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Com-Arte
Editora Laboratório
Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443 Bloco A - Sala 10 05508-900
- São Paulo - SP tel: (11) 3091-4016 www.eca.usp.br/comarte
A Com-Arte, editora-laboratório do curso
de Editoração da USP, em co-edição com a Gráfica Bartira,
apresenta DIAGRAMAÇÃO EFICAZ de Ricardo Amadeo Jr. Um livro
de introdução à prática da comunicação visual com dicas importantes
sobre a utilização correta de recursos gráficos, em linguagem
simples e direta.
| título
Diagramação eficaz |
páginas
94 |
| autor
Ricardo Amadeo Jr. |
isbn
85-7166-053-0 |
| editora
Com-Arte |
preço
R$ 20,00 |
Sobre o livro
Assuntos difíceis abordados com linguagem
fácil. Essa é a proposta de Diagramação eficaz, livro de Ricardo
Amadeo em que a larga experiência na área rende conselhos
a um só tempo objetivos na abordagem do assunto mas que ao
mesmo tempo descortinam as possibilidades de diagramação.
O leitor navega tranqüilamente pela obra.
Sente-se integrado ao sistema de sua ordenação e vai aos poucos
descobrindo que sua viagem é segura, para afinal sentir-se
confortável ao explorá-las.
A escolha da simplicidade do design gráfico
deixa clara a filosofia do autor de editar pelo desenho. Não
privilegia o texto nem a imagem. Integra-os na criação de
uma semântica visual personalizada e combina os elementos
mostrando a necessidade e a importância de uma sintaxe gráfica
que leva o leitor a compreender o gênero e a natureza da informação
pela estrutura do espaço.
Amadeo prega a sedução consentida pelo
produto gráfico, no qual programador, editor de texto e leitor
assumem compromisso com as linguagens do produto. Para chegar
a isso, o leitor é levado a exercitar valores para coordenar
a área gráfica, respeitando os valores dos que serão os receptores
de sua mensagem.
O livro mostra ainda que não há tecnologia
que substitua o ser humano no constructo da área gráfica já,
que por trás de qualquer trabalho não está somente a máquina,
mas o designer a comandar suas ações.
Sobre o autor
Ricardo Amadeo jr. é professor do curso
de editoração da USP. Atua como profissional na área de arte
e diagramação há mais de vinte anos. É também artista plástico.
LIVRO
ADVOCACIA PRO BONO EM DEFESA DA MULHER
VÍTIMA DA VIOLÊNCIA
O
livro abriga a colaboração das melhores competências
e pesquisadores do tema em artigos, intervenções
e em um manual de capacitação, além das
resoluções tomadas em seminário, é
a primeira obra de referência sobre o assunto. Além
disso, lança os fundamentos da advocacia pro bono de
maneira formal no País.
Como é de seu conhecimento, a advocacia pro bono ao
interagir com o sistema judiciário, pode contribuir
decisivamente não apenas para a eliminação
da violência contra as mulheres, conforme estabelece
este convênio, mas também influir futuramente
na inclusão na cidadania de todos os segmentos da sociedade
hoje à margem dos seus direitos mais elementares.
Editora Unicamp e Imprensa Oficial
JORNALISTA
ANALISA A PESQUISA ACADÊMICA SOBRE
A COMUNICAÇÃO ECLESIAL CATÓLICA
Desde
quando surgiram os tipos de imprensa, no século XV,
e com o posterior desenvolvimento de novas e sofisticadas
tecnologias, a Igreja Católica se viu cada vez mais
desafiada a preocupar-se com a comunicação.
Os estudos sobre ela se intensificariam a partir do decreto
Inter mirifica, sobre os meios de comunicação
social, gerado pelo Concílio Vaticano II, em 1963.
No caso do Brasil, destaca-se nessa área
a UCBC - União Cristã Brasileira de Comunicação
Social, com os congressos que promove desde o ano de sua fundação,
em 1970. Ou, para citar outro exemplo, o Setor de Comunicação
Social da CNBB, com sua Equipe de Reflexão, formada
por bispos, padres, religiosos e leigos, constituída
em 1989.
Mas, como estariam os estudos sobre a
comunicação eclesial nos programas universitários
brasileiros de pós-graduação em comunicação
social, centros de pesquisa por excelência? Qual seria
o volume da produção gerada sobre ela desde
quando surgiu o primeiro programa? Onde estaria concentrada
a produção? Seria ela obra, principalmente,
de padres e ex-padres e religiosos ou ex-religiosos?
Questões como essas levaram o filósofo,
jornalista e relações-públicas Waldemar
Luiz Kunsch, capixaba de nascimento, radicado em São
Paulo, a abordar a temática na dissertação
de mestrado que defendeu na Universidade Metodista de São
Paulo no ano passado, sob a orientação de José
Marques de Melo. Seu trabalho acaba de ser publicado pelas
Paulinas, com o título O Verbo se faz palavra: caminhos
da comunicação eclesial católica.
Pesquisa acadêmica
Waldemar restringiu sua pesquisa exclusivamente
aos catorze programas brasileiros de pós-graduação
em Comunicação Social que se achavam oficialmente
reconhecidos, até o final de 1000, pela Capes - Coordenadoria
de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior,
do Ministério da Educação. Não
entraram, assim, em seu universo trabalhos de áreas
como Ciências da Religião, Educação,
Sociologia e outras, embora o autor assinale que, fora da
área de Comunicação Social, só
encontrou mais três dissertações.
