alcançar os ODS fundamentais para o Brasil, como Água Potável e Saneamento (ODS 6), Redução das Desigualdades (ODS 10) ou a Ação contra mudança global do clima (ODS 13), por exemplo. Precisamos, cada vez mais, de empresas comprometidas com metas e com todo o caminho traçado para se chegar a elas. Não adianta se comprometer com um objetivo para 2030, sem detalhar as ações e estratégias para alcançá-las. Temos que fazer a diferença agora&#8221;, explica Camila Valverde, Diretora de Impacto da Rede Brasil.</p>
<p>Os Movimentos estão atrelados aos ODS. O <strong>Mente em Foco</strong>, que promove Saúde e Bem-estar (ODS 3), convida empresas e organizações brasileiras a trazerem para o centro das decisões a pauta da saúde mental, estimular a discussão sobre o tema, estabelecer ações concretas e de suporte aos seus colaboradores e criar um ambiente de trabalho saudável. O objetivo é que a saúde mental seja tratada não apenas como uma medida emergencial, mas sim como um tema perene e que faça parte da estratégia de negócio das companhias.</p>
<p>Para Igualdade de Gênero (ODS 5), o <strong>Movimento Elas Lideram 2030</strong> busca ajudar as empresas a assumirem e atingirem metas concretas pela equidade de gênero, tendo ao menos 50% de mulheres em cargos de alta liderança. O objetivo final é ter mais de 1.500 empresas comprometidas, promover 11 mil mulheres para esses cargos até 2030 e ter pelo menos 150 lideranças de alto nível engajadas com esta ambição.</p>
<p>A questão da água, tão debatida no Brasil nos últimos anos, também ganha um Movimento. O <strong>+Água</strong> é uma iniciativa para aceleração da universalização do saneamento e segurança hídrica do Brasil e tem a ambição de impactar a vida de mais de 100 milhões de pessoas. A definição de metas é tida como uma maneira poderosa de impulsionar as empresas com vantagem competitiva na transformação da sociedade, para a universalização do saneamento e a segurança hídrica no país, avançando no ODS 6 (Água Potável e Saneamento).</p>
<p>O Pacto Global também convida as empresas a participarem do <strong>Movimento Salário Digno, </strong>que tem a ambição de garantir 100% de salário digno para funcionários e funcionárias, incluindo operações, contratados(as), e/ou terceirizados(as) e engajar toda a cadeia de suprimentos para desenvolver metas de salário digno, aspecto essencial para a promoção das garantias para que trabalhadores e trabalhadoras, suas famílias e comunidades possam viver com dignidade e ter um padrão de vida decente na busca pelo ODS 8 (Trabalho decente e crescimento econômico).</p>
<p>Dentro da busca pela Redução das Desigualdades (ODS 10), o <strong>Movimento Raça é Prioridade </strong>trabalhará para promover mais de 15 mil pessoas negras (negras, indígenas, quilombolas, ou pertencentes a outro grupo étnico minoritário) em cargos de liderança até 2030, mais de 20 mil pessoas negras capacitadas, com mais de 1.500 empresas comprometidas com esse tema fundamental para o Brasil.</p>
<p>A redução da emissão de carbono é uma das principais temáticas mundiais dentro da Agenda 2030. E o <strong>Movimento Ambição Net Zero</strong> pretende colaborar para a Redução de 2 Giga toneladas de CO2e em emissões acumuladas. Para isso, trabalhar localmente com reduções de emissões de gases de efeito estufa é indispensável para impactar positivamente a sociedade brasileira e o meio ambiente global, dentro do ODS 13 (Ação contra mudança global do clima).</p>
<p>O tema de combate à corrupção também está entre os mais importantes para o setor privado brasileiro. O <strong>Movimento Transparência 100% </strong>tem como objetivo desenvolver instituições eficazes, responsáveis e transparentes em todos os níveis, encorajando e capacitando as empresas para ir além das obrigações legais, fortalecendo mecanismos de transparência e integridade, dentro do ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes).</p>
<p>O evento de lançamento do <strong>Ambição 2030 </strong>foi realizado no Rosewood São Paulo, com apoios da Ampibar, Zenklub, do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) e da Câmara de Comércio Internacional (ICC Brasil), e contou com as presenças de mais de 250 CEOs, acionistas e investidores que puderam conhecer os Movimentos e as ambições do Pacto Global da ONU até 2030. A <strong>Ambição 2030</strong> conta com o apoio de sete empresas embaixadoras: Instituto Sul-América, Animale, Uber, Aegea, KPMG, Ambipar e Movimento Mulher 360.</p>
<p>O lançamento do Ambição 2030 reuniu mais de 250 CEOs e lideranças empresariais no Hotel Rosewood São Paulo. Jeffrey Sachs, economista americano especialista em desenvolvimento sustentável, Sanda Ojiambo, CEO global do Pacto Global da ONU, Silvia Rucks, coordenadora residente do Sistema ONU no Brasil, Rodolfo Sirol, presidente do Conselho de Administração da Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Pedro Melo, diretor geral do IBGC, Rachel Maia, Liderança com ImPacto e porta-voz da Igualdade de Gênero (ODS 5), e Carlo Pereira, diretor executivo da Rede do Pacto Global da ONU, falaram da importância do engajamento do setor privado brasileiro com toda a Agenda 2030 e os ODS.</p>
