Dúvidas frequentes

A Comissão Organizadora da 43ª edição do Prêmio Aberje levantou as perguntas mais frequentes, encaminhadas pelos participantes da premiação em anos anteriores ou constatadas pelos próprios jurados. Assim, com o intuito de ajudar a esclarecer possíveis dúvidas que você tenha, mesmo após ler o Regulamento.


Sim. Os trabalhos inscritos após serão aceitos, porém penalizados em 1 (ponto) a cada semana de atraso, aplicado(s) sobre a média final da primeira pontuação conquistada, desde que em até 5 (cinco) dias úteis do julgamento.

Sim, o sistema de inscrição tem duas fases. Primeiro, antes de encaminhar o seu projeto, deve ser feita a inscrição no site do Prêmio Aberje www.premioaberje.com.br e solicitado o boleto bancário para pagamento. Depois, você pode enviar o(s) trabalho(s) em si. Portanto, quanto antes você fazer sua inscrição, maior será o desconto que conseguirá na taxa. Se desejar você pode enviar seu trabalho antes da data final sem nenhum problema.

Não. O regulamento do Prêmio Aberje prevê desclassificação do projeto-candidato, com sua exclusão do processo, se constatada pela Comissão de Triagem a duplicação de inscrição em categorias distintas. O mesmo raciocínio deve ser aplicado para um grande programa de ações, por exemplo inscrito em Comunicação Integrada, e um dos projetos integrantes e específicos, por exemplo inscrito em Comunicação e Relacionamento com o Público Interno. É preciso fazer uma análise sobre a argumentação mais qualificada e inovadora e uma escolha sobre qual categoria é mais pertinente. Do contrário, haverá desclassificação.

A ficha de inscrição será utilizada para formalizar o processo de pagamento da taxa de inscrição do Prêmio Aberje.
A ficha de identificação será encaminhada junto com o trabalho e conterá todos os dados cadastrais do trabalho concorrente. Ela deve ser preenchida com muita atenção e cuidado, pois é através dela que serão validadas informações como a escolha da região, categoria e título do projeto. Por ser tratar de um documento a mesma deve vir obrigatoriamente original e assinada e acompanhada do projeto.

Há características técnicas especificadas no Regulamento em cada categoria para o trabalho a ser inscrito. O responsável pode não fazer o envio de alguma peça, por quaisquer motivos, e caberá aos membros da Comissão Avaliadora determinar a relevância ou não deste material que falta, dentro da estratégia e resultados proferidos pelo candidato, havendo penalização na nota a ser atribuída.

Sim, porém serão avaliadas pelos jurados APENAS as ações realizadas no período estipulado. Caso os jurados entendam que as ações essenciais tenham ocorrido em outro período, fora do escopo do Regulamento, o trabalho pode acabar sendo penalizado na nota a ser atribuída.

Nesse caso, o trabalho poderá competir com casos melhores do que ele, ser mal avaliado e ter sua participação no Prêmio prejudicada. Por isso, preste bem atenção nas definições de cada Categoria antes de inscrever seu trabalho. Não é permitida a troca de Categoria. Seu caso concorrerá na Categoria que você escolheu e apontou na Ficha de Identificação.

Não. Os jurados atentam prioritariamente para o conteúdo do trabalho e a articulação precisa de objetivos, públicos, criatividade e resultados. Contudo, é natural que uma apresentação caprichada acabe facilitando o trabalho de quem tem a missão de avaliar casos sempre de excelente qualidade técnica. Além disso, uma boa organização da apresentação das peças do trabalho e um bom texto explicativo certamente ajudarão a melhor compreensão do caso pelo jurado, o que refletirá no resultado final da avaliação.

Pode, mas neste caso a Comissão Julgadora também não é obrigada a ler os textos fora do Regulamento, que ultrapassem os 12 mil caracteres. Em algumas situações, os anexos podem ser ilustrativos e relevantes, mas em outros casos, a depender de como o relato foi feito, vários materiais acessórios podem acabar causando dispersão de contexto e entendimento. Vale lembrar que ao inserir os anexos os mesmos não entram na contagem dos 12 mil caracteres.

Após a empresa solicitar o boleto bancário, terá até 15 dias para efetuar o pagamento. O boleto bancário será encaminhado via e-mail. O prazo máximo para pagamento da taxa de inscrição é de 15 (quinze) dias após o término das inscrições.

Caso a data final de inscrição dos trabalhos seja alterada e o participante tenha solicitado o boleto de pagamento, o mesmo não terá sua data de vencimento prorrogada, mantendo-se a data anteriormente emitida.

Sim, pode. O Regulamento não proíbe trabalhos vencedores ou que já concorreram ao Prêmio participem em anos seguintes, com a sua continuidade e desdobramentos. Serão consideradas pelos jurados somente as ações dentro do período vigente do prêmio.

São profissionais do mercado, com notório saber e reconhecida competência e experiência, e professores dos maiores centros de educação e pesquisa do País. São convidados e fazem o trabalho voluntariamente, na conformidade da especialidade e especificidade técnica de cada categoria. Além disso, assinam documentos de confidencialidade e de declaração de absoluta desvinculação com as marcas que irão avaliar, das quais ficam sabendo pouco tempo antes da sessão de análise.