A primeira parte de O Verbo se faz
palavra traz o levantamento da produção
científica sobre a comunicação eclesial
católica desde 1972. Nesse ano surgiram os dois primeiros
programas de pós-graduação em Comunicação
Social: o da ECA-USP - Escola de Comunicações
e Artes da Universidade de São Paulo; e o da ECO-UFRJ
- Escola de Comunicações da Universidade Federal
do Rio de Janeiro.
Entre os programas, três são
de universidades católicas: PUC/SP - Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo (1978); Unisinos
- Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1994); e PUC/RS -
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande
do Sul (1994). Destaque-se ainda o programa de uma quarta
instituição confessional, a Umesp - Universidade
Metodista de São Paulo (1978).
No período considerado, o autor
identificou 6 teses de doutorado e 30 dissertações
de mestrado. O primeiro trabalho foi a dissertação
O canto e a música litúrgica, de Danilo
Vieiro, na ECA-USP, em 1974; o último, outra dissertação,
Padre Landell de Moura, pioneiro da radiodifusão,
de César Augusto dos Santos, na Umesp, em 2000.
Do total de 36 produtos, 17 foram gerados
na Umesp e 14, na ECA-USP, somando as duas juntas 86,11%.
O autor crê que se pode ver neste fato a influência
exercida pela presença, nessas duas entidades, de membros
ligados à ecumênica UCBC, como, entre outros,
José Marques de Melo e Ismar de Oliveira Soares. Os
outros trabalhos surgiram na UFRJ (3) e na Universidade de
Brasília (2).
As universidades católicas não
produziram nenhuma dissertação ou tese até
o final de 2000, devendo-se levar em conta que, se os programas
de pós-graduação da Unisinos e da PUC/RS
são recentes, o da PUC/SP já foi aprovado em
1978. O fato chama a atenção, pois sabe-se que
as escolas católicas brasileiras se originaram exatamente
da preocupação da Igreja com a questão
da comunicação, manifestada no decreto Inter
mirifica e também na instrução pastoral
Communio et progressio (1971).
Das 36 dissertações e teses,
sabe-se que, pelo menos, 11 foram publicadas em forma de livro,
por editoras comerciais. A última, antes dessa de Waldemar,
foi Domingão do cristão: estratégia
de comunicação da Igreja Católica
(Salesiana, 2001), resultante da dissertação
que Arlindo Pereira Dias defendeu na Umesp em 2000, sobre
aspectos da trajetória da Igreja Católica na
mídia televisiva na década de 1990.
Entre os autores há, reconhecidamente,
treze padres ou ex-padres, seis religiosos(as) ou ex-religiosos(as)
e um ex-seminarista, mas o laicato, com 44,5% dos trabalhos,
tem expressiva participação nas pesquisas. Waldemar
destaca a presença de quatro irmãs da Pia Sociedade
das Filhas de São Paulo, que gere o Serviço
de Pastoral da Comunicação (Sepac), a revista
A Família Cristã e a Paulinas Vídeo.
Como se observa no caso das paulinas,
as dissertações ou teses, freqüentemente,
provêm de membros de comunidades religiosas que têm
publicações ou serviços de comunicação.
É o caso, por exemplo, da Congregação
do Verbo Divino (Verbo Filmes), do Pontifício Instituto
das Missões Estrangeiras (revista Mundo e Missão),
dos padres combonianos (revista Sem Fronteiras) e da
Ordem de Dom Bosco (Editora Salesiana).
Acervo denso e rico
Dos 36 trabalhos, um bom número
focaliza de maneira abrangente o processo, a mensagem e as
políticas da comunicação eclesial. Mas
predominam os estudos pontuais, sobressaindo os que abordam
os meios (jornal, rádio, revista, vídeo, folhetos
etc.), aos quais foram dedicadas 22 dissertações.
Certos temas, retratando as tendências dos estudos eclesiais
da comunicação em momentos determinados da história,
se fazem presentes de forma incisiva e até recorrente.
É o caso, por exemplo, das Comunidades Eclesiais de
Base, da Campanha da Fraternidade, da comunicação
popular e participativa, do discurso eclesial e da mediação
sócio-cultural.
A segunda parte de O Verbo se faz palavra
é a de maior interesse. Nela o autor faz uma revisão
das seis teses de doutorado, produzidas por nomes de peso
como Ismar Soares, Pedro Gilberto Gomes, Anamaria Fadul, Attilio
Hartmann, Nivaldo Pessinatti e Maria Salett Tauk Santos, a
maioria deles intimamente ligada à UCBC. A riqueza
desses trabalhos permitiu a Waldemar resgatar, entre outros
aspectos, a comunicação como natureza e missão
da Igreja, o discurso da comunicação eclesial
católica, a Igreja e os meios de comunicação
social e as relações entre comunicação
eclesial e cultura.
Aqui, como escreve José Marques
de Melo no prefácio, o autor refaz o percurso
histórico da comunicação eclesial, partindo
da Igreja construída pelos Apóstolos e palmilhando
todos os seus caminhos, antigos e modernos, para chegar ao
período contemporâneo. A fase pós-gutenberguiana
constitui o calcanhar-de-aquiles da instituição
romanizada, cujas políticas oscilam entre o endeusamento
e a demonização da mídia. O cerne da
análise concentra-se, porém, na conjuntura mais
conhecida como Igreja pós-conciliar, quando as estratégias
de comunicação deixam de ser monasteriais ou
paroquiais para contemplar os desafios da aldeia global.