<p>Durante o evento, o Pacto Global da ONU também apresentou o Conselho Jovem, formado por Amanda Costa, Beta Boechat, Deives Picaz, Ivan Baron, Monique Evelle, Paloma Costa, Raul Santiago e Txai Suruí. O Conselho Jovem vem para somar na implementação das estratégias da Rede Brasil do Pacto Global da ONU, com a força da juventude, com diversidade, diferentes perspectivas e representatividade, e vai também apoiar o Conselho de Administração na recomendação de prioridades e oportunidades para acelerar ainda mais a Agenda 2030.</p>
<p>&#8220;Nós somos a geração que mais será impactada pelas decisões e escolhas que vocês fazem hoje. A inclusão não pode ser apenas um discurso bonito, ela precisa ser um direito de todes. Queremos construir um futuro digno, inclusivo e verdadeiramente representativo. Nós, as novas gerações, não vamos mais consumir aquilo que não nos representa, não vamos nos relacionar com marcas onde não nos vemos! Para um mundo em constante e acelerada mudança, diversidade não é apenas algo desejável, mas é uma vantagem estratégica. Empresas com vida longa são empresas diversas, plurais e ambientalmente responsáveis&#8221;, afirmaram em carta lida no palco.</p>
<p>Inclusão foi também um dos principais tópicos da noite. Rachel Maia, CEO RM Consulting DE&amp; e Liderança com ImPacto, pediu aos líderes presentes uma maior ambição e a aceleração da Agenda 2030 para agora.</p>
<p>&#8220;Não existe planeta plano B. Não existe a Amazônia B. Engana-se quem pensa que a sustentabilidade não é rentável. É economicamente rentável. Todos esses pilares sociais, ambientais, são rentáveis. Precisamos colocar os ODS na mesa. Precisamos conectar as ideias à prática. Práticas sustentáveis que durem por muito tempo, que precisam ser implementadas de forma total. Não adianta a sua empresa adotar um ou outro ODS. Precisamos de todos. Faço um apelo. Um apelo à igualdade! Precisamos colocar esse tema na agenda. Precisamos colocar as mulheres nessa agenda. Só por meio da inclusão podemos combater essa divisão. Só assim alcançaremos a paz. Se nossos sonhos não nos assustam, eles não são grandes o suficiente&#8221;, afirmou Rachel Maia.</p>
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		<title>Lançamento da nova estratégia do Pacto Global da ONU conta com o apoio da Ambipar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria de Imprensa Aberje]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 14:00:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Projeto se baseia nas propostas de ações, metas e compromissos em áreas como mudanças climáticas, direitos humanos, saúde mental dos funcionários, gestão hídrica e equidade de gênero e étnico racial A Ambipar, multinacional líder em gestão ambiental, fechou parceria como Pacto Global da ONU para promoção do Projeto &#8220;Ambição 2030&#8221;, que visa permitir e inspirar...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Projeto se baseia nas propostas de ações, metas e compromissos em áreas como mudanças climáticas, direitos humanos, saúde mental dos funcionários, gestão hídrica e equidade de gênero e étnico racial</span></i></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-90944" src="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Ambipar.png" alt="" width="1058" height="343" srcset="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Ambipar.png 1058w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Ambipar-300x97.png 300w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Ambipar-1024x332.png 1024w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Ambipar-768x249.png 768w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Ambipar-200x65.png 200w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Ambipar-350x113.png 350w" sizes="auto, (max-width: 1058px) 100vw, 1058px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Ambipar, multinacional líder em gestão ambiental, fechou parceria como Pacto Global da ONU para promoção do Projeto &#8220;Ambição 2030&#8221;, que visa permitir e inspirar um impacto positivo no meio ambiente, na sociedade e no mercado global, criando valor para a empresa e consumidores. Para atingir os objetivos traçados, o projeto se baseia nas propostas de ações, metas e compromissos em áreas como mudanças climáticas, direitos humanos, saúde mental dos funcionários, gestão hídrica e equidade de gênero e étnico racial. O evento de lançamento da nova estratégia do Pacto Global da ONU para os próximos anos acontecerá no salão Matarazzo Ballroom do Hotel Rosewood São Paulo, em 25 de abril.