Luiz Egypto*

 

O “centenário” da revista Comunicação Empresarial é para ser comemorado com júbilo e reconhecimento. Em um ambiente marcado, entre outras mazelas, pela crise da mídia impressa, a revista é uma sobrevivente corajosa. E necessária. Concebida como plataforma das ideias e formulações gestadas na Aberje, iniciou em tempos ainda analógicos (1991) uma trajetória de edições trimestrais que a converteram na mais importante publicação jornalística em língua portuguesa no âmbito da comunicação empresarial. Uma referência, em suma. E continua a sê-lo na era digital: ao mesmo tempo em que marca presença no ciberespaço, sabe conferir a devida nobreza ao produto impresso e, também fisicamente, mantém- se como opção prazerosa de leitura dada a profundidade com que trabalha os temas de sua pauta. Por isso suas edições não ficam velhas; por isso é um paraíso temático para os pesquisadores da área. Eis a razão de sua longevidade.

*Luiz Egypto é jornalista, foi professor da PUC-SP e atuou nos principais veículos da imprensa nacional. Foi editor-executivo da Comunicação Empresarial de 1993 a 1999.

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50 anos em 50 fatos

Dos primórdios, no final dos anos 1960, aos dias de hoje, relembre a história da Aberje

 Há quase cinco décadas, no dia 8 de outubro de 1967, um grupo de executivos da área da comunicação de várias empresas se reuniu no auditório da Pirelli, na capital paulista, para celebrar um inédito encontro de editores de revistas e jornais empresariais. Estava fundada a Aberje, na época, Associação Brasileira de Editores de Revistas e Jornais de Empresa. Em sua trajetória, a Aberje revolucionou o cenário da comunicação em organizações e se tornou, entre outras coisas, a pioneira em pesquisa no campo da memória empresarial, Veja a seguir cinquenta momentos que contam a história da comunicação brasileira.

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