Segundo Melo, o foco investigativo do
trabalho privilegia as singularidades brasileiras, percebidas
e diagnosticadas por um segmento da comunidade universitária
que transita habilmente entre os laboratórios de pesquisa
e os templos religiosos. Coube ao autor o papel de intérprete
e crítico desse conhecimento cifrado academicamente,
explicando-o de forma clara e convincente aos leitores potenciais,
num trabalho de mediação pedagógica e
divulgação científica. Sua façanha
meritória é sem dúvida a de haver descomplicado
as hipóteses, teses e sínteses construídas
pelos comunicólogos, tornando-as palpáveis,
inteligíveis e aplicáveis.
Comunicação e teologia
Licenciado em Filosofia (1973) e bacharel
em Jornalismo (1979) e Relações Públicas
(1986), Waldemar trabalhou de 1970 a 1995 nas áreas
de comunicação mercadológica e institucional
de uma grande multinacional. Retornando à vida acadêmica
em 1996, co-organizou as obras De Belém a Bagé:
imagens midiáticas do Natal brasileiro (Umesp,
1998); Estado, mercado e interesse público: a comunicação
e os discursos institucionais (Labjor-Unicamp/Banco do
Brasil, 1999); Matrizes das idéias comunicacionais
latino-americanas: marxismo e cristianismo (Umesp, 2002,
no prelo).
Professor da Faculdade de Jornalismo e
Relações Públicas da Umesp e do curso
de Comunicação Social das Faculdades Integradas
de São Paulo (Fisp), é, desde 1999, editor-adjunto
da revista Comunicação & Sociedade
(Pós-Graduação em Comunicação
Social da Umesp) e, desde 2001, editor-associado da revista
digital PCLA - Pensamento Comunicacional Latino-Americano
(Cátedra Unesco-Umesp de Comunicação
e Alaic - Asociación Latino-americana de Investigadores
de la Comunicación). Editou os textos de treze livros
e coletâneas da área de Ciências da Comunicação.
Em sua obra, o autor valeu-se da experiência
assimilada em duas instituições a que esteve
vinculado antes da trajetória acadêmica de hoje.
Assim, resgatou o conhecimento eclesial apreendido durante
a juventude, como estudante de Filosofia e Teologia da Congregação
do Verbo Divino. Da mesma forma, aplicou a experiência
da sua atuação profissional como jornalista
e relações-públicas. O resultado, segundo
Marques de Melo, foi um trabalho que reúne o
manejo da escrita correta, elegante, saborosa, ao domínio
das demandas cognitivas do público-alvo, aqui interpretadas
magnificamente.
Salientando que o mérito principal
do trabalho está na capacidade argumentativa do autor,
Melo aponta como seus principais destinatários não
apenas os agentes pastorais e os profissionais da comunicação,
mas também os acadêmicos, docentes e estudantes
das escolas de Comunicação, que podem
aprender as lições esboçadas pelo autor
ao desvendar o emaranhado teórico-metodológico
das fontes da sua pesquisa, simplificando estruturas que a
linguagem universitária complica desnecessariamente.
Caminho aberto
Para Waldemar, a produção
de 36 dissertações e teses ao longo de pouco
mais de 25 anos, não é propriamente um resultado
satisfatório para os programas de pós-graduação
em Comunicação Social. A pesquisa acadêmica
da comunicação continua bastante ausente das
preocupações da Igreja Católica, numa
época em que se consolida cada vez mais o campo das
Ciências da Comunicação. Trata-se de uma
conclusão à qual já havia chegado também
Nivaldo Pessinatti, reitor do Centro Universitário
Salesiano de São Paulo, em sua tese Políticas
de comunicação da Igreja Católica
no Brasil, defendida na Umesp em 1997 e publicada em 1998
(Unisal/Vozes).
O caminho permanece, pois, aberto, afirma
o autor. Para ele, podem ser retomados temas abordados pelas
30 dissertações e 6 teses, que refletem uma
situação da época em que foram escritas,
entre 1974 e 2000. E novos tópicos podem ser desenvolvidos,
dentro de uma temática que encerra uma grande e rica
variedade de aspectos, acelerando o percurso do conhecimento
sistemático sobre os fenômenos comunicacionais
da Igreja. O caminho continua aberto não apenas
para as produtivas Umesp e ECA-USP, mas, principalmente, para
os programas de pós-graduação em Comunicação
das instituições católicas de ensino
superior, acentua Waldemar.
CONCEITOS
E PRÁTICAS, ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO
E MARKETING DA EMPRESA SOCIALMENTE RESPONSÁVEL
O
livro traz textos dos finalistas do Prêmio Ethos-Valor,
entregue em abril de 2001, e revela o interesse dos profissionais
de comunicação em formação e seus
professores orientadores sobre o tema responsabilidade social
empresarial. Ao todo foram 105 trabalhos inscritos, provenientes
de 156 candidatos de todo o país, envolvendo 57 instituições
de ensino. Três trabalhos foram selecionados por uma
banca de 56 julgadores voluntários, representantes
de empresas, entidades sociais e governo. Com abordagem focada
em Responsabilidade social: conceitos e práticas, Responsabilidade
social: comunicação e marketing, Responsabilidade
social: meio ambiente e desenvolvimento sustentável,
o livro conta ainda com textos de Patrícia Almeida
Ashley, doutora em responsabilidade social pela PUC-Rio, Paulo
Nassar, mestre em comunicação pela Escola de
Comunicação e Artes (ECA-USP) e diretor-executivo
da ABERJE, e João Paulo Capobianco, coordenador e secretário-executivo
do Instituto Sócio-Ambiental.