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O lançamento reunirá os principais CEOs e lideranças do setor privado brasileiro para discutir sobre o planejamento sustentável das organizações que visam operar em redução de riscos ambientais. Além do público presente, Jeffrey Sachs, economista americano especialista em desenvolvimento sustentável, Sanda Ojiambo, CEO global do Pacto Global da ONU, e Silvia Rucks, coordenadora residente do Sistema ONU no Brasil, também estão confirmados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A Ambipar, multinacional líder em gestão ambiental, contribui para que as empresas e a sociedade sejam mais sustentáveis. Para nos ajudar neste desafio, estabelecemos uma parceria de longo prazo com a Rede Brasil do Pacto Global para que possamos impulsionar a agenda ESG em prol das ODS. Entendemos que uma ação coletiva e ambiciosa para o alcance dos ODS no Brasil é urgente. Por isso começamos essa parceria com o apoio a esse evento, que é uma grande chamada às principais lideranças empresariais do país para que trabalhemos juntos para tornar o Brasil um líder global na promoção da economia circular de baixo carbono, gerando renda e empregos, tão necessários para nossa população.&#8221; comenta Rafael Tello, diretor de sustentabilidade da Ambipar</span></p>
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		<title>Relação entre Estado e mercado após a Covid-19 foi tema do primeiro encontro do Blended Webinars</title>
		<link>https://www.aberje.com.br/a-crise-sanitaria-escancarou-a-desigualdade-social-diz-cecilia-tornaghi-editora-executiva-da-americas-quarterly/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Aurora Ayres]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Apr 2022 15:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cobertura]]></category>
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		<category><![CDATA[XP Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Júnia Gama]]></category>
		<category><![CDATA[King’s College London]]></category>
		<category><![CDATA[Jonathan Portes]]></category>
		<category><![CDATA[Cecilia Tornaghi]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Alves]]></category>
		<category><![CDATA[King’s Brazil Institute]]></category>
		<category><![CDATA[Sebastián Ronderos]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Essex]]></category>
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					<description><![CDATA[Aberje e King's College London promovem primeiro encontro do Blended Webinars com tema Brasil e Reino Unido: Diálogos e Narrativas - Estado e Mercado após a Covid-19]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Aberje e King&#8217;s College London promovem webinar com tema &#8220;Brasil e Reino Unido: Diálogos e Narrativas &#8211; Estado e Mercado </span></i><i><span style="font-weight: 400;">após a Covid-19&#8243;</span></i><a href="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Header-Webinars-port.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-88206" src="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Header-Webinars-port-1024x362.png" alt="" width="815" height="288" srcset="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Header-Webinars-port-1024x362.png 1024w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Header-Webinars-port-300x106.png 300w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Header-Webinars-port-768x272.png 768w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Header-Webinars-port-200x71.png 200w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Header-Webinars-port-350x124.png 350w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Header-Webinars-port.png 1130w" sizes="auto, (max-width: 815px) 100vw, 815px" /></a></p>
<p>A relação entre Estado e mercado após a Covid-19 foi assunto do Blended Webinar &#8211; Estado e Mercado Após a Covid-19, evento internacional realizado no dia 12 de abril, promovido pela Aberje em parceria com o King’s Brazil Institute do King’s College London. Na ocasião, especialistas acadêmicos e do setor privado discutiram sobre as vias comunicacionais que podem favorecer um diálogo produtivo entre um Estado regulador mais poderoso e o setor corporativo.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Participaram do webinar a analista Política Sênior da </span><b>XP Investimentos, Júnia Gama</b><span style="font-weight: 400;">; o professor de Economia e Políticas Públicas do </span><b>King’s College London, Jonathan Portes</b><span style="font-weight: 400;">; e a editora-executiva da </span><b>Americas Quarterly, Cecilia Tornaghi</b><span style="font-weight: 400;">. O evento teve a curadoria de </span><b>Daniel Alves</b><span style="font-weight: 400;">, doutorando no Departamento de Economia Política do King’s College London e pesquisador afiliado no <strong>King’s Brazil Institute</strong>, e de </span><b>Sebastián Ronderos</b><span style="font-weight: 400;">, pesquisador da </span><b>Universidade de Essex</b><span style="font-weight: 400;"> e colaborador da Aberje.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao comentar sobre a relação entre o mercado e o governo brasileiro durante a pandemia da Covid-19, </span><b>Júnia Gama</b><span style="font-weight: 400;"> frisou que o governo teve que abandonar seu viés liberal proposto pelo próprio presidente Bolsonaro e Paulo Guedes. “O populismo ganhou força nesse episódio, e esse fato irritou o mercado nacional e internacional. A relação entre o mercado e o governo foi instável, pois o mercado financeiro não pode basear-se no plano governamental, que também foi instável”, disse. </span></p>