Ele é fundamental, pois vai contar o seu caso para os jurados, vai esclarecer detalhes que as peças sozinhas podem não esclarecer, e vai destacar os pontos importantes. Portanto, o texto é vital para o jurado compreender o caso e fazer a avaliação.

Sim, pode. Mas é indispensável que esta mídia contenha o mesmo conteúdo do original impresso, e depois todas as demais reproduções digitais – fotografias, vídeos, animações e documentos. Para evitar transtornos em relação à diversidade de formatos existentes para arquivos digitais, recomenda-se que fotografias ou reproduções de documentos sejam enviadas em formatos JPG ou DOC. Já para vídeos, recomenda-se que sejam enviados para reprodução em QuickTime, Windows Media Player, Real Player ou VLC Media Player.

A inscrição no Prêmio Aberje não configura prestação de serviço pela entidade. Sendo assim, a Aberje está desobrigada de emitir Nota Fiscal Eletrônica – NF-e e/ou outro documento fiscal, segundo o que prevê a Lei Municipal nº 13.701/03 - que dispõe sobre o ISS no Município de São Paulo.

Além de fazer a leitura atenta do regulamento do Prêmio Aberje, recomendamos que você leia os livros com o resumo dos cases vencedores do Prêmio Aberje, que estão disponíveis para a venda pelo nosso site. Eles sinalizam os pontos mais fortes que levaram os projetos a serem considerados melhores em relação a demais concorrentes. Conhecer bem a categoria que você está concorrendo é fundamental para entregar um bom trabalho para avaliação.

O Prêmio Aberje destaca os melhores projetos realizados em organizações brasileiras ou com atividade no Brasil - públicas, privadas ou da sociedade civil. Sendo assim, o reconhecimento é dedicado à equipe da organização, que se torna a concorrente oficial independente da responsabilidade sobre a inscrição. Ainda assim, todos os parceiros nominados na ficha de inscrição também são reconhecidos – agências de comunicação, assessorias de imprensa, empresas organizadoras de eventos, consultorias de marca e branding e outros fornecedores. Seus nomes são divulgados na cerimônia, no site oficial do Prêmio e no livro específico, além de cada parceiro receber certificado pela participação. É importante destacar que, em caso da inscrição ser preenchida pela agência, é indispensável uma carta original e assinada de autorização do cliente. NÃO serão aceitas cartas reproduzidas por digitalização em scanners ou fotocópias.

Depende da motivação deste projeto: se ele esteve focado no envolvimento, mobilização e entrosamento dos funcionários, mais do que propriamente no efeito social derivado para um outro público, estaria mais adequado à categoria “Comunicação e Relacionamento com o Público Interno”. Entretanto, mesmo envolvendo funcionários, se a estratégia desta ação comunicativa esteve centrada nos benefícios para a comunidade, e assim foi articulado e avaliado, então estaria mais adequado à categoria “Comunicação e Relacionamento com a Sociedade”.

O escopo da categoria de “Comunicação de Programas Voltados à Sustentabilidade Empresarial” é mais amplo que a intenção de colaborar com posicionamento da empresa na percepção pública. Para estar adequado neste tema, o projeto precisa contemplar uma rede de ações sociais, ambientais e econômicas. Já a ideia de fortalecimento de marca por uma campanha institucional com temática baseada na sustentabilidade estaria mais adequada à categoria “Comunicação de Marca”.

Sim, é possível fazer um recorte de um projeto mais abrangente e inscrevê-lo em determinada categoria – desde que outra(s) etapa(s) para outros públicos estratégicos (consumidor, sociedade, funcionários) não seja(m) inscrita(s) em outra(s) categoria(s), porque acarretará em desclassificação integral. Apenas é sugerido que toda a argumentação do case seja estruturada com o foco pretendido, no caso da questão com o detalhamento de ações de informação e relacionamento com profissionais e veículos de imprensa, para que sua atratividade seja suficiente para concorrer com outros candidatos específicos.

A responsabilidade de escolha sobre categoria de inscrição é totalmente do responsável pelo trabalho. A ele cabe optar e redigir o conteúdo do case com o enfoque determinado. Em geral, trabalhos para Comunicação e Relacionamento com Público Interno não são focados em canais específicos, mas sim privilegiam estratégias de informação e relacionamento, que podem até ser desdobradas em instrumentos criados ou renovados. Em Publicação Especial, solicita-se o credenciamento de publicações que não tenham periodicidade, mas justamente representem uma edição diferenciada ou até única.

Um projeto completo inscrito em Comunicação Integrada, caso seja também inscrito em qualquer outra categoria, será desclassificado. A organização responsável precisa fazer uma escolha única. Em geral, projetos mais genéricos acabam perdendo força se colocados diante de concorrentes focados em um stakeholder.