Responsabilidade Social das Empresas
- A contribuição das universidades
Editora Fundação Peirópolis
Rua Girassol, 128 - Vila Madalena
05433-000 - São Paulo - SP
(5511) 3816-0699 e fax (5511) 3816-6718
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TRATADO
DE COMUNICAÇÃO, DE GAUDÊNCIO TORQUATO

Este livro reúne conceitos, técnicas,
casos, projetos,orientação e consultoria em
todos os campos da comunicação em organizações
privadas e públicas, do marketing político e
do marketing social, além da indispensável base
teórica, fundamental para a aprendizagem das áreas
clássicas da comunicação.
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em contato.
Tatiana - Villa-Lobos
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...COMO
FAZER RELATOS CONFIÁVEIS SEM SE ENVOLVER NOS CONFLITOS?...
O
livro Linguagem dos Conflitos, do jornalista e professor
Manuel Carlos Chaparro (ECA-USP), foi lançado em Lisboa
em novembro de 2001 durante evento da APCE - Associação
Portuguesa de Comunicação de Empresa - e faz
parte da Coleção Comunicação da
Edições Minerva Coimbra. Aqui no Brasil, o livro
teve o pré-lançamento durante o Fórum
ABERJE / Instituto Roberto Simonsen, dia 10 de abril de 2002,
quando os associados da ABERJE / IRS foram presenteados em
primeira mão com a publicação portuguesa.
Manuel Carlos Chaparro é o autor de expressão
portuguesa que melhor cultiva os estudos de jornalismo comparado
entre as práticas mediáticas em Portugal e no
Brasil. Escrito num estilo coloquial, situado entre a crônica
e o ensaio, Linguagem dos Conflitos resulta, precisamente,
de cinco anos de observação comparada,
regular e metódica dos jornais portugueses e brasileiros.
Linguagem dos Conflitos será debatido no Brasil
com o professor Manuel Carlos Chaparro, durante eventos regionais
promovidos pela ABERJE.
Edições MinervaCoimbra
- Rua dos Gatos, 10 - 3001 - 501 Coimbra
Tel.: 239 826 259 / 239 701 117 - Fax 239 717 267
(livrariaminerva@mail.telepac.pt)
A COMUNICAÇÃO DA PEQUENA EMPRESA
Uma
obra de motivação e sensibilização
de pequenos negócios sobre a importância do Comunicar-se
para o sucesso de qualquer negócio. Baseado em experiências
de líderes empresariais brasileiros, como Estefânio
Costa, responsável pela máquina de fazer hóstias,
e o Táxi Cão de Rosana Bittencourt, o livro
apresenta exemplos que mostram como a comunicação
empresarial foi e é importante para muita gente que
partiu de uma base modesta e hoje tem seu nome entre os mais
quentes do mercado.
A Comunicação da Pequena Empresa
Nelson Gomes Paulo Nassar Editora Globo
Avenida Jaguaré, 1485, São Paulo - SP
CEP 05346-902
Telefone: (11) 3767-7000
E-mail: atendimento@edglobo.com.br
MARKETING
E DIVULGAÇÃO DA PEQUENA EMPRESA
COMO O PEQUENO E O MICROEMPRESÁRIO PODEM CHEGAR
Á MÍDIA
Das
empresas comerciais em atividade no Brasil, as pequenas e
as microempresas constituem grande maioria, não apenas
pela quantidade de estabelecimentos abertos, mas também
pelo número de trabalhadores que empregam: mais de
40 milhões, a receberem 42% do total de salários
pagos no país. Elas respondem por 30% do produto interno
bruto e têm muito poder de distribuição
de renda, na medida em que incluem no processo de produção
os menos favorecidos e lhes dão novas oportunidades.
A chave do negócio
para o empresário de maior porte é a comunicação.
Também para o pequeno e microempresário, a chave
é comunicar. Eles não dispõem da facilidade
de caixa que lhes permita recorrer à publicidade
e à propaganda de alto custo, mas têm muitas
possibilidades de transmitir sua mensagem ao mercado com eficiência
e profissionalismo. Marketing e Divulgação
da Pequena Empresa mostra como se faz isso, com objetividade,
clareza e atenção para os cases do tema,
as histórias e os planos que ilustram trabalhos vencedores.
Marketing e Divulgação da
Pequena Empresa
Rivaldo Chinem
Editora Senac
Rua Rui Barbosa, 377 - 1º andar - Bela Vista - CEP 01326-010
São Paulo - SP
Telefone (11) 3284-4322 - Fax (11) 289-9634
E-mail: eds@sp.senac.br
Home page: www.sp.senac.br
12
ANOS DE REFLEXÃO SOBRE ÉTICA
Uma
coletânea dos principais artigos publicados nas últimas
três décadas pelo consultor Mario Ernesto Humberg
em vários veículos brasileiros forma o volume
Ética na Política e na Empresa.