<p><b>Cecilia Tomaghi</b><span style="font-weight: 400;"> adicionou que uma parte do grupo social que já era excluída economicamente foi, de certa forma, mais ainda durante a pandemia. “A crise sanitária escancarou a desigualdade social”, salientou. “E quais são as obrigações dos governos em relação ao mundo econômico e a sustentabilidade?”, questionou </span><b>Jonathan Portes</b><span style="font-weight: 400;">, ao discorrer</span> <span style="font-weight: 400;">sobre macro e micro economia,</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Como podemos, juntos, formular um novo modelo econômico sustentável e mais justo para favorecer não apenas esses grupos sociais citados anteriormente que são declinados, mas todos?”, indagou. Segundo ele, essa realidade ainda está longe. Em contrapartida, gosta de ser otimista, já que observa em sua volta políticas que contribuem para essa realidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na ocasião, </span><b>Sebastián Ronderos</b><span style="font-weight: 400;"> perguntou aos convidados se essas novas medidas adotadas no Brasil durante a pandemia irão permanecer na sociedade. Junia responde, citando alguns exemplos, especialmente relacionados a preços da Petrobras, e diz que algumas dessas medidas vieram para ficar. “Eu acredito que essas novas políticas, até em relação a privatização de empresas estatais para gerar um fundo de garantia, colaborarão com uma sociedade mais justa”, acentuou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Atualmente a situação não é sustentável, não apenas em um âmbito ambiental, mas social. Acho inaceitável que empresas como o Google e a Apple monopolizem tanto poder, em um modelo capitalista”, rebate Portes. Ao ser questionada sobre a pandemia e a tecnologia, Junia acrescenta que se trata de uma mão de duas vias; já que essa situação promoveu prós e contras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O futuro do Mercosul foi outro ponto destacado no webinar. “Eu não acho que alianças entre países, quaisquer que sejam, irão mudar de verdade. Pessoalmente, eu quero que tudo isso melhore, mas infelizmente não enxergo futuro”, lamentou Cecília. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos momentos da live, Junia, ao ser questionada por </span><b>Paulo Nassar</b><span style="font-weight: 400;">, salientou que a maneira como Bolsonaro tratou a pandemia, como uma gripezinha, agravou a depressão e o distanciamento do Brasil em relação ao protagonismo de outros países. “Isso não é decorrente da pandemia, mas sim desde quando o Bolsonaro alinhou suas ideias publicamente ao Trump, em 2019”, pontuou.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desafios e oportunidades do compliance em ano eleitoral é debatido em evento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aurora Ayres]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 13:41:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialistas refletem sobre a necessidade de ampliar a representatividade dos poderes públicos e privados, maior transparência e menos informalidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Especialistas refletem</span></i><i><span style="font-weight: 400;"> sobre a necessidade de ampliar a representatividade dos poderes públicos e privados, maior transparência e menos informalidade</span></i><a href="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/compliance-2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-89472" src="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/compliance-2.png" alt="" width="815" height="514" srcset="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/compliance-2.png 759w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/compliance-2-300x189.png 300w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/compliance-2-200x126.png 200w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/compliance-2-350x221.png 350w" sizes="auto, (max-width: 815px) 100vw, 815px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A disciplina Compliance e seus desafios de conceito, disseminação e prática, passam a ser um imperativo para os profissionais que atuam em Corporate Affairs. </span><span style="font-weight: 400;">Para uma avaliação assertiva e para a tomada de decisões no dia a dia dos negócios e das operações, é preciso além de uma estratégia de </span><i><span style="font-weight: 400;">advocacy </span></i><span style="font-weight: 400;">bem elaborada, a aplicação de boas práticas de Compliance no dia a dia. Essas e outras reflexões foram abordadas no debate online promovido pela Aberje no dia 6 de abril.