Compreende-se a visão de que consumidor é um dos públicos estratégicos de uma organização e está contido no termo “Sociedade”. Contudo, o escopo das categorias é bastante diferente. O responsável pela inscrição precisa ter claro o contexto, o objetivo e as táticas de seu projeto, que prioritariamente direcionam-se para ações de comunicação para gestão de relacionamento, programas de valorização e propostas de educação e envolvimento (caso da categoria “Comunicação e Relacionamento com o Consumidor”) ou para a sociedade e estejam alinhados à Responsabilidade Social Empresarial (RSE), com a finalidade de ampliar e melhorar a confiança e a credibilidade da empresa na percepção da sociedade (caso da categoria “Comunicação e Relacionamento com a Sociedade”).

Sim, o layout do texto impresso pode ser em outro formato, porém dever ser respeitado o limite de 12 mil caracteres (sem espaço). Atente para o fato que, no caso da versão digital que deve acompanhar o trabalho, esta sim deverá atender às prerrogativas do regulamento.

Um evento de lançamento, mesmo se citado entre várias ações de comunicação de um determinado projeto, é passível de inscrição em “Comunicação e Organização de Eventos”. Mas é preciso que o responsável avalie se este evento foi central para a estratégia, e contenha elementos diferenciadores, ou se somente se constitui uma das ações. Talvez o foco da ideia é a articulação de diversas frentes de comunicação num mesmo sentido e objetivo, o que demonstraria estar adequado à categoria “Comunicação Integrada”.

Se as ações dirigidas a funcionários estiverem articuladas numa estratégia de relacionamento e contiverem outras atividades, elas podem ser agrupadas na categoria “Comunicação e Relacionamento com o Público Interno”. Porém, se você está-se referindo a ações pontuais, que não têm uma conexão direta e proposital entre si, seria mais adequado levar a revista para a categoria “Mídia Impressa”, onde será avaliada especificamente sobre seu projeto gráfico e linguagem como peça, e os 10 anos do prêmio para melhor funcionário para a categoria “Comunicação e Organização de Eventos”. Esta decisão é estritamente do responsável pelas ações, que deve refletir sobre o ponto onde seus projetos terão mais força por características estratégicas, inovadoras e/ou técnicas.

Tudo depende do objetivo que este projeto foi criado, implementado e avaliado. Mas quando o foco propulsor do projeto for o envolvimento de um ou mais públicos estratégicos por meio de uma ação esportiva, há uma categoria específica – “Comunicação de Programas, Projetos e Ações Esportivas”. Trata-se de um espaço exclusivo para esta modalidade, não concorrendo com outras ações sociais realizadas pelas organizações, por exemplo nos campos educacional ou de saúde, estas sim adequadas à categoria “Comunicação e Relacionamento com a Sociedade”. Entretanto, no caso dos funcionários, se o projeto esportivo faz parte de um programa maior, com diversas outras atividades com outros apelos de mobilização neste mesmo e único público estratégico, é mais adequado inscrever-se em “Comunicação e Relacionamento com o Público Interno”. Portanto, como se vê, a tomada de decisão depende do enfoque com que o case foi realizado e vai ser redigido.

Em geral, todos os esforços de comunicação ligados a posicionamento e branding de uma organização estão enquadrados na categoria “Comunicação de Marca”. Entretanto, como esta ação se dá no exterior – independente de ser veiculada em língua portuguesa ou outro idioma, foi instituída a categoria “Comunicação e Relacionamento Internacional”, buscando ações, atividades, processos e práticas de comunicação e relacionamento veiculadas ou realizadas fora do Brasil e que envolvam um ou mais públicos estratégicos da empresa. Mas atente para o seguinte fato: só são aceitas candidaturas se forem apropriadas, e/ou executadas, e/ou orientadas por uma equipe de comunicação brasileira.

Em geral, se o projeto está focado na organização do evento em si, como atividade singular dentro da estratégia de relacionamento da empresa, pode ser enquadrado em “Comunicação e Organização de Eventos”. No entanto, se é mais uma ação dentro de um programa maior de relacionamento com os funcionários, pode ser mais interessante se este conjunto de atividades esteja em “Comunicação e Relacionamento com o Público Interno”. Por fim, vale dizer que a edição 2014 instituiu a categoria “Comunicação e Relacionamento Internacional”, onde as ações no exterior – independente do público estratégico envolvido – devem ser agrupadas, como uma mostra da expansão de fronteiras de atuação do comunicador brasileiro. É interessante também você analisar quais os critérios de avaliação de cada categoria, para identificar onde seu projeto possa ser mais forte.

Quando se está falando em um projeto de relacionamento com determinado público estratégico, que envolve diversos canais e objetivos, o ideal é a candidatura do trabalho na categoria mais abrangente deste público, no caso “Comunicação e Relacionamento com a Imprensa”. Entretanto, se a intenção do proponente é focar nas funcionalidades disponíveis, ferramentas interativas e estrutura narrativa de canais específicos dentro de um certo trabalho, então a melhor escolha tende a ser a categoria “Mídias Digitais”. Isto vai depender de como o case foi argumentado e que resultados foram alcançados, e depois como atende ou não os critérios de análise dos jurados na categoria.