O livro inaugura a Coleção
ABERJE, apoiada pela Associação Brasileira de
Comunicação Empresarial (ABERJE). Seus textos
abordam o vasto cenário em que se debatem as questões
éticas em nosso País, principalmente as que
permeiam as relações políticas e empresariais.
No prefácio, o empresário
José Mindlin observa que o autor analisa os fatores
que levam aos mais correntes exemplos de falta de ética
de forma objetiva, sem qualquer tipo de sensacionalismo e
com interessantes revelações sobre o que vem
sendo feito para combater esse pernicioso fenômeno.
O jornalista Paulo Nassar,
que escreve a orelha do livro, destaca a capacidade do autor
de enxergar à frente de seu tempo e o compara ao Galo
da Madrugada, do poema de João Cabral de Melo Neto,
concluindo: Mario Ernesto Humberg teima em repetir,
crônica a crônica, o mantra que é possível
melhorar o mundo. E Jorge Cunha Lima acrescenta que
Mario Ernesto Humberg nos dá uma esperança
alentadora, pois foi um dos pioneiros, ao levantar a lebre.
Mario Ernesto Humberg é
consultor, jornalista e empresário do setor de comunicação
e relações públicas, presidindo a CL-A
Comunicações desde 1981, e atuando como consultor
e estrategista de negócios de corporações
e de entidades nacionais e multinacionais. É autor
e co-autor de vários estudos sobre oportunidades de
negócios no Brasil e países do Cone Sul, além
de centenas de artigos sobre ética, política
e comunicação. Escreveu o capítulo sobre
ética do livro Obtendo Resultados com Relações
Públicas e o capítulo inicial do livro Ética
no Mundo da Empresa, ambos da editora Pioneira.
Foi presidente da ABERP
- Associação Brasileira de Empresas de Relações
Públicas, é coordenador do PNBE - Pensamento
Nacional das Bases Empresariais, conselheiro da ADVB - Associação
de Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil e diretor da
ADEBIM - Associação de Empresas Brasileiras
para Integração de Mercados.
Ficha Técnica
Humberg,
Mario Ernesto
Ética na Política e na Empresa - 12 Anos de
Reflexões
2002 - 1ª edição
122 páginas
R$ 25,00
Editora CLA Cultural Ltda
Rua Coronel Jaime Americano 30 - salas 11/12/13
Tel.: (11) 3766-9015
e-mail: editoracla@editoracla.com.br
O
QUE É COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
As
empresas brasileiras estão sendo submetidas a desafios
inéditos que colocam em xeque seus processos de trabalho
e suas estruturas.
Este livro mostra como o
diálogo correto e permanente com os diferentes públicos
(consumidor, comunidade, trabalhadores, sindicatos, governo
etc.) tornou-se, para as empresas, tão importante quanto
um novo produto, uma nova fábrica ou a conquista de
novos mercados.
Editora Brasiliense
Fone: (11) 6941-7186
www.editorabrasiliense.com.br
QUEM
TEM MEDO DE SER NOTÍCIA ?
Marilene Lopes, Gerente
de Comunicação Corporativa e Relações com a Imprensa, lança
livro contando como a Xerox do Brasil virou "Benchmarking"
em Comunicação Empresarial e como chegar o mais perto do ideal
na relação Imprensa X Empresa
Lançado pela Editora Makron
Books, "Quem tem medo de ser notícia?",
de Marilene Lopes, o livro, que conta o case de comunicação
da Xerox, aborda a parceria, às vezes difícil, da imprensa
em relação à empresa, resumindo experiências bem sucedidas
da autora no que se refere a aplicação dos princípios e ferramentas
da Qualidade Total no estabelecimento de uma relação entre
o mundo empresarial e a Mídia.
Vencedora de 3 prêmios Aberje
de melhor Assessoria de Imprensa do país, a política "De
portas abertas" com a Imprensa, da Xerox do Brasil, foi
implantada por Marilene Lopes, que lançou o conceito de que
jornalistas merecem tratamento de "clientes" dentro
de uma empresa, que, por sua vez, precisam de um agente "facilitador"
para atendê-la: a Assessoria de Imprensa.
Como dito por Carlos Salles,
presidente da Xerox do Brasil, no prefácio desse livro, Marilene
foi figura-chave nessa relação criada da Xerox com a Imprensa,
"Marilene ousou e propôs e extinção da figura do porta-voz,
partindo da premissa que quanto mais gente falasse, mais conheceria
sobre a empresa e seu negócio", conta Salles. O meio
de preparação foi o "Media Traning" e uma apostila,
com o mesmo nome do livro, que serviria como um material de
referência.
Essa apostila tornou-se um
best seller na Xerox do Brasil e, depois, na Xerox
Corporation, onde foi adaptada e traduzida para a Inglês.
O manual foi a matriz do projeto, inspirando "Quem
tem medo de ser notícia?", que tem tudo para
servir como referência a estudantes de comunicação, jornalistas,
empresários, políticos, artistas e, principalmente, pessoas
públicas em evidência. Um livro didático e ao mesmo tempo
dinâmico, que serve como peça de cabeceira; escrito por alguém
que viveu as batalhas da trincheira e ensina o caminho das
pedras para quem quiser chegar lá.