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Participaram do evento a especialista em Governança, Risco, Compliance e Auditoria, </span><b>Olga Pontes</b><span style="font-weight: 400;">; o</span> <span style="font-weight: 400;">diretor-presidente da Aberje e professor titular da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), </span><b>Paulo Nassar</b><span style="font-weight: 400;"> e o</span> <span style="font-weight: 400;">presidente CEO da Arko Advice e professor-adjunto da Columbia University (New York), </span><b>Murillo de Aragão</b><span style="font-weight: 400;">. Para mediar o encontro, o diretor</span><span style="font-weight: 400;"> da Midfield Consulting, </span><b>Carlos Parente.</b></p>
<h2><b>Desafios e oportunidades num ano eleitoral</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitos são os avanços na busca de uma sociedade mais justa e mais igualitária. Mas não se pode deixar de reconhecer que os últimos anos também foram marcados por aprendizados, acontecimentos políticos ou escândalos &#8211; que geraram a crise de confiança sem precedentes e que colocou o Brasil em evidência no cenário econômico mundial, chamando a atenção para diversos pontos de melhorias da nossa nação. Esse é o pensamento de </span><b>Olga Pontes</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Entre os diversos pontos de melhorias estão: a importância das decisões e das omissões empresariais, a importância do setor privado num processo de transformação, na relação público-privada e também, com o é o tema do debate de hoje, da necessidade do amadurecimento, valorização dos profissionais de compliance, comunicação, RI e sustentabilidade para ultrapassar cenários de crise”, salienta ela.</span></p>
<figure id="attachment_89473" aria-describedby="caption-attachment-89473" style="width: 815px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Olga-Pontes.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-89473" src="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Olga-Pontes.png" alt="" width="815" height="457" srcset="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Olga-Pontes.png 852w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Olga-Pontes-300x168.png 300w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Olga-Pontes-768x431.png 768w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Olga-Pontes-200x112.png 200w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Olga-Pontes-350x196.png 350w" sizes="auto, (max-width: 815px) 100vw, 815px" /></a><figcaption id="caption-attachment-89473" class="wp-caption-text">Olga Pontes</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">“A gente olha hoje a guerra da Ucrânia, onde a reação do mundo privado ao próprio conflito revela a imposição de valores de governança, de compliance, de sustentabilidade…Isso mostra como esses valores estão arraigados na sociedade empresarial e obviamente elas têm uma significância grande em relação ao nosso processo no Brasil”, coloca </span><b>Murillo de Aragão. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O executivo concorda com Olga quanto aos avanços nos últimos dez anos. “Eu diria que a cultura do compliance começou nos últimos quinze anos no Brasil, crescente; a operação Lava Jato aumentou essa tensão à questão do compliance, mas existem alguns desafios pela frente e um deles é estrutural: o fato de que no Brasil a sociedade é menor do que o governo, então toda essa relação termina sendo uma relação de desiguais, onde o compliance acaba impondo mais restrições ainda ao setor privado na sua relação com o setor público. O compliance deveria também existir como comportamento do setor público em relação ao privado, com menos opacidade, mais transparência e abertura para as sugestões que o setor privado deve trazer no seu dia a dia de relacionamento com o governo”, analisa Aragão.</span></p>
<figure id="attachment_89475" aria-describedby="caption-attachment-89475" style="width: 815px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Murillo-de-Aragao.