A autora
Marilene Lopes, formada em
jornalismo pela PUC-RJ e pós-graduada pelo MBA Executivo da
AMANA-SP, ingressou na Xerox do Brasil em 1974, onde desempenhou
várias funções nas áreas de propaganda, promoções, assessoria
de imprensa e relações públicas.
Responsável pela idealização
e implantação da estratégia de comunicação e de relações públicas
em 1991, que mudou a postura da Xerox do Brasil de empresa
"low profile" para a de "portas abertas",
teve seu trabalho transformado em benchmarking pela
própria Xerox Corporation.
Hoje, membro do conselho
da ACELP Associação de Comunicação Empresarial de Língua
Portuguesa, teve seu trabalho reconhecido em 1997 quando a
Xerox do Brasil recebeu o título de "Empresa de Comunicação
do Ano", conferido pela Aberje, Associação Brasileira
de Comunicação Empresarial. Foi também premiada por três anos
consecutivos na categoria Assessoria de Imprensa, com os cases
"Sem Medo de Ser Notícia" (Aberje Brasil95),
"De Portas Abertas para o Brasil e o Mundo"
(Aberje Brasil96) e "Clientar, o Nosso Melhor
Negócio" (Aberje Brasil97).
VOCÊ
TÊM MEDO DO QUÊ?
São trinta crônicas que vão,
junto com você, mapear os paradoxos do nosso tempo e pincelar
de otimismo a sua visão de mundo. Algumas vezes com exemplos
emprestados da vida das empresas e outras, das imagens do
cotidiano de todos nós. Mexer no entorno, com sua capacidade
de liderança, mudar seus hábitos levemente e provocar transformações.
Você tem medo do quê? é como um envelopinho com 30
sementes que esperam brotar em solo fértil, como seu coração.
Leia e deixe a semente germinar. Compre e dê de presente para
quem você gosta.
Ficha
técnica:
Você tem medo do quê?
Crônicas do seu tempo
Luiz Márcio Ribeiro Caldas Junior
Editora Fundação Peirópolis
136 páginas
R$ 15,00
Você encontra à venda o Você
tem medo do quê? nas melhores livrarias, diretamente
na Editora, (11) 816-0699, ou pelo site: http://www.servicebooks.com.br.
LIVRO
"ITAIPU, A LUZ" - 25 anos em texto e fotos
Em comemoração aos seus 25 anos de criação,
a Itaipu Binacional lançou, em maio, o livro "Itaipu,
a luz". Escrito pelo jornalista Nilson Monteiro, o livro
conta toda a história da maior hidrelétrica em operação
no mundo, construída em consórcio pelos governos do Brasil
e do Paraguai. A Itaipu Binacional é uma entidade constituída
em 17 de maio de 1974 para gerenciar as obras e, posteriormente,
a produção e venda da energia gerada pela Usina de Itaipu.
No livro, editado em três
idiomas (português, espanhol e inglês) e com 130 páginas,
ilustradas com cerca de 100 fotos, Nilson Monteiro conta a
história da hidrelétrica desde as intensas negociações, ainda
na década de 60, entre os governos do Brasil, Paraguai e Argentina
para a implantação de uma hidrelétrica no Rio Paraná, que
marca a fronteira entre os três países, e depois discorre
sobre a verdadeira aventura humana que foi a construção da
usina e todos os reflexos de sua instalação para Foz do Iguaçu
e região.
Cérebros e mãos
A elaboração do livro foi
um trabalho de fôlego, iniciado em 1997, que exigiu meses
de pesquisa bibliográfica e de campo, além de muitas entrevistas
com pessoas que participaram da obra e com técnicos da hidrelétrica.
A pesquisa de campo foi feita pelo jornalista Joel Sampaio,
que na época trabalhava na Itaipu, e a coordenação editorial
é do jornalista Helio Teixeira, chefe da Assessoria de Comunicação
Social. Para Nilson Monteiro, "a grandiosidade de
Itaipu não está exatamente em suas dimensões físicas, mas
no fato de que a grandiosa obra foi feita por pessoas, gente
que emprestou seus cérebros e mãos para a construção da usina
monumental". E é com histórias dos quase cem mil
homens que passaram por Itaipu ao longo desses 25 anos que
o autor tempera sua narrativa.
Carreta gigante
Monteiro vai além dos aspectos
político-diplomáticos da decisão de se construir a usina pelo
Brasil e pelo Paraguai. Ele mostra a revolução que a obra
significou para Foz, uma cidade que tinha cerca de 20 mil
habitantes e transformou-se no quinto maior aglomerado urbano
do Paraná, com cerca de 230 mil moradores. E destaca os grandiosos
números da usina, a quantidade espetacular de concreto, ferro
e aço empregados na obra, suficientes para se construir 210
estádios do tamanho do Maracanã, ou 380 torres iguais à Eiffel,
de Paris.
O autor cita momentos de
grande emoção entre os trabalhadores, como a chegada da roda
da turbina ao canteiro de obras, em 1982. Era uma peça única
de 300 toneladas que, por suas dimensões, teve de ser transportada
de São Paulo a Foz em uma carreta com dois cavalos mecânicos,
com 16 eixos cada, e 256 pneus. Seu transporte, assim como
o de outros equipamentos, exigiu reforço em estradas, pontes
e obras de arte para suportar o peso. Na viagem da primeira
carreta a distância entre São Paulo e Foz foi vencida em nada
menos que 90 dias.
Sem Itaipu, escuridão
Nilson Monteiro é editor
executivo da Gazeta Mercantil Paraná, em Curitiba. Jornalista
experiente, com 28 anos de carreira e com passagens
por alguns dos mais conceituados veículos do país entre eles,
O Estado de S. Paulo, Folha do Paraná e IstoÉ, além de emissoras
de rádio e de
televisão, ele admite que foi a partir da elaboração do livro
"Itaipu, a luz" que se convenceu de que a
usina é necessária. A opinião que tinha sobre Itaipu na época
da construção, assim como a maior parte das pessoas com uma
postura mais crítica ao regime militar, deu lugar agora a
outra certeza: "Sem Itaipu, já estaríamos há muito
tempo às escuras". O jornalista já publicou 12 livros,
a maioria coletâneas de poesias em que seus versos aparecem
ao lado dos de Paulo Leminski e outros autores brasileiros
respeitados no meio literário. Também publicou "Novos
rumos do Paraná", uma grande reportagem sobre a ferrovia
no mundo, no Brasil e no Paraná.
OURO
PRETO GANHA O ÚNICO MUSEU DE ORATÓRIOS DO MUNDO
Na
última sexta-feira de outubro, dia 30, a cidade de Ouro Preto
ganhou um museu inédito no mundo: o Museu do Oratório. A criação
deste espaço é um antigo sonho da empresária Angela Gutierrez,
ex-secretária de Cultura de Minas, que desde a adolescência
vem colecionando um rico e único acervo de oratórios brasileiros.
As peças - 162 oratórios e mais de 300 imagens, dentre elas
um Aleijadinho - foram oficialmente doadas ao Instituto do
Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN. "Doar
as peças para esta cidade que, mais que todas, sabe receber
de braços abertos tudo aquilo que nos sirva de referência
do passado, é motivo de muita satisfação", exulta Angela.
Esses oratórios podem ser
caracterizados pela época (do século XVII ao século XX), pela
tipologia (oratórios itinerantes ou nômades, domésticos e
eruditos) e até mesmo pelo tamanho, variando de três centímetros
a 3,20 metros. As peças do acervo são genuinamente brasileiras,
principalmente mineiras. Entre os diversos tipos de oratórios
pode-se destacar os de bala, assim denominados pelo formato
ovalado, semelhante às balas de cartucheira; os de esmoler,
que eram pendurados no pescoço ou no lombo de burro e acompanhavam
os esmoleiros, pedintes de confrarias ou irmandades, em geral
sob a invocação de Nossa Senhora das Mercês; ou ainda os famosos
lapinhas, oratórios tipicamente mineiros, próprios da região
de Santa Luzia, também denominados "maquinetas".
Museu moderno
O Museu do Oratório está
sendo administrado pelo recém-criado Instituto Cultural Flávio
Gutierrez - uma homenagem ao pai da colecionadora. Um casarão
do século XVIII, pertencente à Ordem Terceira do Carmo, onde
morou Aleijadinho durante o período em que trabalhou na Igreja
do Carmo, abriga o novo museu. O imóvel foi cedido pela Ordem
através de um contrato de empréstimo, por intercessão do padre
José Feliciano Simões, pároco do Pilar.
Depois de percorrer um longo
processo de aprovação da restauração pelo IPHAN, o casarão
foi totalmente preparado para adequar-se a sua nova função.
Preservando o projeto arquitetônico original, o trabalho de
restauração da Casa Capitular da Ordem Terceira do Carmo incluiu
equipamentos anti-incêndio e alarmes contra roubo, além de
dotar todas as vitrines com iluminação de fibra ótica, igual
à instalada na área moderna do Museu do Louvre, em Paris.
Para a criação do Museu do
Oratório, Angela Gutierrez contou com a assessoria do museólogo
francês Pierre Catel e da antropóloga brasileira Gisele Catel
que, juntos, fizeram o projeto museográfico e museológico;
pela historiadora e pesquisadora Cristina Ávila, que há três
anos vem estudando e catalogando cada uma das peças do acervo;
e por Adriano Ramos, do Grupo Oficina de Restauro que, junto
com a própria Angela Gutierrez, restaurou todos os oratórios
da coleção.
Coleção por acaso
A
obsessão de Angela Gutierrez pelo trabalho de restauração
começou ainda na adolescência, certamente influenciada pela
coleção dos mais variados objetos antigos de seu pai, Flávio,
um dos fundadores da Construtora Andrade Gutierrez. Certa
vez ele deu à filha, então com 14 anos, um oratório, feito
em tronco de goiabeira, com a recomendação de que cuidasse
daquela peça, rara e antiga. Foi seu primeiro oratório. "É
uma peça especial, com uma imagem de Sant'Anna, e sempre ficou
ao lado de minha cama", emociona-se Angela.
O trabalho de restauração
continuou e, vez por outra, um oratório vinha juntar-se às
peças antigas de seu pai. "Quando me dei conta, já tinha
47 oratórios restaurados. Foi então que resolvi fazer a primeira
exposição, numa casa antiga de Sete Lagoas", recorda-se.
A partir daí, a coleção só cresceu. "O acervo de hoje
é uma conseqüência da paixão que sempre tive pela restauração",
explica a empresária, que tem uma queda especial pelos oratórios
afro-brasileiros. "São os mais interessantes, os que
instigam os europeus pois, apesar de feitos à imagem e semelhança
dos oratórios portugueses, são mais toscos e têm sempre uma
pintura, um desenho, uma talha com a marca da cultura dos
negros africanos", conta.