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-89475" src="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Murillo-de-Aragao.png" alt="" width="815" height="455" srcset="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Murillo-de-Aragao.png 852w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Murillo-de-Aragao-300x168.png 300w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Murillo-de-Aragao-768x429.png 768w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Murillo-de-Aragao-200x112.png 200w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Murillo-de-Aragao-350x196.png 350w" sizes="auto, (max-width: 815px) 100vw, 815px" /></a><figcaption id="caption-attachment-89475" class="wp-caption-text">Murillo de Aragão</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Na visão do professor </span><b>Paulo Nassar</b><span style="font-weight: 400;">, a narrativa organiza a experiência de uma organização, de uma pessoa no tempo e no espaço. “Mais do que isso, ela humaniza a organização e seus integrantes no espaço da sociedade. Dentro dessa visão que vem do campo comunicacional, fazendo convergência com as especializações &#8211; uma delas o compliance &#8211; eu entendo que o grande desafio hoje das organizações é o desafio da representação, mas uma representação que tem uma abrangência maior que passa por todas as pessoas de uma empresa, inclusive as instituições, de P a P (Porteiro ao Presidente) que passa por um aspecto importante que é desenvolver uma cultura de conformidade de todas essas pessoas. É um desafio muito grande”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Deve haver uma convergência entre os especialistas, principalmente em relações governamentais e as áreas comunicacionais. Há necessidade de repensarmos e trabalharmos por essa representação em campo expandido”, complementa Nassar.</span></p>
<h2><b>Informação com credibilidade</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Num cenário de polarização do debate público, fake news e desinformação, o que se pode fazer para obter informação com mais credibilidade e segurança?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Aragão a melhor forma de se manter informado é ler muito, é ter o máximo de informações possível, é ouvir mais. “Muitas vezes você ouve coisas que não concorda, mas é importante saber como as pessoas estão pensando a respeito dos acontecimentos e isso vem acontecendo com a imprensa. No Brasil não chegamos a ter uma imprensa madura pela própria pobreza do hábito de leitura, pulamos do analfabetismo para a mídia eletrônica e  essa mídia eletrônica quando se estabelece dá de cara com  a internet, com a abundância de oferta de informação de graça, além das redes sociais…E o que falta nessa inundação de informação é informação de qualidade. O preconceito e a reação apriorística diante dos acontecimentos é o caminho para uma interpretação errada”, salienta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O mundo foi engolido por essas mudanças disruptivas que ganharam velocidade com os avanços digitais e tecnológicos e que acabaram impulsionando, de forma positiva, conectividade de sociedades ao redor do mundo, de empresas, de pessoas, popularizando o acesso à informação”, complementa Olga. “As redes e as mídias sociais passaram a ser um palco para expressar não só opiniões individuais, mas também opiniões empresariais, onde todos são permitidos estão muito preocupados em falar, falar, falar…e poucos são os que se preocupam em ouvir”, conclui.</span><a href="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Paulo-Nassar.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-89478" src="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Paulo-Nassar.png" alt="" width="815" height="455" srcset="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Paulo-Nassar.png 851w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Paulo-Nassar-300x167.png 300w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Paulo-Nassar-768x429.png 768w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Paulo-Nassar-200x112.png 200w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Paulo-Nassar-350x195.png 350w" sizes="auto, (max-width: 815px) 100vw, 815px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Eu vejo que existe hoje uma indústria das relações não-públicas, que é uma indústria global hoje, que têm agências com milhares de profissionais capacitados que trabalham na produção da desinformação, desmantelando negócios e etc. Por outro lado, temos que trabalhar essa questão; não tem como a gente eliminar essa preocupação da informação com qualidade”, acentua Paulo Nassar. “Vejo que é muito importante a gente pensar que apesar de termos um processo de desvalorização das instituições &#8211; e isso é amplo &#8211; elas são reconhecidas amplamente pela sua história e seus valores, elas têm um processo milenar que liga o campo do sagrado e do profano, que é um ritual, um tempo e um espaço singular que tira a gente muitas vezes do frenesi do cotidiano. Temos rituais de obtenção da informação, de produção de informação e rituais de circulação de informações. Eu acredito na valorização dos rituais e do que a gente entende por instituição”, completa o professor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assista ao vídeo na íntegra:</span></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=DUkxutLn2ls" rel="nofollow noopener" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=DUkxutLn2ls</a></p>