Roda mundo
A
coleção de oratórios de Angela Gutierrez já saiu cinco vezes
do Brasil. Foi exposta pela primeira vez fora do país em 1994,
quando representou o Brasil em uma exposição em Portugal;
depois esteve na sede da Unesco, em Paris; no Museu de Arte
Sacra, em Santiago do Chile; na Venezuela, a pedido do Ministério
das Relações Exteriores e, neste ano, na França, onde ocupou
durante 17 dias um nobre espaço no Museu do Louvre, merecendo
uma destacada saudação de primeira página no jornal francês
Le Figaro: "É uma maravilhosa coleção de oratórios brasileiros".
Para que os oratórios brasileiros
continuem a ser expostos e vistos em outros países, uma parte
da coleção de 162 peças doadas - cerca de 50 - será reservada
para montagem de um acervo itinerante, que deve iniciar no
próximo ano, pelo Japão, uma tournée internacional.
RUY
ALTENFELDER COMANDA DIÁLOGO NACIONAL
O jornalista e presidente
da ABERJE, Ruy Altenfelder, está comandando o programa de
entrevistas Diálogo Nacional, veiculado pela TV Comunitária,
canal 14, em operação dentro dos sistemas de televisão a cabo
Net, Multicanal e TV A disponíveis nas cidades
de São Paulo e Brasília. Diálogo Nacional, que está
sendo retomado por Ruy Altenfelder, foi comandado durante
anos pelo jornalista Brota Júnior. Os dois primeiros programas
tiveram como entrevistados o empresário Horácio Lafer Piva
e o presidente do PFL, Jorge Bornhauser. O terceiro programa,
a ser veiculado na primeira semana de julho, traz como entrevistado
o vice-governador de São Paulo, José Geraldo Alckmin. Diálogo
Nacional tem os seguintes horários: São Paulo, quinta-feira,
às 23 horas, canal 14; Brasília, terça-feira, às 22 horas,
canal 11.
ALEX
PERISCINOTO É O DEPOIMENTO MAIS VISITADO
NO SITE DO MUSEU DA PESSOA
O site do Museu da Pessoa abriga atualmente
cerca de 200 biografias de anônimos e famosos, ajudando a
contar, na primeira pessoa, um pouco da historia do século
XX. Com uma audiência média de 5.000 usuários/mês, o site
do Museu da Pessoa tem como a biografia mais visitada nos
últimos 3 meses a do publicitário Alex Periscinoto. Em longa
entrevista exclusiva, Alex revela um pouco da sua origem,
da infância passada em Mocóca-SP, dos inúmeros empregos (entregador
de leite e de marmitas, enlatador de biscoitos, ajudante de
tecelão, desenhista de cartazes) e de sua vida como publicitário
de sucesso, alternando agudas análises do mundo da publicidade
com histórias de muita ação e humor. Você pode acessar a entrevista
de Alex Periscinoto a partir deste web-site. Basta clicar
aqui: http://www.museumpessoa.com.
DIRETOR
DA ANDRADE GUTIERREZ LANÇA LIVRO DE CONTOS
Nos
primeiros dias de junho, em Belo Horizonte, o diretor de Comunicação
da Andrade Gutierrez, José Eduardo Gonçalves (jeduardo@agnet.com.br), lançou
o livro de contos Cartas do Paraíso. Leia o texto do
escritor Roberto Drummond, autor de Hilda Furacão,
sobre Cartas do Paraíso.
Aleluia Nasce um Escritor
Que, daqui para a frente, proíbam a José
Eduardo Gonçalves os cursos de inglês em San Francisco.
Proíbam os desfiles das escolas de samba no Rio de Janeiro.
Proíbam festas e mares, bares e praias, papos varando a madrugada,
fins de semana na roça, com pássaros cantando e bois berrando
no pasto.
Proíbam grandes responsabilidades empresariais.
Proíbam congressos, eventos, badalos.
Proíbam os amigos de telefonar.
Proíbam as tentações.
Proíbam até mesmo (quanto me custa dizer) amores.
Que digam à moça amada, amiga de cravos de Lisboa e querubins:
de agora em diante, José Eduardo Gonçalves viverá para se
queimar e molhar no fogo e na chuva, em desvairada orgia,
em função de seu amor maior, sua vocação, aquela que há de
ser a amante exclusiva maior - a literatura.
A quem estranhar o presente decreto, esclareço: acabo de ler
"Cartas do Paraíso", de José Eduardo Gonçalves,
e enquanto ia lendo, com o prazer de ler de que falava Mestre
Roland Barthes, enquanto ia fruindo cada uma das histórias,
fui ganhando uma certeza: aí está, com tudo que é festa e
promessas, um escritor, que, para se realizar por inteiro,
se soltar por inteiro, tem que se dedicar, mais e mais (e
acima de todos os amores) a seu ofício de escrever, com uma
paixão de amante, a fé de um ourives e a devoção de um monge.
Para o bem da literatura (e do grande talento de José Eduardo
Gonçalves), revogam-se as disposições em contrário.
Cumpra-se.
Ps - Quem duvidar de meu entusiasmo que leia
"Cartas do Paraíso", livro que mostra o talento
de um escritor clandestino, até aqui, pelo menos para meu
juízo.
Roberto Drummond
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