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		<title>Blended Webinar traz Cecilia Tornaghi, editora-executiva da Americas Quarterly, no dia 12 de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aurora Ayres]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2022 19:23:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Agenda]]></category>
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		<category><![CDATA[Rel. Institucionais e Governamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Americas Society/Council of the Americas]]></category>
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					<description><![CDATA[Diretora-sênior de Políticas Públicas da Americas Society/Council of the Americas participa de evento online organizado pela Aberje e King’s Brazil Institute]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Diretora-sênior de Políticas Públicas da Americas Society/Council of the Americas participa de evento online organizado pela Aberje e </span></i><i><span style="font-weight: 400;">King’s Brazil Institute</span></i></p>
<figure id="attachment_89271" aria-describedby="caption-attachment-89271" style="width: 815px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Cecilia-Tornaghi.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-89271" src="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Cecilia-Tornaghi-1024x574.png" alt="" width="815" height="457" srcset="https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Cecilia-Tornaghi-1024x574.png 1024w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Cecilia-Tornaghi-300x168.png 300w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Cecilia-Tornaghi-768x431.png 768w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Cecilia-Tornaghi-200x112.png 200w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Cecilia-Tornaghi-350x196.png 350w, https://www.aberje.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Cecilia-Tornaghi.png 1066w" sizes="auto, (max-width: 815px) 100vw, 815px" /></a><figcaption id="caption-attachment-89271" class="wp-caption-text">Cecilia Tornaghi</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O próximo Blended Webinar, que será realizado no dia 12 de abril, promovido em parceria entre a Aberje e o King’s Brazil Institute, vai contar com um time de especialistas para discutir o tema </span><i><span style="font-weight: 400;">Estado e Mercado Após a COVID-19</span></i><span style="font-weight: 400;">. Uma das especialistas convidadas é </span><b>Cecilia Tornaghi</b><span style="font-weight: 400;">, editora-executiva da Americas Quarterly e diretora-sênior de Políticas Públicas da Americas Society/Council of the Americas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em sua opinião, a relação entre o Estado e o Mercado não está funcionando perfeitamente. “Essa correlação de poderes funciona para uma parte da população, e para outra simplesmente não. Nós observamos que discussões sobre diferentes ideologias em relação a quarentena e liberdade foram mutadas por causa de sua região populacional. Grande parte da população que compõem essas regiões excluídas não tiveram escolha. A desigualdade é um grande problema, e a informalidade fez com que as pessoas afastadas se opusessem contra essa realidade”,  analisa Júnia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ela, o que ficou claro dada essa situação, impulsionada pela pandemia da Covid-19, é que os Mercados não são capazes de funcionar como deveriam, e o Estado não é apto a acessar grande parte da população. “Eu acredito que o problema é mais fundo. Não é que a relação entre o Mercado e o Estado não esteja funcionando, na verdade, essa sempre foi nossa realidade. Acredito que essa exposição tenha sido como um empurrão para que algumas coisas mudem”.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em sua visão, os mercados tentarão trabalhar em conjunto com qualquer governo que esteja em pauta, mas o interesse em investidores é maior do que qualquer mandato que seja. Desse modo, as mudanças propostas há de serem muito mais radicais para realmente alcançarem uma diferença. &#8220;Acredito que o mundo encontra-se super instável nesse momento, fato que pode vir a impedir as pessoas de tentar mudá-lo. Mas como não tenho uma bola de cristal, o cenário pode ser diferente. Em contrapartida, espero que os indivíduos se disponham a trabalhar nessa mudança, já que estamos no século 21. Me considero otimista”. </span></p>
<p>Acesse o vídeo para ouvir Cecilia Tornaghi <a href="https://www.youtube.com/watch?v=hnUoTP1m1Vc" rel="nofollow noopener" target="_blank">aqui</a></p>
<p dir="ltr"><strong>Blended Webinar Estado e Mercado Após a COVID-19</strong><br />
<strong>Data:</strong> 12 de abril<br />
<strong>Horário:</strong> das 11h às 12h<br />
<strong>Transmissão:</strong> canal da Aberje no YouTube<br />
<strong>Inscrição:</strong> <a href="https://www.aberje.com.br/blended-webinars/estado-e-mercado-apos-a-covid-19/">aqui</a></p>
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